Blog

  • O gato bêngal para alguns tipos de pessoas alérgicas

    O gato bêngal para alguns tipos de pessoas alérgicas

    Você já ouviu falar que existe uma raça de gatos que é considerada hipoalergênica. Ahn? Sim, hipoalergênica, ou seja, que provoca bem menos alergia em pessoas propensas a sentirem problemas diante de gatos.

    Como assim?

    Entendendo melhor a questão, podemos começar a afirmar que não existe apenas um tipo de alergia que pessoas sentem com relação a gatos. Há, ao menos, dois tipos de alergia: uma que é associada diretamente ao pelo do animal; e outra, que é associada a um tipo de caspa que o animal libera.

    Haveria, como se propaga, uma raça de gatos hipoalergênica?

    Por que o gato da raça bengal, por exemplo, seria hipoalergênico?

    Ele tem como característica o pelo curto, o que faz com que solte menos fios pelos ambientes. Outra característica que favorece a raça no convívio com alérgicos é que ela não tem tanta caspa quanto outras raças.

    Infelizmente, para alguns sensíveis a pelos, há as trocas de pelos também nos bengals, então, a esse tipo de alérgicos recomenda-se alguma medida preventiva ou até não se aproximar do animal, talvez nem possuir um, já que alergia não tem cura. Conhecer seu tipo de problema alérgico, portanto, é a primeira medida.

    Há quem afirme que a alergia pode ser trabalhada, como um processo de adaptação – é só conviver com o bichano, principalmente em épocas em que não corre a troca de pelos, por exemplo, que a pessoa se acostuma. Vejamos a opinião de especialistas.

     

    A visão científica dos especialistas

    3e5f6b86cb9071584ecfb1a5d2d7e6ef | Manual Pet

    O ThermoFischer Scientific, instituição científica dos EUA, tem um boletim sobre alergia em que divulga informações para pacientes.

    A primeira coisa que eles apontam são os sintomas associados ao problema: lacrimejamento nos olhos, espirros após brincar com um animal peludo ou após ter ficado perto de um cão ou um gato.

    O que são os pelos dos animais?

    Eles são uma combinação de pele, dos fios a que chamamos pelos e de saliva. Eles são leves e extremamente pequenos, podendo ficar, por conta disso, horas no ar, até permanecer no ambiente ou nas roupas das pessoas, em tapetes, colchões ou estofados, ou seja, podem causar sintomas muito tempo depois de ter o animal saído de um local. As pessoas, sem saber, podem estar transportando-os para onde forem, o que as incomodará, certamente, em suas atividades cotidianas.

    A alergia a animais peludos (cães e gatos, em particular) é tida como um fator de risco para o desenvolvimento de asma e rinite alérgica. De fato, quase 30% das pessoas com asma já tiveram uma crise dessa doença desencadeada por gatos.

    E, infelizmente, concluem os especialistas: apesar do que você pode ter ouvido, não há raças realmente hipoalergênicas de cães ou gatos.

    Em casos de alergias mais intensas, outros sintomas podem surgir, como: nariz entupido ou coriza; dor facial em decorrência da congestão nasal; tosse, chiado ou dificuldade para respirar; olhos vermelhos, irritados ou muito lacrimejantes; e erupções cutâneas, as chamadas brotoejas.

    O que ocorre é que responder à pergunta se alguém é ou não alérgico a um animal, seja a seu pelo ou à caspa que ele libera, não é simples de responder apenas com um sim ou não a partir de sintomas, principalmente se forem sintomas também de outras problemas – os problemas respiratórios, por exemplo, em locais muito poluídos, podem ser desencadeados por outros fatores.

    Existem algumas proteínas que são liberadas por animais, e o alérgico deve conhecer exatamente qual é a proteína desencadeadora do problema e qual a gravidade do risco associado a essa proteína. É possível, a partir de testes sanguíneos específicos, aproximar-se de uma resposta mais objetiva a questões como: ‘posso manter meu gato?’; ‘o convívio com meu bicho pode piorar meus sintomas alérgicos?’; ‘é possível que eu seja alérgico a um tipo de animal específico?’.

    O melhor conselho é: procure seu médico, então, se você for alérgico!  

    As características mais favoráveis do bengal são soltar menos pelos no ambiente do que outros gatos e liberar menos caspa. O quanto isso vai incomodá-lo ou não é uma questão mais sua do que dele. Os riscos devem ser sempre calculados com a ajuda de especialistas médicos e de boas informações.

    Se não há animais hipoalergênicos, como querem os especialistas, pelo menos há alguns que liberam menos substâncias que possam conter proteínas que desencadeiam em pessoas alérgicas problemas a elas associados. Procure saber como é o seu animal especificamente e como é você. Um dos principais mentores da filosofia, que foi, inclusive, o criador da palavra ‘filosofia’, que foi o filósofo Sócrates, ponderava que todos deveríamos promover o autoconhecimento. Então, a sua lição eterna que nos guie!

     

    O que existe de verdade? Como controlar?

    6100cf01ac1ebda54e4bb0a2aff0fd15 | Manual Pet

    Agora, estamos diante de um impasse: podemos contar com os bengals como sendo animais hipoalergênicos ou não?

    Tudo se resolve com o conhecimento.

    Em primeiro lugar, para tranquilizar a maioria dos donos de animais domésticos: a alergia a animais não significa necessariamente que o alérgico precisa se livrar de seu animalzinho de estimação para se sentir aliviado dos sintomas.

    O que fazer, então?

    Não é com desespero que se resolvem os problemas, mas com um gerenciamento eficaz da exposição aos agentes que desencadeiam a alergia, antes que ela atinja o que os especialistas chamam de limiar dos sintomas, que é o ponto em que o alérgico começa a apresentá-los.

