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  • Características principais do gato Sphynx

    Características principais do gato Sphynx

    O gato Sphynx (ou gato esfinge, como alguns criadores o chamam) é curioso e energético. Tem médio a grande porte, pesando de 3 a 6 quilos. Mesmo com poucos pelos, o que deixa à mostra músculos e ossos, com a pele formando rugas, os gatos dessa raça não são frágeis, ao contrário, são muito saudáveis. Têm olhos largos em forma de limão geralmente com a cor combinando com a fina pelagem, orelhas grandes e triangulares e focinho alongado. Quando têm bigodes, estes são quebrados e esparsos. Tem barriga gorda, como se estivessem terminado uma farta refeição. São gulosos e carinhosos com os donos, com quem vivem interagindo, quase falando. São verdadeiros acrobatas, com disposição incrível para brincadeiras. São ótimos companheiros de crianças, porque não são nada agressivos, e de outros animais domésticos que tolerem gatos. Eles não são totalmente sem pelos, pois têm um casaco fino e quente que os faz sentir incrivelmente macios, como uma pele de pêssego ou de camurça ao toque. A cor da pele corresponde à dos pelos que ele deveria ter. Alguns o têm como hipoalergênico, por não ter praticamente pelos, mas eles segregam uma proteína pela saliva e pelas glândulas sebáceas que causa reação alérgica em pessoas com sensibilidade a ela.

     

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    Origens da raça

    As origens são controversas: a origem específica dessa raça é desconhecida, embora gatos sem pelos tenham sido modelados em cerâmica no antigo Egito e na era pré-colombiana.No entanto, a raça atual é do século XX. Há criadores que defendem que os Sphynx teriam surgido no Canadá, outros que afirmam que eles teriam surgido nos Estados Unidos da América, outros que a raça teria sido originária da França. Os registros oficiais de gatos, em cada um desses países, tentam provar a sua origem e o ano dos primeiros exemplares, que pode estar tanto na década de 1960, quanto na de 1970 ou na de 1980. Parece ser mais aceita a origem canadense da raça. Um fato é comum na explicação de todos: a raça surgiu de gatos de rua que nasceram quase sem pelos, sendo aprimorada por cruzamentos também com outros gatos praticamente sem pelos. O nome vem da semelhança com a figura da Esfinge egípcia (que lembra um felino).

     

    Dieta e cuidados com a saúde

    Como o Sphynx queima calorias mais rapidamente por causa de sua nudez, o que diminui sua temperatura corporal, ele deve consumir uma quantidade relativamente grande de alimentos. Os petiscos, é claro, complementam bem as rações normais para gato, mas precisam ter pelo menos uma qualidade superior. Nos mercados para pets nos Estados Unidos, no Canadá e na França, até há petiscos especiais só para Sphynx, desenvolvidos para atender perfeitamente às suas necessidades nutricionais. Por não terem praticamente pelagem nenhuma, não demandam escovação, mas devem tomar banho semanalmente, porque costumam reter óleo na pele, a qual, por ser praticamente sem pelos, precisa ser constantemente hidratada. Arranhões e feridas podem ser mais graves na raça, que é de animais que sentem muito frio, daí haver necessidade de recorrer a roupas e cobertas no inverno. Patologias hereditárias como cardiomiopatia hipertrófica podem ocorrer neste animal.

     

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  • Maremano Abruzês: Conheça um excelente e belo cão pastor

    Maremano Abruzês: Conheça um excelente e belo cão pastor

     

    Um pouco de sua história

    Esta raça pertence à família dos grandes cães brancos da Europa Central, de origem de guardiães de manadas e rebanhos com um temperamento desconfiado e até mesmo hostil, que chegou à Itália vinda do Oriente Médio. Essa origem supõe ancestrais comuns com os cães de montanha dos Pireneus, os Kuvasz húngaros, os Tatras da Polônica, os Cuvacs eslovacos, os pastores ilíricos de Kosovo e Macedônia (embora com pelagem colorida) e os pastores da Anatólia turcos. Citado e elogiado por escritores desde o século III a. C., esse cão pastor de pelagem branca continuou a desempenhar suas funções como guardião de rebanhos sem perturbações ao longo dos séculos, sem nunca deixar os Apeninos centrais e meridionais, onde havia constituído sua própria espécie, conforme vários registros escritos e iconográficos testemunham. Em 1898, foram registrados no Libro das Origens, do Kennel Club Italiano, quatro cães pastores. Em 1924, Luigi Groppi e Giuseppe Solaro esboçaram o primeiro padrão da raça.

