Tag: gato

  • 5 MITOS SOBRE CASTRAÇÃO DE PETS

    5 MITOS SOBRE CASTRAÇÃO DE PETS

     Infelizmente a castração dos pets ainda é algo que não é compreendido como precisa ser…

    Mas, hoje, trazemos nossa lista com cinco mitos sobre a castração de cães e gatos, ou seja, coisas que as pessoas repetem porque não sabem que não tem nada a ver ou que dizem pra usar de desculpa pra não castrar seu pet, e que são mentiras

    E o mito número um sobre a castração em cães e gatos é: “depois que castra o animal engorda”…esse é o mais comum, né?

    cute overweight pug floor with weight scale home | Manual Pet

    Sim, mas isso não é verdade, pois, o animal não engorda por conta do ato da castração, ele engorda por não ter mais a motivação de correr atrás de uma parceira ou parceiro por aí!

    E por parceiro entende-se sua perna, seu bichinho de pelúcia em cima da cama, a caminha dele, qualquer coisa que pudesse servir pra esse fim…não que ele ou ela não vai mais ter esse reflexo, mas a motivação muda!

    (Inclusive, já fizemos um vídeo sobre porque os cães montam na perna das pessoas e em outros cães, confira clicando aqui!)

    E sim, o pet pode ficar mais preguiçoso, mas, se você continuar com a dieta dele de sempre e com os passeios regulares, nada vai mudar – lembrando que o exercício é importante sempre.

    labrador retriever agility | Manual Pet

    E o mito número dois sobre a castração em cães e gatos é: “ahhh, eu tenho dó do bichinho, coitado, não vai mais cruzar….”

    Aí as pessoas estão errando em comparar os animais aos humanos, pois, animais não fazem sexo por prazer, como os seres humanos, eles fazem simplesmente para procriar.

    Quando a cadela fica no cio o macho procura ela, por simples instinto!

    E quando o macho sente necessidade de procriar, numa certa época da vida ele também vai procurar uma fêmea.

    Com os gatos é ainda mais bizarro, pois, aqueles gritos que você ouve dos gatos na sua janela não são de animação ou de alegria, não.

    closeup shot one ginger cat hugging licking other isolated white wall | Manual Pet

    O que acontece é que a fêmea sofre, pois o órgão do macho tem uns pontinhos chamados espículas, que machucam o órgão da fêmea, aí ela tenta fugir e o macho morde as costas dela… então o que você tá ouvindo não é um relacionamento amoroso…

    Então entenda que animais não cruzam por lazer, animais cruzam pra procriar.

    E o mito número três sobre a castração em cães e gatos é: “precisa deixar a fêmea dar uma cria pra, só depois castrar”….não, não precisa…

    Entre você querer ter um filhote do seu animal pra fazer companhia pra ele e ele precisar cruzar ou a fêmea precisar parir uma ninhada, são coisas bem diferentes!

    english cream golden retrievers posing cute playful doggies purebred pets looks playful cute isolated white wall concept motion action movement dogs pets love copyspace | Manual Pet

    Aliás, o indicado é castrar o animal assim que ele tiver idade suficiente, ou seja, depois de todas as vacinas, e dele estar mais forte, mais ou menos entre quatro e oito meses de idade (fale sempre com o veterinário!).

    O mito número quatro sobre a castração em cães e gatos é: um animal agressivo vai ficar manso e educado após a castração...não é bem assim, não…

    Aí você pode falar…”ah, mas ajudou o meu pet”…sim, em alguns casos, diminuir a necessidade de procriar pode ajudar o animal a se concentrar em outras coisas, e pode sim alterar um pouco o comportamento!

    angry golden retriever dog | Manual Pet

    Por exemplo: se você castrar o macho assim que ele tiver a idade necessária pra castrar e ele não tiver levantado a perna pra fazer xixi, ele não sentirá a necessidade de demarcar tudo por aí dentro da sua casa, podendo ficar menos territorialista.

    Mas, isso não quer dizer que a castração vai mudar a personalidade dele!