    Gerenciar a exposição é simplesmente deixar o alérgico abaixo do limiar dos sintomas, assim, ele poderá manter seu animal e tolerar menos sintomas. A isso os leigos chamam de animais hipoalergênicos, e a ciência chama de gerenciamento da exposição ao agente alérgeno, ou seja, o que provoca a alergia. Não é um simples nome técnico, porque o alérgico terá sempre predisposição aos sintomas provocados pela exposição a pelos de animais ou à caspa liberada por alguns gatos.  

     

    A questão é mais humana do que animal

    96f0c411ace8ac2f7b072c333b942044 | Manual Pet

    Por incrível que pareça, o alérgico não tem sintomas o tempo todo. Isso não é tão óbvio assim, como alguns pensam, porque parece fácil concluir que a alergia só aparece diante da exposição a agentes alérgenos (só que, em testes psicológicos, isso pode trazer surpresas até para essa aparente obviedade).

    O fato é que cada pessoa tem sua própria combinação única de desencadeantes alérgicos e nem todos eles são óbvios aos leigos.

    Um alérgico pode ser sensível a várias fontes de alérgenos, mas isso pode significar que a sensibilidade pode não ser a suficiente para desencadear os sintomas quando o alérgico é exposto a apenas um dos fatores alérgenos. Se, entretanto, aparecerem diante do alérgico várias substâncias, ao mesmo tempo, às quais o alérgico reage, elas podem se acumular e provocar os sintomas – no caso da alergia a pelos de animais, por exemplo, os sintomas podem ser coceira nos olhos ou coriza. 

    A medida é encontrar as várias substâncias alérgenas, o que pode ajudar um alérgico a ficar abaixo de seu limiar de sintomas. 

    Foi constatado pelos especialistas do ThermoFischer Scientific que 80% das pessoas alérgicas têm alergia a vários alérgenos. Daremos abaixo um exemplo que ocorre em ambientes urbanos sobre efeitos acumulativos de alérgenos.

    Na maior parte do ano, mais precisamente, em três das estações – verão, outono e inverno –, alguém com baixo nível de alergia a ácaros, mofo e pólen de gramíneas, separadamente, não apresenta nenhum sintoma ou apenas algum sintoma bem leve.

    Porém, na primavera, quando é a estação de florescimento, ou seja, de multiplicação de vegetais, a época em que ocorre a polinização, tempo em que o pólen das flores se espalha no ar, o alérgico pode apresentar sintomas e acreditar que a alergia é decorrente apenas da exposição ao pólen, quando ela pode resultar do efeito cumulativo com mofo e ácaros.

    Além de descobrir se é a associação que desencadeia os sintomas, também é necessário conhecer o seu limiar, que é o ponto a partir do qual ocorrem os sintomas.

    Quanto aos animais, o fato de se saber que um animal solta menos pelos e libera menos caspa pode ajudar na escolha de uma raça. O bengal, por exemplo, pode ser um excelente indicador para o conhecimento do limiar de sintomas a alguém alérgico, na comparação com o convívio com outras raças.

    Pode ser, então, que quem queira optar por ter um gato e descubra algum tipo de alergia, acumulativa ou não, possa conhecer melhor o seu limiar e – quem sabe? – optar pelo que os leigos andam chamando de raça hipoalergênica e os especialistas, discordando dos leigos, afirmam que pode ser uma raça que desencadeia menos sintomas, dependendo do limiar, a alérgicos.

    Independentemente da nomenclatura, podemos, como conclusão, além do necessário conhecimento, sempre, louvar essa vantagem dos bengals. Afinal, é deles que se trata a questão. Resta saber se os bengals ou qualquer outra raça ou qualquer outro animal também não tem lá suas alergias a humanos e às intervenções humanas no ambiente (como a poluição, por exemplo). Acho que nós, humanos, não teríamos muita coisa hipoalergênica a oferecer, estaríamos em franca desvantagem diante dos outros animais.

  • Biscoito de legumes para pets

    Biscoito de legumes para pets

    Alternativas saudáveis às guloseimas

    Para aniversários, mesmo para a Páscoa, há opções de petiscos e até ovos (ou que se assemelham muito a ovos) que podem ser oferecidos aos animais, já que em sua composição só entram frutas e legumes, que são alimentos muito recomendados aos bichinhos.

    Existe em São Paulo até uma empresária que montou uma confeitaria especializada nesse tipo de petisco, com excelente aceitação de público.

    Todos os petiscos que ela oferece são naturais. São biscoitos, bolinhos de aniversário, além de ovos de Páscoa feitos com alfarroba, até panetone para pets. Se você quiser tentar alguma receita, saiba que você nunca poderá usar trigo, leite, sal, açúcar nem corantes. Os ingredientes recomendados são farinha de arroz, banana, cenoura, pasta de amendoim, alfarroba, frango, frutas e legumes.

    Por falar nisso, reproduzimos abaixo uma receita de biscoito de legumes, muito fácil de fazer.

    Biscoito de legumes

    3ecb4565db0125482737c9e40342f74b | Manual Pet

    Em um processador, triture uma cenoura – se for orgânica, pode ser utilizada mesmo com casca –, uma abobrinha (se não tiver um processador, rale primeiro os legumes num ralador e bata-as num liquidificador), junte algumas folhas de espinafre, 4 colheres de manteiga de amendoim (não existe no Brasil, mas seria o ingrediente ideal, que normalmente pode ser substituída por mel) e, finalmente, 1 xícara das de chá de aveia em flocos.

    Bater tudo no processador ou no liquidificador até que os ingredientes se transformem numa pasta multicolorida (leva alguns segundos tanto no processador quanto no liquidificador).

