Tag: alimentação

  • ALIMENTAÇÃO NATURAL PARA GATOS

    ALIMENTAÇÃO NATURAL PARA GATOS

    Em 2011 foi publicado um estudo no Jornal Britânico de Nutrição, onde foram analisados diversos estudos anteriores sobre a alimentação de gatos selvagens no mundo todo.

    Foram trinta conjuntos de dados de vinte e sete estudos diferentes, onde, a partir dos dados, os pesquisadores puderam fazer uma estimativa da quantidade necessária de nutrientes pra esses animais por dia.

    british shorthair kitty with monochrome wall her | Manual Pet

    Na natureza, gatos selvagens podem comer coelhos, roedores, pássaros, além de alguns répteis, anfíbios, invertebrados e até uma quantidade pequena de peixe e carniça.

    É bem provável que eles também comam vegetais e legumes que encontrem por aí, mas precisamos lembrar que o gato, seja no habitat que for, é um animal carnívoro!

    O que acontece é que, na natureza, o animal responde aos instintos e necessidades do próprio corpo, sendo assim, ele tenta ter a dieta equilibrada de acordo com suas necessidades e atividades do dia a dia.

    skinny black white mustachioed hungry homeless cat takes delicious chicken leg | Manual Pet

    O resultado disso é que ele vai ter a quantidade certa de proteínas, gorduras, vitaminas e minerais todos os dias e durante toda a vida.

    Já hoje em dia, a ração é uma das formas mais eficazes de manter as necessidades nutricionais diárias do seu gato.

    A ração seca costuma ser balanceada e já tem todas as vitaminas e nutrientes reforçados na fórmula do alimento

    Então, todas as quantidades de cada elemento estão certas em cada porção.

    still life domestic animal food composition | Manual Pet

    A chamada alimentação natural, no caso dos gatos, não tem como existir, pois não é só dar carne crua e vegetal cru pro seu gato…

    Mesmo porque, muitos alimentos precisam de muito cuidado no manuseio…como a carne crua, por exemplo, que pode trazer problemas como a salmonela, além de outros mais.

    E, também conta o fato que só o alimento, não vai ser suficiente, pois ainda serão necessários complementos de vitaminas e outros nutrientes que você precisaria comprar pra complementar a comida do gato.

    Alguns são em pó, outros em cápsulas…e existem medidas específicas pra misturar no preparo da alimentação .

    Por isso, precisamos reforçar que o veterinário é quem sabe o que o seu gato precisa, ele é o profissional mais indicado pra avaliar o caso do seu gato.

    Sempre surgiram e vão continuar surgindo dietas malucas e teorias absurdas sobre a alimentação e a saúde dos seus animais, então sempre consulte um veterinário se quiser tentar algo diferente!

    Aproveite para ver mais sobre o assunto no vídeo abaixo:

  • ALIMENTOS PROIBIDOS PARA GATOS

    ALIMENTOS PROIBIDOS PARA GATOS

    Embora às vezes você possa ficar tentado a oferecer ao seu gato algo do que está comendo, você deve ter em mente que a melhor forma de o alimentar é combinando alimentos secos e úmidos.

    (mais…)

  • Cebola e alho, meus pets podem comer?

    Cebola e alho, meus pets podem comer?

    Estes ingredientes picantes são péssimos para os cães. Eles podem realmente destruir os glóbulos vermelhos de um cão, levando à anemia, se consumidos em grandes quantidades. Difícil às vezes retirá-lo de um alimento que queremos – digamos – dividir com nosso cão, considerando também que uma dose pequena pode não causar muito dano. O problema é que uma dose grande ou pequenas doses regulares podem levar ao envenenamento. Os sintomas podem incluir fraqueza, vômito, falta de ar e perda de interesse pela comida. Mantenha o mau hálito causados por esses dois temperos apenas para si mesmo, por favor, porque os cães não merecem sofrer por conta deles!

  • Chocolate para pets: NÃO PODE!

    Chocolate para pets: NÃO PODE!

    O chocolate é feito a partir de grãos de cacau, os quais contém teobromina e cafeína, substâncias encontradas em sobremesas à base de chocolate. Se para nós esses ingredientes não são prejudiciais (a menos que você tenha um ataque hepático por comer muito chocolate!), eles o são para animais de estimação .

    O chocolate pode ser mortal para cães, gatos, ratos, papagaios ou cavalos. A teobromina estimula seu sistema nervoso, e o metabolismo desses animais não pode eliminá-lo.