    Você não vai dar jeito na agitação toda de um Beagle ou em algum erro que você pode ter cometido na educação do seu pet sem perceber, que gerou algum comportamento ruim nele….aí só adestrador mesmo.

    E o quinto e último mito da nossa lista sobre a castração em cães e gatos é: o animal não vai mais querer fugir …bom, é, mas não é…

    O principal motivo pra animais fugirem é pra tentar cruzar, aí isso aumenta a vontade dele de sair se ele não for castrado.

    closeup border collie dog running field | Manual Pet

    Mas, se ele já tem o costume de andar por aí, se você for uma pessoa que deixa seu cão ou gato andar sozinho pra fazer suas necessidades na rua (o que não recomendamos), a castração não vai diminuir a possibilidade dele ver um passarinho e sair correndo atrás e se perder…

    Animais são curiosos e não é só um animal do sexo oposto que faz eles quererem sair correndo por aí!

    Então, a castração vai ajudar o animal a não entrar em brigas por causa de fêmeas quando sair, mas você vai precisar tomar cuidado e vigiar pra ele não fugir de casa e colocar a coleira com identificação nele, deixando o tempo todo no pescoço do pet!

    image playful purebred bengal cat pink collar concept caring love pets mixed media | Manual Pet

    Castrando seu animal você também ajuda a sua comunidade, o seu entorno, pois, se o seu animal fugir ele não fará filhotes, pois não vai emprenhar, ou se for fêmea, ficar prenha de algum animal que encontrou pelo caminho quando saiu.

    Aí você pode falar: “ah, mas eu não tenho dinheiro pra castrar”…mas o legal é que existem muitos veterinários que fazem castração solidária, isto é, cobram preços mais acessíveis!

    Além de que, quem for de São Paulo, por exemplo, existe a castração pelo Centro de Zoonoses, que é só você se cadastrar, cadastrar seu animal e procurar uma clínica perto de você que tenha uma data que você possa levar ele.

    Então procure ver com a prefeitura da sua cidade como eles podem te ajudar a garantir uma melhor qualidade de vida para o seu pet!

  • A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) felina

    A cardiomiopatia hipertrófica (CMH) felina

    As cardiomiopatias são problemas de saúde cada vez mais frequentes na rotina do médico veterinário de pequenos animais. São classificadas em quatro categorias gerais: cardiomiopatia hipertrófica, cardiomiopatia dilatada, cardiomiopatia restritiva e cardiomiopatia arritmogênica do ventrículo direito.  

    A cardiomiopatia hipertrófica felina (CMM ou mais comumente abreviada HCM em inglês) não é uma doença cardíaca, mas uma síndrome, comum a muitas doenças (cardíacas ou não).

    A síndrome é um conjunto de sinais e sintomas clínicos que um paciente pode apresentar em determinadas doenças, ou em circunstâncias clínicas que não são necessariamente patológicas. 

    A Cardiomiopatia Hipertrófica (CMH) é o principal problema de saúde relacionado ao coração dos felinos, caracterizado por hipertrofia ventricular esquerda, sem dilatação. É uma síndrome que afeta especificamente o miocárdio, que é o músculo do coração. A hipertrofia ventricular esquerda (HVE) representa uma resposta adaptativa do coração à hipertensão arterial. Embora compensatória, essa hipertrofia predispõe à morbidez e até à morte do animal, além de ser importante fator de risco para a insuficiência cardíaca. 

     

    Causas da Síndrome

    As causas da cardiomiopatia hipertrófica (CMH) primária ou idiopática em gatos não são completamente conhecidas, mas reconhece-se uma anormalidade genética em alguns casos, mas ela pode ser secundária a outras doenças, como o hipertireoidismo ou a mutações na proteína C. 

    A maioria dos casos de CMH em gatos são resultado de uma doença geral como: hipertensão arterial, insuficiência renal crônica, hipertireoidismo, etc. Em caso de suspeita de CMH, deve-se começar procurando por uma doença geral.