    Em uma tigela, quebre dois ovos, verificando, antes de agregá-los à pasta se estão em condições de consumo (obviamente, ovos estragados não servem). Na tigela junte os ovos e a pasta. Em seguida, junte 3 a 4 xícaras das de chá de farinha integral, aos poucos (uma colher a cada vez, misturando à pasta e mexendo-a com as mãos para formar um bolo ou uma bola de pasta com farinha). A quantidade da farinha dependerá da umidade dos legumes: quanto mais úmidos, mais farinha será necessária – essa quantidade é sentida por quem está manuseando a pasta.

    Entre duas folhas de papel manteiga, coloque uma porção circular generosa do bolo, em seguida amasse o bolo com um rolo de macarrão, por sobre a folha de manteiga (não se preocupe, que ele não rasga com facilidade).

    Com uma forma de metal ou até com pequenas xícaras, faça recortes no bolo achatado pelo rolo, que serão os biscoitos antes do cozimento. Há formas charmosas em formato de pata de cão ou de gato.

    Em um forno pré-aquecido (geralmente, cinco minutos são suficientes), coloque os biscoitos úmidos para assar em uma temperatura de 200oC por 20 minutos; depois desse tempo, reduza a temperatura para a mínima aceitável pelo marcador do forno (sem apagar a chama, é claro) e deixe assar por mais 10 minutos. O objetivo é que os biscoitos fiquem bem secos, do contrário, eles ficarão úmidos e, com algum tempo, acabarão embolorando (criando fungos), algo nocivo a qualquer animal.

    Se você, humano, quiser experimentar como um cão ou gato sente o que você fez para ele, não coloque sal nem açúcar para degustar, porque, como vimos acima, esses ingredientes não devem ser usados em receitas para alimentos feitos a seus animais de estimação. Eles apreciarão, acredite – e você não precisa querer agradá-los mais do que com isso. Os biscoitos guardados em um pote bem fechado podem ser dados a eles. Esta receita pode render biscoitos para até um mês, dependendo do tamanho de cada um deles.

    Lembrete: petisco não é alimento principal, ele pode engordar e não é ração. Só deve ser dado de vez em quando, como forma de agrado, não como refeição. 

  • Chocolate para pets: NÃO PODE!

    Chocolate para pets: NÃO PODE!

    O chocolate é feito a partir de grãos de cacau, os quais contém teobromina e cafeína, substâncias encontradas em sobremesas à base de chocolate. Se para nós esses ingredientes não são prejudiciais (a menos que você tenha um ataque hepático por comer muito chocolate!), eles o são para animais de estimação .

    O chocolate pode ser mortal para cães, gatos, ratos, papagaios ou cavalos. A teobromina estimula seu sistema nervoso, e o metabolismo desses animais não pode eliminá-lo.

     

  • Alimentação do seu gato

    Alimentação do seu gato

    Todos os gatinhos merecem ter uma vida saudável e de qualidade mas existem alguns momentos na vida deles um pouco mais complicados em que há a necessidade de um complemento nutricional para ajudar.

    Se você deseja manter seu gato saudável, a Vetoquinol tem o Enisyl-F®, um suplemento nutricional para gatos – tanto adultos quanto filhotes – à base de Lisina, que é um aminoácido fundamental que ajuda a dar suporte a um forte sistema imunológico e à saúde ocular e respiratória dos gatos, além de ajudar a gerenciar problemas comuns de saúde felina, como espirros, coriza e olhos lacrimejantes e inflamados– em muitos casos em que as dietas normais não fornecem esse aminoácido, deve-se fazer uso de uma suplementação dele, e é aí que entra o Enisyl-F®.

    50c42764eefba45e230538dcf56b4123 | Manual Pet

    O produto é obtido através da neutralização da L-Lisina com ácido clorídrico (HCL). Classificado na classe terapêutica como concentrado alimentar, é indispensável na alimentação de animais.

    A embalagem já disponibiliza a quantidade ideal para consumo por filhotes, que é de 250 mg/ml, ou seja, o seu filhote felino deve receber 1 ml duas vezes ao dia, enquanto o seu gato adulto receberá 1 ou 2 duas vezes, dependendo da recomendação para ele feita pelo veterinário (que verificará questões como peso, condição de saúde e a condição do sistema imunológico do animal). É indicado como suporte imunológico para problemas respiratórios pelo tempo necessário, para fortalecimento das defesas naturais dos gatos e até para apoio à função ocular.

    Modo de usar

    A aplicação é extremamente simples: cada pressão no bico dosador representa 1 ml de pasta de Enisyl-F®. Pode ser aplicado diretamente na boca, sobre o focinho ou na pata, onde o seu gato possa lamber. Alternativamente, se for mais conveniente, você pode adicionar o produto no alimento do seu pet. Como ele é extremamente palatável (tem gostinho de peixe), seu gato não terá problemas para aceitá-lo. Inicialmente, deve-se substituir a tampa de segurança pela tampa protetora do bico dosador. A embalagem contém 100 ml do produto.

    Onde encontrar o produto

    O Serviço de Atendimento ao Consumidor da Vetoquinol Brasil localiza-se em São Paulo e pode informar os locais de venda pelo telefone (11) 3568-1111, ou você também pode pesquisar revendedores na descrição do produto no portal da Vetoquinol, clique aqui.

  • Biscoito de aveia, caldo de carne e farinha integral

    Biscoito de aveia, caldo de carne e farinha integral

    Ingredientes

    2 xícaras de farinha de trigo integral

    1 xícara de aveia em flocos

    1 xícara de caldo de carne (não industrializado!!! cuidado com o sódio para seu cão!)

    Utilizando os mesmos acessórios que foram utilizados na receita para o biscoito de banana, misture todos os ingredientes até formar uma massa firme que não gruda mais nas mãos, abra-adepois com um rolo de macarrão (ou com as próprias mãos) e corte-a no formato desejado dos biscoitos.