     

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    Até 1958, o pastor abruzês e o pastor maremano eram considerados duas raças distintas e separadas. Precisamente em 1950, foi fundada uma associação de criadores de pastor abruzês, e em 1953 nasceu uma associação para os criadores do pastor maremano. Em 1º. de janeiro de 1958, a Entidade Nacional de Cinofilia Italiana unificou as duas raças sob um único padrão, sustentando que, devido à migração dos rebanhos de uma região para outra, processo favorecido pela unificação da Itália, ocorreu uma ‘fusão natural’ entre os dois tipos de cães. A região de Maremma é uma área geográfica da Itália que faz fronteira com a Ligúria até o Mar Tirreno. Ela compreende parte do sudoeste da Toscana – Maremma Livornese e Maremma Grossetana – e parte do norte do Lácio. Atualmente, o pastor maremano abruzês é ainda largamente utilizado na proteção dos rebanhos de ataques de lobos. Para esse fim, foram criados projetos, entre os quais o da Região do Piemonte, que prevê a atribuição de espécimes bem adestrados aos pastores que os solicitam. Ao mesmo tempo, essas iniciativas visam reduzir a caça por predadores contra espécies ameaçadas de extinção.

     

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    Descrição física e temperamental

    O maremano abruzês tem a cauda presa baixa e que se estende para além do jarrete, estando quase sempre inclinada (se o cão está em repouso), mas ele a sustenta ereta, na linha do dorso, quando o cão está em alerta ou excitado. O branco uniforme é a cor que o distingue. Toleram-se os tons de marfim ou laranja pálido, desde que discretos. A pelagem é muito abundante, longa, bastante áspera ao toque. Uma leve ondulação é tolerada. O subpelo é abundante durante a estação fria. Os olhos não são grandes em relação ao tamanho do cão, tendo coloração ocre ou castanho escuro, com a rima palpebral (espaço entre as pálpebras) amendoada. As orelhas pendem do alto da cabeça, em forma de “V”, mas têm muita mobilidade. A cabeça é grande e achatada, de forma cônica, lembrando a cabeça de um urso branco. O crânio é largo. Não é incomum encontrar amostras que excedam em muito a altura e o peso definidos pelo padrão, que são: altura das patas à cernelha do macho:  65 a 73 cm; e da fêmea: 60 a 68 cm; peso ideal do macho: 35 a 45 kg; e da fêmea: 30 a 40 kg. Como  testemunhado pelo escritor romano Columela no primeiro século, a pelagem branca desses é apreciada desde os tempos antigos, pois evita que os pastores confundam o cão com um dos predadores durante os ataques de lobos ao entardecer. Alguns anos depois, o filósofo Varrão acrescentou que o cão pastor é grande, branco, com olhos e lábios pretos, e que, quando vistos no escuro, as orelhas cortadas o fazem parecer um leão. É um cão com um temperamento muito forte, confiante e independente, como a maioria dos cães de trabalho. E, como cão pastor, ele mostra um apego profundo ao dono, a quem ele vê como ponto de referência. Parece ser tímido e desconfiado para com estranhos, embora não expresse uma disposição excessivamente agressiva: uma característica da raça é a de se apresentar como um animal com um comportamento sóbrio e basicamente mais comedido do que o de outros cães. É também um cão que presta muita atenção aos detalhes e ao ambiente circundante.