    As causas genéticas não são tão comuns como às vezes se lê, e apenas certas mutações em certas raças são conhecidas até hoje, especificamente nas raças Maine Coon e Ragdoll, mas, segundo alguns estudos recentes, outras raças podem também ser afetadas, como veremos adiante. 

    A síndrome se caracteriza por um aumento na espessura e rigidez da parede ventricular esquerda, com consequente disfunção diastólica, ou seja, mau desempenho do relaxamento muscular do coração do animal, acompanhado de dificuldade no enchimento dos ventrículos. A valva mitral, que, por ser valva, faz o sangue fluir num único sentido, acaba regurgitando, ou seja, fazendo o sangue fluir no sentido oposto, em função da deficiência no enchimento dos ventrículos, levando a um aumento do átrio esquerdo do coração e consequente edema (inchaço) pulmonar originado no coração, o que pode levar a uma parada respiratória, se agudo. 

    Com o avanço da medicina veterinária moderna, no entanto, diversos problemas de saúde puderam ser abordadas com maior sucesso na clínica médica de pequenos animais, tais como a CMH felina. 

    A cardiomiopatia hipertrófica possui um amplo espectro clínico, variando de patologia leve sem sinais clínicos (apresentando apenas sinais subclínicos) à doença grave com complicações associadas, como distúrbios arrítmicos e morte súbita.

     

    Como é diagnosticada a cardiomiopatia hipertrófica felina e a dificuldade de obtenção de diagnósticos com custo acessível

    43fcc86e6ea5018199aa19fa10780f1d | Manual Pet

    O exame físico desempenha um papel limitado no diagnóstico dessa patologia. A sensibilidade e a especificidade da ausculta do veterinário para detectar patologia cardíaca são precárias, porque a maioria dos gatos com cardiomiopatia hipertrófica não apresenta anomalias auscultativas, e alguns deles apresentam sopro cardíaco fisiológico devido à obstrução dinâmica do ventrículo direito, sem que isso se caracterize como CMH. 

    O diagnóstico de cardiomiopatia hipertrófica felina é feito por ecocardiografia e é sempre um diagnóstico de exclusão. Um diagnóstico preciso da cardiomiopatia hipertrófica pode ser realizado se um espessamento de toda a parede do ventrículo esquerdo (ou uma região maior que 6 mm) for observado na ausência de hipertireoidismo, pressão alta e desidratação grave (ou seja, por exclusão dessas patologias). 

    Na CMH, ocorre o espessamento da parede cardíaca, geralmente acompanhado por um aumento no tamanho dos músculos papilares (encontrados nos ventrículos) e observa-se a obstrução da cavidade esquerda no final da sístole cardíaca (contração do músculo do coração). 

    Outros resultados que podem ser observados no ecocardiograma são: dilatação do átrio esquerdo e movimento da valva mitral anterior funcional por obstrução dinâmica na saída de sangue do ventrículo esquerdo. 

    Mas a ecocardiografia ainda é um procedimento oneroso, então, são necessários testes mais baratos e acessíveis para o diagnóstico da cardiomiopatia hipertrófica felina.

    Uma alternativa poderiam ser os biomarcadores de plasma ou soro, os quais têm sido utilizados na medicina humana para avaliar doenças cardíacas. A detecção da extremidade N-terminal do pró-hormônio do peptídeo natriurético cerebral (NT-proBNP) em gatos foi recentemente disponibilizada. Isso levou a comunidade científica a começar a explorar a utilidade desse biomarcador em problemas cardíacos em gatos. Há, nesse sentido, um importante estudo publicado na respeitadíssima publicação veterinária Journal of Veterinary Internal Medicine, disponível a importantes centros universitários europeus e dos EUA. 

    Segundo o estudo, o NT-ProBNP foi considerado útil para o diagnóstico de cardiomiopatia hipertrófica grave, mas não se mostrou sensível para o diagnóstico da ocorrência moderada ou leve da síndrome. Os autores do estudo concluíram, portanto, que o NT-ProBNP não pode ser usado para a triagem de cardiomiopatia hipertrófica, pois formas moderadas e leves da síndrome não seriam identificadas.