     

  • Alimentação do seu gato

    Alimentação do seu gato

    Todos os gatinhos merecem ter uma vida saudável e de qualidade mas existem alguns momentos na vida deles um pouco mais complicados em que há a necessidade de um complemento nutricional para ajudar.

    Se você deseja manter seu gato saudável, a Vetoquinol tem o Enisyl-F®, um suplemento nutricional para gatos – tanto adultos quanto filhotes – à base de Lisina, que é um aminoácido fundamental que ajuda a dar suporte a um forte sistema imunológico e à saúde ocular e respiratória dos gatos, além de ajudar a gerenciar problemas comuns de saúde felina, como espirros, coriza e olhos lacrimejantes e inflamados– em muitos casos em que as dietas normais não fornecem esse aminoácido, deve-se fazer uso de uma suplementação dele, e é aí que entra o Enisyl-F®.

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    O produto é obtido através da neutralização da L-Lisina com ácido clorídrico (HCL). Classificado na classe terapêutica como concentrado alimentar, é indispensável na alimentação de animais.

    A embalagem já disponibiliza a quantidade ideal para consumo por filhotes, que é de 250 mg/ml, ou seja, o seu filhote felino deve receber 1 ml duas vezes ao dia, enquanto o seu gato adulto receberá 1 ou 2 duas vezes, dependendo da recomendação para ele feita pelo veterinário (que verificará questões como peso, condição de saúde e a condição do sistema imunológico do animal). É indicado como suporte imunológico para problemas respiratórios pelo tempo necessário, para fortalecimento das defesas naturais dos gatos e até para apoio à função ocular.

    Modo de usar

    A aplicação é extremamente simples: cada pressão no bico dosador representa 1 ml de pasta de Enisyl-F®. Pode ser aplicado diretamente na boca, sobre o focinho ou na pata, onde o seu gato possa lamber. Alternativamente, se for mais conveniente, você pode adicionar o produto no alimento do seu pet. Como ele é extremamente palatável (tem gostinho de peixe), seu gato não terá problemas para aceitá-lo. Inicialmente, deve-se substituir a tampa de segurança pela tampa protetora do bico dosador. A embalagem contém 100 ml do produto.

    Onde encontrar o produto

    O Serviço de Atendimento ao Consumidor da Vetoquinol Brasil localiza-se em São Paulo e pode informar os locais de venda pelo telefone (11) 3568-1111, ou você também pode pesquisar revendedores na descrição do produto no portal da Vetoquinol, clique aqui.

  • Como tratar a obesidade do seu cão

    Como tratar a obesidade do seu cão

    Se alguém disser que obesidade é uma doença, não estará ofendendo pessoas ou animais gordinhos. E que tipo de doença é? Uma doença nutricional. E cães também podem ser acometidos por essa doença.

    O que define a obesidade é o excesso de gordura corporal. Ela é um problema predominante em animais de estimação criados em casa, não nos encontrados nas ruas. Nos EUA, por exemplo, segundo uma pesquisa de 2018, de uma associação para a prevenção de obesidade em animais de estimação, revelou que 56% deles tinham excesso de peso. Quais as consequências da obesidade para os cães?

     

    Efeitos adversos

    Os efeitos adversos à saúde dos cães podem ser sérios e até reduzir a vida útil do animal, mesmo que ele só esteja moderadamente acima do peso. Ela pode estar associada a vários problemas de saúde importantes, como diabetes, doenças cardíacas e artrite. O melhor, então, é manter um peso corporal saudável para seu animal de estimação, para melhorar a qualidade vida geral dele.

                

    Há raças com maiores riscos de se tornarem obesas?

    Não há uma raça específica que apresente predominantemente o problema, mas cães que são superalimentados, os que não conseguem se exercitar ou que acabem retendo, por tendência, gordura corporal, estes têm maior risco de se tornarem obesos.

    Quanto à questão da idade ou de outra condição, podemos indicar que a faixa etária em que é mais comum a obesidade é entre 5 e 10 anos, sendo que a castração e a condição de viverem muito tempo em ambientes fechados favorecem também a obesidade. 

     

    Os sintomas

    Um cão acima do peso apresente os seguintes sinais básicos ou sintomas:  ou sinais básicos:

    • A diferença numérica (para mais) manifesta na balança quanto aos quilos;
    • A gordura corporal excessiva, por exemplo, com a ocorrência de nódulos de gordura;
    • Falta de vontade ou até incapacidade de se exercitar;
    • Medição de índice de condição corporal alto.

     

    As causas

    Várias são as causas da obesidade nos cães, sendo a mais comum o desequilíbrio entre a ingestão e o uso de energia, ou, em outras palavras, o cão consome mais calorias do que consegue gastar. 