    Como são biscoitos – a palavra significa, literalmente, cozidos duas vezes: ‘bis’ (dois) ‘coito’ (cozido) –, eles devem ter dois cozimentos, o de 20 minutos aproximadamente em temperatura de 200oC e o de cerca de 10 minutos na menor temperatura possível do forno, justamente para que fiquem secos, dourem e não queimem. Biscoitos não podem ser guardados úmidos, para não haver a possibilidade de produção de fungos. 

    Esses dois últimos biscoitos – banana e aveia com caldo de carne – talvez agradem também aos humanos, apesar de praticamente não levarem tempero. Aos cães agradarão muitíssimo, mas não abuse! Não caia na sedução da carinha fofa deles que insinua um ‘quero mais’ insistente: você deve estar no comando, lembre-se disso para o bem do seu animal!

     

  • Yorkshire Terrier: Saiba como criar um

    Yorkshire Terrier: Saiba como criar um

    Não deixe que a delicadeza do Yorkshire Terrier o engane. Tenaz, mal-humorado, corajoso e às vezes mandão, o Yorkie exibe todos os traços de um verdadeiro terrier: late muito se não controlado, principalmente para estranhos, pode lutar até a morte contra um cão, se não for devidamente apresentado a ele (aos poucos, com cautela), não é tão bom para crianças pequenas (que o podem ver como um brinquedo) e é adaptável facilmente a apartamentos, pelo tamanho (de 20 a 25 centímetros, da pata à cernelha; no máximo, 30 centímetros). Muitas vezes nomeada a raça de cachorro mais popular em várias cidades americanas, os yorkies são os favoritos dos urbanos do mundo inteiro.Eles têm vida longa (de 12 a 16 anos) e são hipoalergênicos (sua pelagem é mais parecida com os cabelos humanos do que com pelos de animal), até servindo como pequenos cães de guarda. Esta é uma verdadeira “raça de personalidade”, proporcionando anos de risos, amor e companheirismo.

    12c3b8ad1c5452ffb47451be4b54d21d | Manual Pet

    História

    O Yorkshire Terrier foi desenvolvido em meados de 1800 nos condados do norte da Inglaterra de Yorkshire e Lancashire. Tornou-se um cãozinho da moda para damas inglesas nobres no final da era vitoriana, mas no seu início era um cão tipicamente da classe trabalhadora, já que sua origem foram os tecelões da Escócia que migraram para a Inglaterra e trouxeram consigo seus terriers escoceses.Os tecelões escoceses se orgulhavam de seus terriers pequenos e duros, criados pequenos o suficiente para se espremerem nos cantos e recantos das fábricas têxteis em busca de roedores. O ponto de virada na história da raça ocorreu em 1886, quando o Kennel Club da Inglaterra concedeu o reconhecimento à raça, com isso tornando-se moda como companheiro das senhoras. E, à medida que a popularidade do Yorkie entre os da moda aumentava, seu tamanho diminuía para atender melhor à sua nova descrição de cargo: companheiro adorável e divertido sentado no colo do luxo.Piadas foram feitas sobre a longa e sedosa pelagem do Yorkie, com o pessoal das tecelagens britânicas dizendo, no século XIX, que seus cabelos finamente texturizados eram um produto dos teares. A região natal de Yorkie era um centro de mineração e fabricação de têxteis, e muitos yorkies (os maiores e mais pesados) eram empregados em minas de carvão como exterminadores de ratos. Hoje, ainda, nos Estados Unidos da América, eles são o terror dos esquilos.

    Saúde

    Por serem muito sensíveis, eles não gostam de temperaturas extremas (frio ou calor intenso), que devem ser evitadas, para não lhes causar problemas de saúde. Na aquisição, devem ser evitados filhotes extremamente pequenos (menores do que o padrão), porque são propensos a problemas de constituição genética e à saúde em geral. A raça pode ter luxação patelar (típico problema de cães pequenos), problemas oculares como a atrofia progressiva da retina (que pode levar à cegueira), problemas no fígado, traqueia colapsada, hipoglicemia, espirros reversos (de curta duração), além de problemas nos dentes e nas gengivas. A quantidade diária de alimento deve ser de ½ a ¾ de xícara de ração seca de alta qualidade por dia, dividida em duas refeições, com variações para mais ou para menos dependendo da constituição, do metabolismo, do nível de atividade do seu cão adulto e até da qualidade da ração. O peso normal de cães até 22 centímetros é de 3,2 kg, mas o ideal é a apalpação no meio da coluna, que deve ser sentida e devem ser vistas as costelas – se não forem vistas, é preciso reduzir a dose de comida.

    1e637d68094516e9e71156ffb453c0e4 | Manual Pet

    A bela e sedosa pelagem dos Yorkies

    Os filhotes nascem pretos, com a pelagem azul e castanho se desenvolvendo gradualmente, geralmente após os um ano de idade. Filhotes que começam a clarear antes dos um ano de idade geralmente ficam mais cinzentos do que azuis.Da parte de trás da cabeça até a ponta da cauda, a pelagem é de um azul acinzentado escuro – às vezes descrito como o azul de um cano de espingarda – com um brilho azulado quando visto à luz do sol. A cabeça é dourada, não avermelhada, com os pelos castanhos mais escuros nas raízes do que nas pontas. A pelagem que cai sobre o rosto é longa, com o mesmo tom dourado da carinha. Os pelos são um pouco mais escuros na base das orelhas e no focinho. O bronzeado na cabeça não se estende além das orelhas, e nenhum pelo preto se mistura ao bronzeado. Os Yorkshire Terriers também têm patas bronzeadas, mas a cor bronzeada não se estende acima dos joelhos.Alterações hormonais também podem afetar a cor. As fêmeas no cio ficam mais leves e depois escurecem novamente após o término desse período. Escove suavemente a longa pelagem do Yorkie todos os dias para ajudar a evitar que os pelos se enrolem e para mantê-los limpos. Para manter a pelagem bela e brilhante, o banho do seu Yorkie deve ser semanal, sem necessidade de esfregar a pelagem, apenas molhá-la, aplicar-lhe o xampu e passar os dedos por el para levantar a sujeira, daí aplicar um condicionador suave e enxaguar bem o animal, também usando um condicionador suave para a secagem e escovação, considerando que escovar uma pelagem seca ou suja provoca quebra dos fios da bela pelagem do seu Yorkie. As unhas aparadas corretamente ajudam a evitar problemas. E aparar os pelos muito compridos junto à área anal é interessante para evitar sujidades e mau cheiro nos pelos da região.