    Uma vez que o histórico do paciente e exames clínicos que consigam perceber algo além dos meramente físicos, como um ecocardiograma, apontem para a existência de insuficiência cardíaca, o exame que se usa para identificar um miocárdio ampliado é, atualmente, o ultrassom cardíaco. Se o exame confirmar a presença de um HCM, uma possível causa deve ser encontrada, inclusive através de exames de sangue e de uma aferição de pressão arterial.

    No caso específico de causas genéticas, temos que ficar atentos principalmente às  raças Maine Coon e Ragdoll, que são as mais suscetíveis a contraírem a síndrome no processo de reprodução com a interferência humanal, e a pesquisa (impulsionada pelos criadores de Maine Coon a partir do início da década de 1990) chegou a identificar uma mutação genética específica para o Maine Coon e o Ragdoll, detectável por teste de DNA. Este teste de DNA detecta a mutação do gene MyBPC3 em ambas as raças. Como se sabe que há pelo menos uma outra causa de HCM em gatos, este teste de DNA, por si só, não é suficiente para dizer se um gato está imune à síndrome ou não. É necessário completar com ecocardiogramas a partir dos 18 meses de idade. Os ultrassons de modo 2d e de modo M medem a espessura das paredes do coração e o tamanho das cavidades às quais é adicionado um ecodoppler colorido, mais preciso do que o ecodoppler pulsado ou o ecodoppler contínuo. Este último ultrassom permite uma visão do fluxo sanguíneo dentro do coração. Algumas clínicas veterinárias também possuem equipamentos para realizar ecodopplers de tecido, que podem detectar formas anteriores da síndrome.

    A detecção, como se pode deduzir, é bastante sofisticada e onerosa. 

     

    Sintomas

    Aqui também, a situação é muito confusa, pois alguns animais podem, embora estejam acometidos por uma forma grave da síndrome, não apresentar sintomas ou anormalidades durante a auscultação cardíaca. Esta situação explica uma série de mortes súbitas encontradas entre felinos domésticos. Como dissemos acima, o exame meramente físico é bastante limitado. Em geral, os sintomas incluem:

    • fadiga rápida durante o exercício físico,

    • insuficiência cardíaca (arritmia, taquicardia, sopro cardíaco),

    • embolia ou edema pulmonar,

    • dificuldade para respirar,

    • paralisia dos membros traseiros secundário à embolia de um coágulo (ou trombo) que geralmente se forma no aurículo esquerdo muito anormalmente dilatado.

    No estetoscópio, a frequência cardíaca pode ser bastante normal. No entanto, é comum que nenhum dos sintomas acima sejam notados até que ocorra a morte do gato.  

     

    Como a síndrome é transmitida

    Não há uma transmissão de um indivíduo a outro, nem de outro animal a um gato, mas apenas na forma genética, exatamente por ser uma forma genética, existe uma transmissão hereditária. As modalidades variam dependendo do tipo de mutação. Podem ser encontradas famílias inteiras de gatos com CMH. 

    Se pegarmos o exemplo de um Maine Coon, a transmissão é feita em um modo autossômico dominante com penetração completa, mas de expressão variável. A síndrome afeta, portanto, tanto os machos quanto as fêmeas, e apenas um dos pais é suficiente para transmitir a doença aos seus descendentes. Todos os gatos portadores da mutação desenvolverão a doença, mas, na comparação de um indivíduo para outro, a doença ocorrerá mais ou menos cedo e com uma intensidade diferente. 

    O mesmo acontecerá com o american shorthair ou com o ragdoll, enquanto com o persa, por exemplo, é muito menos comum porque se trata de um gene recessivo. Portanto, é preferível eliminar do circuito reprodutivo qualquer gato detectado como positivo, mesmo que a síndrome ainda não tenha ocorrido.