    1. Desequilíbrio na velhice

    Na velhice, observa-se também uma diminuição normal na capacidade de um cão se exercitar, devido a problemas articulatórios e/ou a outras condições, o que colabora para esse desequilíbrio energético.

    2. Guloseimas ministradas por humanos

    Os tutores e pessoas que oferecem alimentos aos cães podem agravar a condição ao oferecerem alimentos com alto teor calórico, guloseimas frequentes e sobras de mesa. 

    3. Hipotireoidismo

    Entretanto, há outras causas comuns, que são hipotireoidismo, insulinoma, hiperadrenocorticismo (a chamada  Síndrome de Cushing) e a castração. 

    O hipotireoidismo é o funcionamento deficiente da glândula tireoide, que se localiza no pescoço do animal. Há um desregulamento na produção de hormônios, ou seja a tireoide baixa a produção de hormônios que regulam a energia do pet. Além do ganho de peso, o animal pode apresentar letargia, fraqueza, feridas, queda de pelos e depressão. Para melhorar a condição do cão com hipotireoidismo, é necessário que haja a reposição de hormônios, algo que costuma durar a vida toda do animal. É um problema que acomete geralmente cães adultos, que o desenvolvem a partir de componentes genéticos, havendo predominância do problema nas raças labrador, goldenretriever, beagle e cocker. Dietas especiais para cães com hipotireoidismo são também geralmente prescritas.

    4. Insulinoma

    Insulinoma é um tumor maligno, que normalmente se encaminha para metástase. É uma doença gravíssima, mas rara. A tendência é de se manifestar em raças de médio e grande porte, de meia idade ou idosos, com maior risco para as raças pastor alemão, boxer, poodle, setterirlândes, collie e fox terrier.

    5. Síndrome de Cushing

    O hiperadrenocorticismo, conhecido também como Síndrome de Cushing, tem relação direta com as glândulas endócrinas (excesso de produção de cortisol) e é também doença mais comum em cães de meia idade e idosos, acometendo com maior incidência animais pequenos. Como a doença provoca apetite exacerbado e prostração, com atrofia muscular, o cão fica muito tempo sem exercício e acaba se tornando obeso.

    6. Castração

    Nem todo cão castrado acaba ficando obeso, mas a castração pode ocasionar, sim, obesidade, devido a mudanças hormonais que podem tornar o cão mais calmo, sem muita energia para exercício, algo que, se acompanhado de alimentação não muito vigiada, pode levar à obesidade.

     

    Diagnóstico

    Como verificar se o cão é obeso? Antes, é preciso esclarecer que estar um pouco acima do peso, ou um pouco gordo, não significa estar obeso.

    A obesidade é diagnosticada medindo-se o peso corporal do cão, medição cujo resultado deve levar a um escore de condição corporal (ECC), que envolve a avaliação da quantidade de gordura no corpo.

    Normalmente, o veterinário examinará o cão sentindo as costelas, a região lombar, a cauda e a cabeça. Ele fará medições e comparará os dados com o padrão da raça.

     

    O que é ser um cão obeso

    Ser obeso para um cão significa ter um excesso de peso corporal de aproximadamente 10 a 15%. Existe um sistema de pontuação para a obesidade que tem até 9 pontos, no qual os cães obesos são os que apresentarem condição corporal acima dos 7 pontos.

     

    Tratamento da obesidade em cães

    A perda de peso deve ser gradual e sustentável a longo prazo. Só há dois métodos universalmente conhecidos e óbvios: reduzir a ingestão de alimentos e aumentar a atividade física para o animal.

     

    Dieta

    O veterinário que cuida do animal pode ajudar a criar um plano de dieta, com horário de alimentação e ingestão diária recomendada de calorias.

     Alimentos para perda de peso para cães ricos em proteínas e fibras alimentares, mas com baixo teor de gordura, são normalmente recomendados, uma vez que as proteínas estimulam o metabolismo e o gasto de energia.

    A proteína também ajuda a proporcionar uma sensação de saciedade, para que seu cão não sinta fome novamente logo após comer. A fibra alimentar também ajuda os cães a se sentirem saciados depois de comer, mas, diferentemente das proteínas, contém pouca energia.

     

    Exercício

    Aumentar o nível de atividade física do seu cão é vital para a perda de peso bem-sucedida. Tente passar com ele com a coleira por pelo menos 15 a 30 minutos, duas vezes por dia e brincando com ele para estimulá-lo a se movimentar, com jogos de pegar objetos, por exemplo.