     
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    Cuidados e Precauções

    O pastor maremano abruzês é historicamente um cão muito rústico, capaz de resistir a doenças, frio e mau tempo. Apesar do seu tamanho, não é incomum encontrar cães desta raça com mais de 10 anos de idade, graças à sua resistência natural. Ele não requer cuidados especiais, mas por ter pelos longos, necessita de escovação esporádica da pelagem e, por estar sujeito a parasitas, necessita de controle habitual antiparasitário. Os criadores afirmam que esse cão precisa de treinamento especial, muito mais atencioso do que com outras raças, com base em uma pedagogia canina feita mais de interações entre homem e animal do que coerção física e verbal. Esse aspecto pode tornar a relação com o cão cansativa, mas ao mesmo tempo pode ser um parâmetro para testar a sua inteligência. Os maremanos abruzeses respondem mais a comandos de chamamento (verbais) do que com ações (gestuais). Comparada com outras raças, que percebem a figura humana no comando como dominante, esta possui um temperamento mais independente, razão pela qual sua educação requer um maior comprometimento do homem: isso também se deve à seleção artificial secular que moldou a genética comportamental do animal, concentrando-se mais no desempenho de tarefas de guarda e defesa e menos no contato com seres humanos, além de se adaptar a um ambiente em que indivíduos estrangeiros são percebidos como intrusos ou perigosos. É por isso que pode ser difícil estabelecer um relacionamento hierárquico por parte do mestre humano. No entanto, isso não implica que esta raça de cão não seja muito adequada como animal de companhia; o pastor maremano abruzês, de fato, embora se mostre alheio à submissão, se bem educado e bem inserido no contexto familiar, consegue estabelecer um relacionamento emocional intenso e um entendimento muito profundo com seus “comandantes”.

     
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    Difusão da raça

    A área de maior difusão desta raça é bastante vasta: de fato, vai da província de Grosseto (até o alto Lácio, passando pela Úmbria, pela região de Marches, por toda a região de Abruzzo, pela região de Molise, pelos Apeninos da Campânia e pelo norte da Apúlia. Em 2008, 658 filhotes foram matriculados nos livros genealógicos da Entidade Nacional de Cinofilia Italiana, enquanto em 2010 houve 710 novos registros. Esse aumento continuou nos anos seguintes, a ponto de que em 2013 os filhotes matriculados na Entidade Nacional de Cinofilia Italiana se tornassem 801 e, em 2015, o número subisse para 1019. Além da península italiana, os cães pastores maremanos abruzeses também são usados como guardiães de rebanho na Austrália, no Canadá e nos Estados Unidos. Em 2006, em Warrnambool, na Austrália, foi iniciada a primeira experiência de proteção de pinguins contra ataques de raposas, usando cães pastores maremanos abruzeses. Em 2010, este projeto foi premiado com o Prêmio a Cuidados Assistenciais do Governo Australiano.

  • O Gato Persa: Conheça o afetuoso e sedentário príncipe

    O Gato Persa: Conheça o afetuoso e sedentário príncipe

     

    O gato persa é o emblema vivo da beleza felina. Sedentário e preguiçoso, mas muito afetuoso, adapta-se perfeitamente à vida doméstica.

     

    O que é ter um gato persa em casa

    Parece que os gatos persas são originários da Ásia Menor.  Os primeiros exemplares furam levados à Europa em 1626 por Pietro dalla Valle, um estudioso das raças felinas quem primeiramente percebeu a beleza desses gatos pelo magnífico e longuíssimo pelo. No início, pelo  princípio da seleção, deu-se o nome de gato angorá ou, estranhamente, de gato francês (talvez porque na França era muito apreciado e procurado). Quando depois, sucessivamente, do Irã foi importada uma variedade de gatos menores e mais atarracados e com o pelo longo, foi criado o moderno persa. Em 1871, enfim, quando foi organizada a primeira grande exposição felina pelo inglês Harrison Weir, o progenitor da raça triunfou sobre os outros concorrentes. Daí, então, iniciaram-se os projetos de seleção desse belíssimo felino pela maravilhosa pelagem. Esse tipo de gato foi logo apreciado na época vitoriana, e conta-se que a Rainha Vitória teria sido a proprietária de magníficos exemplares de cor azul.