     

    Tratamento da causa inaugural

    Não há tratamento específico para a hipertrofia do miocárdio. Se uma causa específica for identificada, o tratamento adequado será instituído: tratamento para insuficiência renal, para hipertireoidismo, etc.

    Se houver insuficiência cardíaca induzida pelo CMH, o tratamento para melhorar a qualidade de vida do animal e prevenir possíveis complicações é instituído. Até o momento, não há consenso sobre um determinado protocolo terapêutico.

     

    Evolução

    A evolução do quadro clínico depende muito da causa responsável, das alterações do miocárdio e de outros fatores. Em alguns casos, quando o tratamento específico e eficaz permite remover a causa (ou seus efeitos), pode ser observada uma normalização das alterações no ecocardiograma, o que é um fator que está associado à cura. Por outro lado, em muitos casos, a doença pode evoluir para uma insuficiência cardíaca cada vez mais grave, até tromboembolias e até mesmo uma morte súbita.

     

    Pesquisa

    Atualmente, há criadores das principais raças envolvidas trabalhando juntamente com escolas veterinárias de todo o mundo para melhorar as soluções para a detecção de gatos portadores, a fim de melhorar eliminá-los do circuito reprodutivo. 

    Na França, por exemplo, o Departamento de Cardiologia da Escola Nacional de Veterinária de Alfort, a principal escola veterinária daquele país, está seriamente empenhado nas pesquisas sobre a síndrome.

    Muitos outros laboratórios ao redor do mundo estão trabalhando em pesquisas sobre essa síndrome. Os Drs. Meurs e Kittleson da Universidade de Califórnia a Davis estão particularmente envolvidos nessa pesquisa, assim como o Laboratório Antagene, a Escola Veterinária Dinamarquesa e a Winn Feline Health Foundation, que arrecada fundos para a pesquisa sobre o HCM para as raças de gatos Ragdoll, Norueguês e Sphynx.

     

    Os donos de gatos da raça bengal têm que se preocupar com a síndrome?

    79694602676f85a75fc1631b79a393da | Manual Pet

    Segundo a professora e médica veterinária Raquel Valério, da Universidade de Évora, Portugal, no livro Clínica de animais de companhia, editado em 2016, a CMH tende a apresentar uma predisposição genética em algumas raças felinas, com maior prevalência nas raças Maine Coon, Persa, American Shorthair, Ragdoll, Bengal e Sphynx. Apesar de afetar principalmente raças puras, tem sido cada vez mais observada em gatos de pelo curto de raças indeterminadas. Tem sido relatada com mais frequência em gatos machos, mas pode também acometer fêmeas. Em sua generalidade, é descrita em animais jovens e de meia idade, embora haja uma ampla faixa de distribuição etária.

    Conclui-se que o bengal não está excluído da possibilidade de ser acometido, até por fatores hereditários, pela síndrome, principalmente porque os estudos ainda não são conclusivos sobre ela.

    Quanto às medidas a tomar por pessoas que desejam ter um gato bengal como seu animal de estimação, para evitar as questões genéticas que estão envolvidas na criação, como vimos acima, algo que ainda está dependendo de muitas pesquisas, o melhor é procurar um gatil confiável, reconhecido na área, com recomendação de veterinários, para escolher o seu bichano. 

    No caso de origens ainda não tão bem conhecidas, o jeito é cuidar bastante do seu felino e estar sempre preparado para, em caso de algum sinal da síndrome, buscar logo o exame de coração mais adequado e tentar mapear o mais rápido possível as causas e tratá-las assim como seus efeitos com a ajuda de seu veterinário de confiança. 

  • Meu gato detesta porta fechada: o que fazer?

    Meu gato detesta porta fechada: o que fazer?

    Não é só o seu. Em fóruns na Internet, em vários países é possível ler sobre donos de gatos comentando dessa mania, alguns até dando depoimentos sobre o gato arranhar a porta fechada, por exemplo. 