    IMPORTANTE: condição para o exercício!

    Antes de iniciar um regime de exercícios , verifique com seu veterinário se o seu cão está livre de condições relacionadas à obesidade que podem dificultar o exercício, como artrite ou doenças cardíacas.

     

    Vida e Gestão

    O tratamento de acompanhamento da obesidade inclui a comunicação regular com o veterinário, o monitoramento mensal do peso do seu cão e o estabelecimento de um programa de manutenção de peso a longo prazo, uma vez atingido o índice ideal de condição corporal do seu cão.

    Com um firme compromisso com o peso saudável do seu cão, você pode se sentir confiante de que ele está se sentindo melhor.

     

  • Bacon ou carne gordurosa, posso dar?

    Bacon ou carne gordurosa, posso dar?

    Por que seu cachorro não pode comer ‘bacon’? Bem, alimentos ricos em gordura, como ‘bacon’, presunto ou restos de carne com gordura, podem causar pancreatite em cães. E como essas carnes também costumam conter alto teor de sal, elas podem causar dores de estômago e, em casos extremos, fazer com que os cães bebam muita água, provocando inchaço em seu estômago, o que pode ser fatal a eles. Guarde as carnes gordurosas para si e fique com as opções mais magras para o seu cão.

  • Biscoito de banana para cães

    Biscoito de banana para cães

    Ingredientes:

    1 ovo;

    2 bananas-prata;

    2 colheres (das de sopa) de mel;

    2 xícaras (das de chá) de aveia em flocos finos.

    Acessórios:

    Talher (colher ou garfo), espátula, cortadores em formatos desejados (como o de um osso, por exemplo – encontrados em lojas de ingredientes para festas), tigela para misturar os ingredientes, forma para levar ao forno.

    Modo de fazer:

    Amasse as bananas (com um talher), misture os ingredientes com espátula ou com as mãos, até que a massa fique homogênea e forme uma bola. Sove a massa até que ela fique com o formato de um disco achatado. Aplique os cortadores, retire os biscoitos crus formados e coloque-os na forma.

    Se houver sobras da massa, elas podem ser conservadas em geladeira, embrulhadas em papel-filme, durante 15 dias – servirão para outra oportunidade que você queira fazer novos biscoitos.

    Em um forno pré-aquecido (geralmente, cinco minutos são suficientes), coloque os biscoitos úmidos para assar em uma temperatura de 200oC por 20 minutos; depois desse tempo, reduza a temperatura para a mínima aceitável pelo marcador do forno (sem apagar a chama, é claro) e deixe assar os biscoitos por mais 10 minutos, ou até que eles estejam dourados e secos (verifique-os no forno, não abandone os biscoitos lá, porque podem ficar dourados demais ou queimar). Não se preocupe: a banana já é doce, mas o açúcar nela contido é mínimo, não causando mal nenhum ao animal.

    Mas a lembrança é eterna: petiscos não são a alimentação principal. 

     

  • Posso dar abacate para o meu cachorro?

    Posso dar abacate para o meu cachorro?

    Grande parte da controvérsia em torno dos abacates quando se trata de cães gira em torno da persina, uma substância que os abacates têm em suas folhas, sementes, casca e frutas. A persina pode ser tóxica em doses elevadas. Os cães são, no entanto, bastante resistentes à persina, e seria necessário muito abacate para que a persina causasse danos a eles, e, maduros os abacates, os níveis de persina também caem. Então, qual é o problema com abacates?

    Bem, se você tem um abacateiro em sua casa ou no seu quintal, seu cão pode exagerar na ingestão dessas frutas e, obviamente, dapersina, mas o perigo real vem das sementes, dos caules e dos caroços, todos difíceis de digerir e que podem causar obstruções gastrointestinais ou até asfixia, as quais podem ser fatais.

    Se você tem um abacateiro, como muitas pessoas fazem em certas propriedades em muitos países, certifique-se de que seu filhote não chegue perto dele ou da fruta que cai no chão. Se quiser, você pode preparar abacates para o seu cão removendo as partes nocivas, especialmente as cascas e os caroços, e usando abacates maduros. Se o fizer, é provável que o seu cão possa desfrutar de abacates com segurança, mas, como sempre, você deve perguntar ao seu veterinário antes de compartilhar a comida humana com seu cão.