     

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    Uma pelagem inimitável, um caráter pacífico e sedentário

    Sua pelagem é longa e muito macia, podendo ter várias tonalidades e cores que distinguem a raça, já tendo sido encontradas cerca de duzentas combinações: entre as mais difundidas, as de cores “sólidas” (branco, creme, preto, azul, chocolate, lilás e vermelho) e as tonalidades na forma chamada Tortie, que tem esse nome por conta da semelhança com uma “carapaça de tartaruga”, com cores predominantes preta, azul-creme,chocolate ou lilás; também há os listrados, chamados ‘Tabby’. A característica de comportamento mais importante do persa é ser ele dócil e pacífico, afetuoso e muito adaptado como companhia. Não necessitando de grandes espaços, passam a maior parte do dia deslocando-se de um cômodo a outro e dormindo em cada sofá ou poltrona da casa. Quem não gosta de gatos que saem frequentemente para a aventurar-se em atividades predatórias pode encontrar nesse dulcíssimo felino um companheiro incomparável.

     

    A saúde dos persas 

    Existem, no entanto, duas variedades diferentes de gatos persas: o “normótipo”, também chamado de rosto de boneca, no qual o perfil ainda se projeta dos olhos, e a variedade hipertípica, na qual as características típicas do persa, como o focinho achatado, são exasperadas e potencialmente problemáticas para a saúde do gato, como problemas respiratórios ou até oculares. O persa tem pernas curtas e atarracadas e pés largos e redondos. Seu focinho é arredondado e parece achatado, com nariz afundado e grandes olhos redondos muito coloridos e expressivos, cujos tons variam do alaranjado ao azul, ao verde e ao marinho, com algumas exceções para alguns, que podem ter um olho alaranjado e um azul. Possui orelhas pequenas que caracterizam sua expressão. É um gato que exige muito cuidado por causa de sua pelagem longa (chega a medir cerca de 20 centímetros), embora exista a variedade de pelos curtos, que é a Exotic Shorthair (já pelo nome, percebe-se ser exceção). Os persas devem ser penteados todos os dias, e o mesmo vale para a limpeza dos olhos, devido à copiosa laceração causada pelo formato do nariz afundado, que não permite a descarga de muco em indivíduos hipertípicos. Os machos são muito maiores que as fêmeas, e isso também é uma característica da raça. De fato, os machos pesam cerca de 6 quilos e meio, enquanto as fêmeas permanecem em torno de 3 e meio. Ele, definitivamente, não é um gato de caça, mas um gato de pista e de companhia.

     

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  • Como dar banho em seu gato

    Como dar banho em seu gato

    Se você é apaixonado por felinos ou tem um gato em casa, certamente já se perguntou se faz mal dar banho no gato e se é realmente necessário ter como rotina tal  hábito de limpeza.

    Essas e outras perguntas ocorrem e são pertinentes se relacionadas a gatos, por alguns motivos que podemos explorar mais a fundo.

     

    Gato odeia realmente água?

    Acreditar que o gato odeia a água e que ele passa dias inteiros se limpando e por essas razões não precisa ser lavado não está totalmente certo e, neste artigo, você descobrirá o porquê. Na realidade, tudo relacionado à limpeza de animais domésticos – e especificamente dos gatos – depende de vários fatores, como se o gato já foi habituado ao banho desde filhote ou se teve experiências negativas com a água, daí é que a necessidade ou não de dar banho em seu felino depende mais do fato de haver um motivo higiênico para limpar o seu gato.

     

    É necessário dar banho no gato?

    A resposta a esta pergunta depende de animal para animal e de outras circunstâncias. Os veterinários em geral dizem que não é necessário dar banho no gato se ele estiver saudável e com boa aparência. Eles acrescentam que o banho não deve ser um hábito e que os gatos só devem ser lavados quando for estritamente necessário, por exemplo, se estiverem muito sujos. De fato, se você lavar seu gato com frequência, é possível que a experiência seja traumática também por fazer com que banhos constantes retirem os óleos essenciais que os pelos do animal contêm.