  • Como limpar as orelhas de cães e gatos

    Como limpar as orelhas de cães e gatos

    Caso você não saiba, é importante sempre verificar como estão as orelhas de seus animais de estimação. Um dos sinais de que algo não vai bem é a coceira intermitente que cães e gatos podem manifestar.

    A cera nos ouvidos – um dos problemas – impede os humanos de ouvir bem, nos animais não é diferente. Ocorre, porém, que neles, que possuem cavidade auditiva bem maior do que a dos humanos, a cera e sujidades podem atrair parasitas, como carrapatos, só para dar um exemplo. Vamos aprender a limpar, hidratar e reequilibrar as orelhas de cães e gatos, deixando ao redor delas uma agradável fragrância de limão?

    Procedimentos para a higienização das orelhas de seu animal de estimação

    Como os animais não conseguem dizer aos tutores que eles, cães, estão com problemas auditivos, cabe aos humanos perceberem os sinais, como coceiras ou queixas ao simples toque (estas, sinais de dores causadas por algum problema mais sério).

    Os dois procedimentos absolutamente necessários são a limpeza com determinada frequência das orelhas (o que inclui uma limpeza mais profunda que chegue às partes internas dos ouvidos que sejam acessíveis) e eventualmente a aplicação de algum produto farmacológico (remédio), se o problema já tiver alguma dimensão maior ou for bem recorrente (em algumas raças, otites são mais comuns, como veremos).

    Exemplo de produto disponível

    O mercado de produtos veterinários já é bem grande no Brasil e dispõe de vários produtos, inclusive para a limpeza e higiene dos ouvidos de animais domésticos. Daremos o exemplo de um deles, que traz já na embalagem instruções bem fáceis de serem seguidas para o procedimento.

    Trata-se do Sonotix®, marca registrada de um produto do laboratório francês Vetoquinol.

         Veja como é fácil fazer a limpeza das orelhas dos animais domésticos

    Não há necessidade de ter medo de limpar as orelhas de seus bichinhos, porque hoje produtos como o Sonotix® facilitam essa rotina. O produto é exclusivamente para uso veterinário e já traz na própria embalagem os procedimentos necessários.

    O efeito do produto

    O produto que usamos como exemplo apresenta-se como sendo uma solução auricular de limpeza profunda e é indicado para cães e gatos, tendo uma tripla ação: remover o cerume de forma rápida e eficaz; manter saudáveis os ouvidos do animal; e neutralizar o odor que exala de canais auditivos de animais, especialmente os que têm orelhinhas que os abafam, como é o caso de animais com orelhas rebaixadas. O cocker spaniel é exemplo de uma raça com essas características, não por acaso uma das que mais sofre com otites e que até é a capa do estudo da própria Vetoquinol publicado sobre o produto (disponível emhttps://www.vetsmart.com.br/cg/estudo/13921/sonotix-uma-nova-dimensao-na-otologia), sob o título “Chegou Sonotix”.

    Sequência de procedimentos para a limpeza:

    1. Despeje com cuidado duas gotas do produto no canal auditivo com o uso da cânula aplicadora que acompanha o produto. Em animais com orelhas grandes, elas precisam ser obviamente afastadas para que se consiga ver o canal auditivo do animal. A ponta da cânula deve ser colocada na entrada da orelha e deve-se, em seguida, apertar o frasco até que se possa sentir que dele saíram jatos. Não se preocupe com excessos.
    2. Faça massagem por um minuto pressionando a orelha contra o corpo do animal, delicadamente, de baixo para cima, o que ajuda a soltar e remover os resíduos internos.
    3. Deixe o animal chacoalhar a cabeça – ele o fará inevitavelmente.
    4. Limpe eventuais excessos do produto com algodão ou um lenço de papel.

     

    Evitar machucar o animal

    Especialmente em animais que se queixam ao simples toque, mas também observando cuidados mínimos em todos os animais, procure evitar machucar o animal, respeitando as fases acima, efetuadas com o cuidado necessário na pressão, na colocação da cânula, no massageamento e na limpeza do excesso.

    Evite pressões excessivas (o grito do animal é o sinal importante de que está havendo alguma força a mais), movimentos bruscos e pressa. No caso da colocação do algodão ou papel para retirar o excesso, não há necessidade de forçar seu dedo no interior do canal auditivo do animal, apenas se deve colocar o algodão e fazer um movimento circular delicado para promover a limpeza – é mais o algodão que seu dedo que entra no ouvido do animal. Não piore a condição do animal, portanto! Saiba que limpezas bruscas podem até provocar a perfuração do tímpano do animal, o que inevitavelmente o levará à surdez.

    Como o pH do produto é neutro, não há nenhum perigo de que a limpeza agrida a pele das orelhas dos ‘pets’.

    Agentes para diminuir ou amolecer o cerume dos ouvidos (ceruminolíticos)

    Os ingredientes do produto são suaves. Eles foram tratados e tornados acessíveis ao público para ajudar na limpeza do ouvido dos ‘pets’ sem causar neles qualquer alergia tampouco irritar a pele ou o pelo dos animais.

    O produto citado contém três agentes ceruminolíticos, ou agentes que ajudam a diminuir ou amolecer o cerume dos ouvidos, que é a cera dos ouvidos, aquela substância meio líquida, meio pastosa, grosso, gordurosa e amarelada que se forma no conduto auditivo externo. São eles: o transcutol V, a glicina capriloil e o álcool isopropílico.