    Em artigos especializados sobre o assunto, mais de um conhecedor do mundo felino chama o problema de síndrome da porta fechada. Há quem afirme que não sabe se é um comportamento normal, mas, em vários fóruns, muitos tentam explicar o que é que acontece com os gatos, pois eles simplesmente não suportam ver nenhuma porta fechada. Um comentarista até garantiu que, se os gatos governassem efetivamente o mundo, mais do que já fazem com seus donos, as portas seriam definitivamente banidas da Terra.

    O que soa muito intrigante para os donos é que, sentados confortavelmente, sozinhos ou conversando com alguém, de repente ouvem o miado diante da porta ou o arranhado na superfície de madeira que traz uma maçaneta que o gato não consegue abrir,feito por seu gatinho que quer ir para o outro lado ou vir para o lado de cá.

    Quem se sente incomodado deve investir em saídas imaginativas. Mas, então, o que fazer? 

     

    Supervisores

    cat sits room by door looks into camera scaled 1 | Manual Pet

    Como sempre, tentar conhecer um pouco mais os nossos amigos, cada vez mais comuns no mundo todo, os gatos, é algo importante. 

    O gato é tido como uma espécie de supervisor compulsório, ou seja, ele simplesmente precisa monitorar e gerenciar todos os mínimos espaços em seus territórios. Obviamente, nós não podemos pensar em duas dimensões, temos que considerar a questão elementar para eles que é saltar, trepar nas coisas. Um gato quer liberdade e expansão. Com uma porta fechada, ele se sente sem condição de vigiar tudo e sem condição de se expandir ele apenas fica irritado com ela, e a solução que ele encontra é, além de miar, a de arranhar a madeira da porta. Se conseguir, um gato abrirá qualquer porta fechada, por sua escolha declarada e absoluta.

    Há vários proprietários que garantem que seu gato fica verdadeiramente ‘acampado’ diante da porta fechada do banheiro quando alguém fica lá fazendo suas necessidades. A impressão que temos é que o gato acredita que a pessoa possa precisar de sua orientação a qualquer momento, então, aguarda que tudo seja resolvido e a porta seja aberta. 

     

    Memória quase fotográfica

    Os gatos são famosos por terem memória quase fotográfica. Eles se destacam por aprender virtualmente cada centímetro quadrado de seu território e observar quando as coisas estão erradas. Se houver uma porta que nunca foi aberta, isso pouco interessará ao gato. Agora, se alguém a abrir, ah, a curiosidade intensa será instalada neles sobre o que está do outro lado! Já uma porta sempre aberta significa que eles instintivamente devem inspecionar o que está além da porta para ver se está tudo como deveria. Eles são ‘patrulheiros’ de seu território. Isso é considerado um comportamento normal para eles. 

    cat is lying doorstep looks camera lens scaled 1 | Manual Pet

    Cadeia de predadores

    Coitado do seu bichano: ele não tem culpa de ser um excelente predador de coisas animadas, viventes, como ratos e pássaros!

    Mas, assim como caçam, também podem ser caçados. Há países, como na Inglaterra, por exemplo, em que raposas já tiveram a condição de matar gatos, o mesmo acontecendo nos EUA com coiotes e linces, os predadores, naquele país, dos bichanos. E o que isso tem a ver com portas fechadas?

    Gatos querem ter o máximo de informações sobre possíveis perigos quando entram no mundo exterior. De certa forma, limitar o seu espaço, impede-os de ver ou ouvir qualquer sinal de possíveis perigos. É por isso que é difícil adaptar determinados tipos de aparatos para passeios com gatos, porque eles tendem a ficar aflitos por conta dessa delimitação. 

    Antes de aventurar-se para além de um obstáculo, eles precisam saber se é seguro o lado de lá. Eles querem ver e cheirar o que existe antes de poder tocar e penetrar em algum ambiente. Obstáculos  são amedrontadores para eles. Sempre parecem estar de fora de algum lugar e têm que conhecer o outro lado, daí, portas abertas sempre para eles, pois querem ter certeza de que não há nenhuma ameaça do lado de lá.