    Dar banho no seu gato, portanto, não precisa ser um hábito, mas é bom saber fazê-lo se houver necessidade. Além disso, os felinos são um dos animais mais higiênicos que existem, pois passam a maior parte do tempo se limpando, num frenético lamber-se de todo o corpo. Se o seu gato é daqueles de pelos curtos e não sai de casa, a escovação regular será suficiente para manter sua higiene.

     

    Para não haver problemas de aversão à água

    Alguém já ouviu a frase “gatos odeiam água”. Algumas aversões não são as problemáticas encontradas em animais com a doença conhecida como hidrofobia, que é a comuníssima raiva. Não, longe disso. Estamos tratando de uma situação que pode ocorrer de o gato simplesmente rejeitar banho, porque alguma experiência com água corrente fria não lhe causou entusiasmo – ao contrário disso, trouxe-lhe vontade de ficar longe dos jatos frios.

    No entanto, essa afirmação não é totalmente verdadeira e trata-se de estar o gato acostumado ou não com a água. Como ocorre com outros animais, você pode educar um gato desde tenra idade e fazer com que ele se acostume a entrar em contato com a água e a ser lavado. Por esse motivo, o ideal é começar com 2 ou 3 meses de idade ou quando ele já recebeu as vacinas necessárias e já está em plena fase de socialização: assim você evitará doenças, e o gato aprenderá que a água não lhe fará mal nenhum.

    Acostumar um gato adulto a se acostumar com a água, por outro lado, é muito mais difícil.Além disso, existem algumas raças de gatos que amam a água, como o gato de Bengala, que não tem problemas em ficar dentro da água e é, além de tudo, um excelente nadador. No entanto, com muita paciência e se o gato estiver calmo e você achar que ele não reagirá muito mal, tente banhá-lo em casa, mesmo que ele seja adulto, mas procure ter certeza de que ele não teve uma experiência negativa anterior.

     

    Quando dar banho no seu gato?

    Mesmo que o gato não esteja acostumado a tomar banho, há situações extraordinárias em que é necessário fazer essa tarefa, independentemente da educação que o bichano tenha recebido, porque, afinal, sujeira é algo que ninguém quer por perto. Apresentamos a você abaixo algumas situações realmente inevitáveis:

    ·         Se você pegou um filhote de gato ou mesmo um gato adulto na rua e ele estiver sujo.

    ·         Se o gato tiver alergias ou infecções de pele.

    ·         Se o gato teve uma insolação ou se está muito quente na sala em que o gato ficar instalado durante boa parte do tempo.

    ·         Se o gato tiver cabelos compridos ou semilongos e você não puder desatar os nós com uma escova ou se ele tiver pele oleosa.

    ·         Se o gato tiver pulgas e você precisar se livrar delas com um xampu especial.

    ·         Se o gato tem micose nos pelos, na pele e/ou nas unhas.

    ·         Se o gato se sujar com alguma coisa, algum produto tóxico ou químico que não possa ser removido sozinho ou que você não possa remover com a ajuda de lenços umedecidos.

    ·         Se o gato parou de se limpar por algum motivo.

    Somente nesses casos é realmente necessário banhar o gato; caso contrário, já são suficientes a higiene que ele mantém por si só ao lamber-se continuamente e escová-lo com uma relativa frequência usando uma escova de acordo com o tipo de pelos que ele possui ou usando toalhetes com xampu seco específico para respeitar a pH da pele do animal a fim de remover certos restos de sujeira sem ter que banhá-lo.

     

    Dicas para dar banho no gato

    Antes de lavar um gato, você precisará considerar várias dicas que você deve seguir para que a experiência seja a mais agradável possível.

    O primeiro banho do gato é o pior porque é uma experiência nova e desconhecida para ele, o que significa que eles não sabem o que está acontecendo. Por esse motivo, é necessário que você transmita serenidade para ele e que o lugar onde você o banhe seja silencioso e pacífico. Não levante a voz e evite movimentos bruscos para que o gato não se assuste. Você terá que acariciá-lo e tratá-lo com muito delicadeza.