    O transcutol V interfere na integridade do cerume, ou seja, promove o processo de liberação das aderências do cerume da superfície onde está instalado, que é o ouvido do animal.

    A glicina capriloil agiliza o processo de limpeza através do processo de emulsão (que provoca a dispersão de um líquido em outro não imiscível – que não se mistura – com ele) dosdebris celulares, que são fragmentos de células que ocorrem por alguns motivos, entre os quais a necrose de células – no cerume, isso é bastante comum. O cerume normal é necessário para proteger o ouvido de poeira e micro-organismos que podem causar infecções no ouvido. O problema é o excesso, que é comum em ‘orelhas abafadas’, como as dos ‘cockers’, por exemplo. A retirada de cera deve ser adequada, não havendo retirada contínua, porque, quanto mais cera se retira, mais as glândulas sebáceas a produzem, como forma de compensação. A retirada sem critério pode provocar o que o excesso de cera também provoca: otites e até surdez. O uso do produto uma vez por semana visa a dar a adequada limpeza, sem excesso, do cerume.

    O álcool isopropílico, também auxiliar na emulsão dos debris celulares, tem função adstringente, ou seja, de compressão dos tecidos e diminuição das secreções do ouvido.

    Na composição do produto, entram também: calêndula, glicerina, labrasol, fragrância de limão, polisorbato 80, TRIS, glicina undecilenoil e água.

    A calêndula e a glicerina têm duas funções: são umectantes (provocam umedecimento da pele) e emolientes (provocam amolecimento da delicada pele para o efeito desejado de favorecer a dissolução do excesso de cera e seu escorrimento).

    O labrasol é um agente que favorece a emulsão e a solubilidade da glicina capriloil e do álcool isopropílico.

    A fragrância de limão colabora para o controle do odor da superfície do ouvido.

    O polisorbato 80 é um conhecidíssimo estabilizante e emulsificante.

    O TRIS – abreviação de tris(hidroximetil)aminometano, é um produto muito usado em géis para manter o pH estável, ou seja, para evitar alterações bruscas do pH natural de uma superfície.

    A glicina undecilenoil é um lipoá4cido, que facilita a manutenção do pH normal da orelha, que é ácido. É mais eficiente do que produtos à base de ácidos láticos, tendo havido já estudos em pessoas, com resultados mais favoráveis aos lipoácidos.

    A água, o solvente universal, usada na formulação do produto, possibilita, no caso de produtos para tratamento de otites, a higiene da orelhaantes da utilização desses produtos.

    Frequência da limpeza

    A recomendação normal é de uso uma vez por semana para limpeza, mas esse período pode ser reduzido segundo orientação veterinária. Não contrarie a orientação do veterinário nem aplique o produto, se não tiver a devida orientação, em períodos mais frequentes do que uma vez por semana, para evitar justamente o efeito de retirada indiscriminada do cerume, o que provocará também efeitos nocivos à audição do seu animal.

    Conservação do produto

    Deve-se conservar sempre o produto em sua embalagem original, fechada e em local seco, ao abrigo da luz e umidade. Ele não deve ser armazenado junto a produtos tóxicos.

    Contraindicações e precauções

         Não se deve utilizar nenhum tipo de produto de limpeza nos casos onde houver suspeita de ruptura da membrana timpânica ou presença de erosão da bigorna, um dos três ossículos responsáveis pela comunicação dos sons no ouvido, fenômeno comum em otites médias. A erosão é uma ruptura na superfície de um osso de revestimento (cortical). O veterinário deve ser imediatamente consultado.

    Excelente avaliação do produto

         Um procedimento avançado para diagnóstico de problemas de ouvido usado por veterinários é a videotoscopia. Com ela, avalia-se o ouvido externo e a membrana timpânica com imagens bem mais detalhadas que o otoscópio tradicional. Infecções, inflamações, tumores, ruptura da membrana timpânica e otite média são os possíveis diagnósticos encontrados neste exame.

         Quando verificada com videotoscopia, os escores citológicos (que marcam a redução de debris celulares) foram melhores com o Sonotix® na comparação com um produto concorrente. O estudo mostrou, por exemplo, a aplicação numa fêmea da raça cocker inglês, de 5 anos, apresentando a redução após 30 minutos da aplicação do produto, do escore citológico de 7 para 4; o resultado após uma semana reduziu o índice para 1. Já, num labrador retriever macho de 3 anos e meio, menos sujeito ao problema do que cockers, o produto concorrente chegou aos respectivos escores: 6 (no momento da aplicação), 5 (após 30 minutos) e 3 (após uma semana). Os índices de redução, comparativamente foram:

    Tempo

    Sonotix®

    Concorrente

    Após 30 minutos

    42,85% de redução

    16,66% de redução

    Após uma semana

    85,71% de redução cumulativa

    33,33% de redução cumulativa

     A vantagem sobre o concorrente é de 2,5 vezes mais eficiência do Sonotix®.

     Fale com seu veterinário. Se ele não conhecer o produto, indique o estudo acima apontado (“Chegou Sonotix”). O seu animal bem como os tratados por ele podem se beneficiar muito com o uso deste produto inovador.

     

  • É preciso limpar os olhos dos cães? Como fazer isso?

    É preciso limpar os olhos dos cães? Como fazer isso?

    Qualquer que seja a raça, os cães têm uma sensibilidade particular nos olhos, e esse órgão requer atenção diária. Portanto, é importante limpar os olhos do cão regularmente.Em raças pequenas, os canais lacrimais dos olhos do cão frequentemente ficam bloqueados, resultando em lágrimas escorrendo pelo canto do olho, o que acaba por manchar os pelos, algo visível pela alteração de sua coloração original.