     

    Controladores

    Os gatos se julgam os donos da casa e se acham superiores em todos os aspectos. Uma porta fechada significa que eles não estão no controle de tudo . Eles não gostam disso e vão incomodá-lo até que você a abra para que eles possam entrar ou passar para o outro lado. Não significa necessariamente que eles querem estar naquela sala, mas que podem precisar estar naquela sala, se assim o desejarem. Eles mandam, acabou!

    São geniosos: são como criancinhas mimadas querendo algo apenas porque lhes dizem que não podem tê-lo. Eles nunca pensaram em querer aquilo até que soubessem que não era permitido. O mais interessante é que, em seguida, eles fazem o que podem para obter seu objetivo, que é a porta aberta, mesmo que não a usem para nada depois de que ela tenha sido aberta, além de o gato passar por ela. 

    cute adult red tabby cat sitting black door scaled 1 | Manual Pet

    Focinho na porta, não, afinal, somos seres muito sociais

    Gatos também consideram uma falta de cortesia ter uma porta fechada na cara – coisa que os gatos não conseguem saber se é intencional; intencional ou acidental, o fato é um só  para os gatos: obstáculo. 

    Enquanto seu súdito, quer dizer, seu humano não girar a maçaneta, eles vão miar, arranhar e se desesperar até que a passagem esteja aberta novamente.

    Uma realidade que muitos ainda ignoram é que os gatos são criaturas sociais e querem ser capazes de interagir com os outros indivíduos em sua casa, quer sejam humanos, felinos ou outros animais. Uma das maiores mentiras já inventadas pelo homem é a de que os gatos são antissociais. Quem tem gato em casa sabe o quanto eles andam atrás de nós o tempo todo, pois não gostam de ficar sozinhos. 

    Eles se importam com tudo o que os seus humanos estão fazendo, são muito curiosos e gostam de prestar atenção em cada movimento que realizamos. O problema da porta fechada é que ela não permite ao gato saber o que está acontecendo do outro lado, e isso os angustia de forma cruel. 

    cat lies parish house porch near house near door scaled 1 | Manual Pet

     

    Nem tudo pode ficar aberto o tempo todo: e agora?

    Mas também é normal existirem cômodos que não podem ser abertos aos bichanos, então, o que fazer para desviar o seu foco desses locais? A resposta para isso é enriquecimento ambiental. Quanto mais atraente e divertido for o ambiente, menos o gato irá se interessar em passear pelas áreas proibidas da casa.

    Só não podemos nos esquecer de que, nessa situação toda, o gatinho pode acabar se machucando enquanto se agita desesperadamente para alguém abrir-lhe a porta, além do prejuízo que seus arranhões insistentes podem provocar na porta.

    A solução para esse comportamento é instalar a famosa portinha para gatos nas portas internas da sua casa, assim, você pode manter a privacidade do ambiente sem impedir a liberdade de ir e vir do seu gatinho. 

    A gente sabe que, para muitos donos de gato, é desconfortável permitir o acesso do bichinho ao banheiro ou ao quarto durante a noite, na hora de dormir. Acontece que a natureza deles não vai mudar, eles sempre vão desejar estar onde nós estamos, participar de tudo o que estamos fazendo, afinal, o que para alguns  humanos é sinal de intromissão, para os gatos é pura expressão de amor.

    Nossa sugestão é que você pense com carinho nesse assunto. Evite sofrimento ao seu gatinho e estresse desnecessário para você! Consulte um especialista em comportamento animal (ou etologia), visite lojas especializadas em artefatos e mobília especial para gatos, a fim de proporcionar a eles o enriquecimento ambiental necessário, e, até, se for o caso, consulte um arquiteto de interiores para ver a solução que consiga dar conta de oferecer satisfação a seu gato e menor prejuízo a suas portas. 

  • Cebola e alho, meus pets podem comer?

    Cebola e alho, meus pets podem comer?