    Se possível, peça ajuda a parentes ou amigos para ajudá-lo a dar banho no seu gato. Caso isso não seja possível, prepare tudo o que você precisa para ter ao alcance de suas mãos. Encha o recipiente em que você o banhará com água morna antes que o gato esteja presente na mesma sala, porque o som da água pode assustá-lo e deixá-lo mais nervoso. Se desejar, uma solução pode ser colocar uma toalha no fundo da banheira ou pia, para que ele possa colocar as unhas nela.

    Use um xampu específico para gatos que não seja muito invasivo para a pele e os pelos do animal e banhe-o suavemente, tentando evitar a área da cabeça e sem você aproximar seu rosto perto dele, para evitar arranhões em pontos delicados da sua face, se ele ficar nervoso. Depois de estar o gato ensaboado e enxaguado, seque-o com uma toalha para remover o máximo de umidade. Se você achar que ele não ficará assustado com o barulho do secador, use-o a uma temperatura e potência não muito altas e a uma distância média para evitar queimaduras.

    Quanto mais cedo você começar a dar banho no seu gato, maior a probabilidade de você apreciar a experiência. Desta forma, o momento será mais agradável para ambos.

     

    E a história de dar banho a cada 30 ou 45 dias?

    A frequência praticamente como rotina é muito indicada para cães, não para gatos. Se o seu gato se enquadrar em um ou mais de um dos oito casos acima mencionados, haverá necessidade de um banho eventual. Em casos muito específicos, como o de doenças crônicas, a frequência deverá ser informada pelo veterinário, que certamente estará acompanhando algum tipo de problema de pele que o animal esteja apresentando. Sem esse tipo de transtorno, gatos são limpos o suficiente para que não haja essa despesa frequente com eles.

     

  • Otite em cães: como diagnosticar

    Otite em cães: como diagnosticar

    Prevenir e tratar as infecções de ouvido em cães

    Em vez de falar de otite, devemos falar sobre otites no plural, pois existem vários tipos dessa doença, cujo tratamento dependerá de sua origem. A otite é uma infecção ou inflamação do pavilhão ou do canal auditivo.

     

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    Tipos de otites em cães

    Há quatro tipos de infecções de ouvido em cães: otites parasitárias (ou as sarnas de ouvido), otites bacterianas, otites alérgicas e otites fúngicas.

    As parasitárias são causadas por um parasita que se assemelha a uma aranha minúscula que se multiplica no canal auditivo e se alimenta da cera do ouvido, sendo altamente contagiosa entre cães e de cães para gatos.

    As bacterianas devem-se a bactérias que se desenvolvem nos ouvidos durante certos eventos experimentados pelo cão, como exposição ao tempo frio, falta de manutenção das orelhas pendentes e obstrução de dutos auditivos, e causam dor severa, sangramento e pus.

    As alérgicas preocupam em cães com tendência alérgica, sendo perceptíveis pela vermelhidão e coceira fora das orelhas, no pavilhão e na entrada do canal auditivo, também pelos depósitos amarelados e odorosos de cera, sendo bastante crônicas.

    E as fúngicas são causadas por fungos microscópicos, são crônicas e responsáveis pela má cicatrização ou reaparecimento de outros tipos de infecções de ouvido.

     

    Prevenção e tratamento

    A prevenção consiste essencialmente na manutenção regular das orelhas do seu cão, o que pode incluir limpeza de dutos e depilação, se necessário.

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    Se algum tratamento medicamentoso for necessário, o veterinário prescreverá, dependendo do tipo de infecção de ouvido, líquidos de limpeza ou antibióticos para derramar no canal auditivo, comprimidos, leite dermatológico para passar no pavilhão, tratamento do ambiente que provoque alergia no animal e o que for necessário dependendo da origem e do tipo de otite, sendo que os tratamentos para infecções de ouvido podem ser longos, e as recomendações do veterinário devem ser seguidas à risca para obter um resultado ideal.

    Veja também: Limpe as orelhas do seu Pet com o Sonotix® https://www.manualpet.com/noticias/detalhe/68/como-limpar-as-orelhas-de-caes-e-gatos