     

    Cuidados externos

    Os cuidados que você pode oferecer aos olhos do cão serão externos e, portanto, afetarão apenas as seguintes estruturas: córnea, conjuntiva, ângulos dos olhos.

     

    Limpando os olhos do cachorro

    Os produtos a serem usados para lavar os olhos do cão são apenas loções para os olhos de limpeza específicas para cães ou soro fisiológico (em uma única cápsula, isso pode ser transportado e armazenado com muita facilidade).

    Para evitar estrias desagradáveis, limpe o olho todos os dias com uma compressa embebida em um antisséptico ocular e não um algodão que deixe filamentos nos cílios.

    O modo correto de limpar um olho é ir do ângulo interno (aquele mais próximo dofocinho) ao ângulo externo (o mais próximoda têmpora) para evitar trazer sujeira de volta ao olho.

     

    Conjuntivite

    Em caso de infecção por conjuntivite, a limpeza é necessária antes da aplicação do produto de tratamento. A ação do princípio ativo da droga será acentuada pela limpeza prévia. Incutir o tratamento de colírio em um olho sujo diminui bastante a eficácia do tratamento.

     

    Higiene regular

    Para a higiene regular dos olhos do seu animal, use um produto específico recomendado para ele, pois, assim fazendo, não haverá risco de irritação.

    Regras básicas para o cuidado com os olhos de um cão:

    1. Use uma compressão, não algodão.
    2. Segure o animal com cuidado para não o machucar.
    3. Nunca trate um olho vermelho ou sujo – limpe-o antes ou procure auxílio de um veterinário para saber a forma certa de atuar.

    Os produtos mais indicados para as limpeza dos olhos do cão (sempre a partir de indicação de um médico veterinário):

    1. Soro fisiológico
    2. Compressa
    3. Colírio antibiótico
    4. Colírio antisséptico

    Os diferentes tipos de colírio (de acordo com o tipo de problema e com a orientação de um veterinário especializado)

    1. Anestésico
    2. Antibiótico
    3. Anti-inflamatório

    Como aplicar o colírio

    1. Instile a quantidade de gotas determinada no canto interno do olho.
    2. Não faça use de colírios por mais de 15 dias, a não ser produtos especiais recomendados em casos específicos de problemas recorrentes que requeiram auso contínuo do colírio e sob orientação de um veterinário.
    3. Não aplique colírio sem um diagnóstico preciso da condição do animal, pois isso pode ser mais prejudicial a ele do que benéfico.

     

    Os sinais alarmantes em oftalmologia

    1. Olho fechado.
    2. Secreção purulenta.
    3. Dor repentino.

    Primeiras medidas em casos de sinais alarmantes

    1. Limpar os olhos com solução salina.
    2. Cobrir os olhos com uma compressa.

    Apenas isso. Em seguida, o mais rápido possível, levar o animal a um veterinário especializado.

     

    Produtos disponíveis no mercado

                Além do manuseio correto ao aplicar os produtos, é necessário conhecer aquilo que é adequado e que está disponível. A razão é simples: assim como nos humanos, os olhos do cão são frágeis!

    Existem muitos itens disponíveis, mesmo na Internet, a preços excelentes e perfeitamente adequados à higiene ocular do seu amigo de quatro patas. Procure laboratórios confiáveis e marcas de prestígio. Os produtos disponíveis mais comuns e sem praticamente contraindicações são as loções para os olhos, os soros de limpeza e as gotas hidratantes com ácido hialurônico para a limpeza dos olhos dos cães.

     

    O conselho veterinário para limpar adequadamente os olhos de seu cão

    A doutora NoémieTommasini, diretora e instrutora da Escola Superior de AIDS Veterinária – Institut Bonaparte, em Paris, explica a seguir como limpar os olhos de seu cão.

    1) Você precisará de:

    – um limpador para olhos,de uso veterinário;

    – compressa;

    – um deleite para recompensar o seu cão no final da limpeza.

    Você tem tudo isso? Então, vamos à obra: coloque seu cão confortavelmente em uma mesa, no chão ou no colo, dependendo do tamanho dele.

    2) Com a mão menos habilidosa (se destro, com a esquerda; se canhoto, com a direita), abra as pálpebras. Com a outra mão, despeje o limpador sobre os olhos sem tocar neles. Com os dedos, feche e abra as pálpebras para distribuir bem o limpador. Não há risco de overdose, portanto, não se preocupe se houver derramamento a mais do que o estritamente recomendado.

    3) Feche as pálpebras e limpe o produto que transbordar com uma compressa. Para esta etapa, evite o algodão, que pode deixar pequenos filamentos no olho.

    Você conseguiu? Faça o mesmo com o segundo olho, lembrando de recompensar o seu amiguinho no final.

    Concluindo: use um limpador de olhos próprio para a limpeza de olhos de cães, abra as pálpebras, aplique o produto, abra e feche as pálpebras, limpe os excessos e recompense  animal.

  • Como limpar a orelha do seu cachorro ou gato?

    Como limpar a orelha do seu cachorro ou gato?

    Vocês costumam verificar sempre a orelha dos seus bichinhos? Aposto que você já viu eles coçando a orelha várias vezes por dia, mesmo sem ter nenhum problema aparente.

    Quando nós humanos estamos com excesso de cera no ouvido, não escutamos direito, não é mesmo? Sabia que o mesmo acontece com os animais? 

    O caso deles precisa de mais atenção por ter uma cavidade maior que a da nossa orelha, podendo juntar mais sujeira, cera e até alguns parasitas como o carrapato.

    Existem produtos que podem te ajudar nessa hora tão importante da higienização das orelhas do seu bichinho. 

    E a nossa sugestão é o Sonotix! Uma solução auricular de limpeza profunda para cães e gatos, que tem como diferença para outros produtos a tripla ação:

    • Remove o cerúmen de modo rápido e eficaz;
    • Mantém os ouvidos saudáveis;
    • Neutraliza o odor, deixando uma agradável fragrância de limão nas orelhas dos bichinhos.