  • Quatro tipos de suplementos para cães

    Quatro tipos de suplementos para cães

    No Brasil, não são tão populares assim os suplementos nutricionais para cães, mas nos EUA, decisivamente, talvez um terço dos cães de lá recebam algum tipo de suplemento dietético para tudo, desde artrite e rigidez articular à saúde do coração, digestão e cuidados com o pelo.
    Embora não tenha havido pesquisas suficientes sobre a eficácia desses suplementos para cães para dizer definitivamente que eles funcionam, existem algumas evidências encorajadoras para apoiar seu uso.

    Segue uma lista de alguns dos suplementos mais populares para cães e para que são usados:

    Glucosamina
    O complemento mais popular para cães é a glucosamina, que é um amino açúcar encontrado naturalmente no fluido ao redor das articulações para ajudar a construir a cartilagem. Ela é retirada das conchas dos mariscos, também podendo ser produzida em laboratório.
    Muitos donos de cães e veterinários acreditam que a glucosamina é eficaz no tratamento da artrite em cães. Para cães mais velhos, pode aliviar a dor nas articulações e melhorar a mobilidade. Alguns estudos mostraram pouco ou nenhum efeito nesse sentido. No entanto, um estudo de 2007 no “The Veterinary Journal” mostrou que um suplemento de glucosamina reduzia a dor e aumentava a mobilidade após 70 dias de tratamento.
    Disponível em muitas formas, incluindo pílulas, pós e guloseimas, os suplementos de glucosamina são geralmente formulados com sulfato de condroitina, que ocorre naturalmente nos tecidos conjuntivos dos ossos e cartilagens.

    Óleo de peixe
    O segundo suplemento mais comum dado aos cães nos EUA é o óleo de peixe. O óleo de peixe contém ácidos graxos ômega-3 que melhoram a qualidade e brilho do pelo e aliviam as alergias da pele. Houve alguma pesquisa sobre se os óleos de peixe são úteis no tratamento de artrite, saúde do coração e saúde das articulações, mas os resultados são variados. Um estudo no “American Journal of Veterinary Research” sugere que os óleos de peixe também reduzem a inflamação, e muitos donos de animais o usam para esse fim.

    Antioxidantes
    Pensa-se que os suplementos antioxidantes neutralizam alguns dos efeitos do envelhecimento, como perda de memória e disfunção cognitiva. Eles também são usados como tratamento para doenças cardíacas em cães e para reduzir a inflamação. Encontrados em substâncias como as vitaminas C e E, os antioxidantes protegem o corpo dos radicais livres, moléculas potencialmente prejudiciais que podem danificar as membranas celulares e até causar morte celular. A coenzima Q10 é outro antioxidante natural e poderoso que ajuda a converter alimentos em energia, além de combater os radicais livres. É comumente usado como um suplemento antioxidante para cães.

    Probióticos
    Dado um aumento no uso de probióticos em seres humanos, não surpreende que os probióticos também tenham se tornado populares como suplementos para cães . Os probióticos vivem naturalmente no corpo, na forma de leveduras e bactérias vivas que ajudam na digestão e na saúde intestinal. Como suplementos, eles são usados para tratar diarreia e outros problemas digestivos. Os probióticos são apresentados ao público consumidor canino em várias formas, incluindo alguns iogurtes, cápsulas, tabletes mastigáveis, pós e em algumas formulações de alimentos para cães.

    Advertências
    Antes de entrar na onda do suplemento, existem algumas advertências importantes:
    1ª.) Sempre consulte seu veterinário antes de dar suplementos ao seu cão. Seu cão pode ter uma condição subjacente que precisa de atenção médica. E, se o seu cão estiver tomando remédios, suplementos, mesmo os de ervas, você precisa saber se têm algum efeito prejudicial.
    2ª.) Não caia nas afirmações que parecem boas demais para ser verdade. Suplementos não curam câncer, parvovirose ou outras doenças graves.
    3ª.) Compre uma marca respeitável de uma empresa respeitada, preferencialmente uma especialista em suplementos, alguma que já conduziu estudos clínicos e / ou obteve certificação de uma organização independente.
    4ª.) Não deduza automaticamente que os suplementos humanos são bons para cães. Alguns, como os que contêm alho, só para ficar num exemplo, podem ser prejudiciais para os seus amiguinhos peludos.

    Seja à base de plantas ou formulado em laboratório, existem evidências que sugerem que os suplementos podem ser úteis. Houve pouca ou nenhuma pesquisa sobre efeitos a longo prazo, mas alguns estudos e evidências obtidas a partir de eventos mostraram resultados bem-sucedidos, seja na forma de pelagem mais brilhante, passo mais animado e energético, melhor digestão ou melhor função cognitiva. E não é isso que todos queremos para nossos melhores amigos caninos?