    5d00a953235c07ee0921fde5f134e974 | Manual Pet 

    Componentes e indicações

    Os componentes deste produto são:Calêndula, Glicina Capriloil, Glicerina, Álcool isopropílico, Labrasol, Fragrância de limão, Polissorbato 80, Transcutol V, TRIS, Glicina undecilenoil e Água. Ele é indicado para limpar e ajudar a remover a cera dos ouvidos de gatos e cães, como parte de um programa de higiene de rotina ou antes da utilização de produtos para o tratamento de otites externas em cães e gatos. Como possui um pH neutro e é livre de parabenos, é um excelente auxiliar para que seu animalzinho tenha sempre as orelhas saudáveis.

    d96168da7a0c5304b3863640b3ff728b | Manual Pet

    Modo de usar e precauções

    É simples aplicar o produto – inclusive a embalagem traz as instruções passo a passo, ilustradas. Primeiro, deve-se colocar o produto no canal auditivo, massageando gentilmente de baixo para cima as orelhas do animal, para ajudar a soltar e remover os resíduos e deixando que o animal chacoalhe a cabeça. O final do procedimento consiste em limpar o excesso do produto com um lenço de papel ou um chumaço de algodão e, se necessário, repetir o procedimento (ver figura 1 abaixo). A indicação é para limpeza uma vez por semana ou a critério do veterinário.

    fe958cc18f43d117e12b25e3563d4c7b | Manual Petfe958cc18f43d117e12b25e3563d4c7b | Manual Pet

    Figura 1: Reprodução da embalagem, na parte que contém as instruções.

     

    Na aplicação do produto, use apenas os dedos, jamais hastes flexíveis de algodão. Caso haja algum problema, interrompa o tratamento e consulte um veterinário. O produto é para uso externo e apenas em animais, sendo que o contato com os olhos deve ser evitado – caso ocorra, enxágue bem a região. Ele não deve ser ingerido e deve ser mantido longe das crianças e dos próprios animais. A cânula de aplicação deve ser lavada tão somente com água após o uso. E as mãos do aplicador também devem ser lavadas após o contato com o produto.  Finalmente, o produto deve ser mantido a uma temperatura abaixo de 30°C. O frasco contém 120 ml e é encontrado em grandes redes de produtos para animais, também em fornecedores pela internet.

    (Confira no site da Vetoquinol: https://www.vetoquinol.com.br/content/sonotix®).

     

     

  • Como manter saudável o cão que vive no campo

    Como manter saudável o cão que vive no campo

    Mesmo, em geral, podendo ser o cão do campo mais saudável do que o da cidade, viver no campo pode causar perigos para a saúde do seu cão. 

    Viver no campo com o próprio cão e não ter à disposição muitos centros veterinários é uma situação que apresenta muitas desvantagens para a saúde, pois é um contexto em que uma doença ou um incidente podem se transformar em eventos bastante graves para o nosso pequeno amigo.

     Embora pareça um panorama delicado, o segredo para evitar que as coisas piorem é tomar algumas simples precauções. Deste modo tanto o tutor quanto o animal doméstico podem levar uma vida agradável e sem inconvenientes. 

     

    Seguem alguns conselhos úteis para quem não sabe manter o animal saudável no campo.

     

    Medicamentos e acessórios sempre necessários

    Alguns remédios, no entanto, deveriam sempre estar presentes com você. Seguem uma lista básica:

    • Clorexidina;
    • Peróxido de hidrogênio, mais conhecido como água oxigenada;
    • Tintura de iodo;
    • Diferentes tipos de antibióticos;
    • Comprimidos de carvão ativado;
    • Analgésicos;
    • Bandagem;
    • Suplementos alimentares;
    • Diferentes tipos de anti-inflamatórios;
    • Gaze;
    • Medicamentos antidiarreicos.

    Mesmo que você possua este kit para tratar seu animal de estimação em caso de acidente, você ainda deve conversar com o veterinário para lhe dizer a melhor maneira de tratá-lo, caso você não saiba o que fazer. A orientação para o uso de cada produto da lista acima e de outros que o veterinário indicar deve sempre partir do seu veterinário de confiança. Esteja sempre bastante consciente do cuidado que está prestando ao seu animal.

     

    Cuidado com a Leishmaniose

    Como você deve saber ou imaginar, um dos maiores riscos que seu animal de estimação pode correr vivendo em uma área rural é causado pela presença de pulgas, carrapatos e mosquitos. Esses insetos não são apenas irritantes, mas também perigosos, pois podem transmitir a leishmaniose, uma doença potencialmente letal.  

     

    Proteger os Alimentos

    Se você estiver no campo, cuide da comida, para que ela não seja alvo de concorrentes perigosos como ratos e outros roedores do campo que podem trazer doenças ao ambiente do seu animal.

    Em poucas palavras, nesse tipo de contexto, é muito importante que seu amiguinho siga uma dieta adequada, pois isso o manterá saudável.

     

    Condição física e Emocional associadas

    Preste atenção ao estado físico e emocional do seu bichinho.

    Sempre se deve prestar atenção ao humor de seus amiguinhos, bem como verificar a pele e os pelos deles, uma ou duas vezes por semana, para evitar eventuais problemas, como lesões ou infecções, que, se descobertas a tempo, têm mais chances de tratamento e cura. 

     

    Vacinas e vermífugos

    Nunca é demais cuidar da aplicação de vacinas e vermífugos e sempre pedir orientação ao veterinário sobre problemas específicos da raça que for escolhida para a sua companhia em sua morada no campo, a fim de que não haja nenhuma surpresa. E tomar todos os cuidados recomendados quanto à higiene do animal, porque nenhum ambiente rural torna imune o animal a problemas que teria em qualquer ambiente.