    Estes ingredientes picantes são péssimos para os cães. Eles podem realmente destruir os glóbulos vermelhos de um cão, levando à anemia, se consumidos em grandes quantidades. Difícil às vezes retirá-lo de um alimento que queremos – digamos – dividir com nosso cão, considerando também que uma dose pequena pode não causar muito dano. O problema é que uma dose grande ou pequenas doses regulares podem levar ao envenenamento. Os sintomas podem incluir fraqueza, vômito, falta de ar e perda de interesse pela comida. Mantenha o mau hálito causados por esses dois temperos apenas para si mesmo, por favor, porque os cães não merecem sofrer por conta deles!

  • Alimentação do seu gato

    Alimentação do seu gato

    Todos os gatinhos merecem ter uma vida saudável e de qualidade mas existem alguns momentos na vida deles um pouco mais complicados em que há a necessidade de um complemento nutricional para ajudar.

    Se você deseja manter seu gato saudável, a Vetoquinol tem o Enisyl-F®, um suplemento nutricional para gatos – tanto adultos quanto filhotes – à base de Lisina, que é um aminoácido fundamental que ajuda a dar suporte a um forte sistema imunológico e à saúde ocular e respiratória dos gatos, além de ajudar a gerenciar problemas comuns de saúde felina, como espirros, coriza e olhos lacrimejantes e inflamados– em muitos casos em que as dietas normais não fornecem esse aminoácido, deve-se fazer uso de uma suplementação dele, e é aí que entra o Enisyl-F®.

    50c42764eefba45e230538dcf56b4123 | Manual Pet

    O produto é obtido através da neutralização da L-Lisina com ácido clorídrico (HCL). Classificado na classe terapêutica como concentrado alimentar, é indispensável na alimentação de animais.

    A embalagem já disponibiliza a quantidade ideal para consumo por filhotes, que é de 250 mg/ml, ou seja, o seu filhote felino deve receber 1 ml duas vezes ao dia, enquanto o seu gato adulto receberá 1 ou 2 duas vezes, dependendo da recomendação para ele feita pelo veterinário (que verificará questões como peso, condição de saúde e a condição do sistema imunológico do animal). É indicado como suporte imunológico para problemas respiratórios pelo tempo necessário, para fortalecimento das defesas naturais dos gatos e até para apoio à função ocular.

    Modo de usar

    A aplicação é extremamente simples: cada pressão no bico dosador representa 1 ml de pasta de Enisyl-F®. Pode ser aplicado diretamente na boca, sobre o focinho ou na pata, onde o seu gato possa lamber. Alternativamente, se for mais conveniente, você pode adicionar o produto no alimento do seu pet. Como ele é extremamente palatável (tem gostinho de peixe), seu gato não terá problemas para aceitá-lo. Inicialmente, deve-se substituir a tampa de segurança pela tampa protetora do bico dosador. A embalagem contém 100 ml do produto.

    Onde encontrar o produto

    O Serviço de Atendimento ao Consumidor da Vetoquinol Brasil localiza-se em São Paulo e pode informar os locais de venda pelo telefone (11) 3568-1111, ou você também pode pesquisar revendedores na descrição do produto no portal da Vetoquinol, clique aqui.

  • Como limpar as orelhas de cães e gatos

    Como limpar as orelhas de cães e gatos

    Caso você não saiba, é importante sempre verificar como estão as orelhas de seus animais de estimação. Um dos sinais de que algo não vai bem é a coceira intermitente que cães e gatos podem manifestar.

    A cera nos ouvidos – um dos problemas – impede os humanos de ouvir bem, nos animais não é diferente. Ocorre, porém, que neles, que possuem cavidade auditiva bem maior do que a dos humanos, a cera e sujidades podem atrair parasitas, como carrapatos, só para dar um exemplo. Vamos aprender a limpar, hidratar e reequilibrar as orelhas de cães e gatos, deixando ao redor delas uma agradável fragrância de limão?

    Procedimentos para a higienização das orelhas de seu animal de estimação

    Como os animais não conseguem dizer aos tutores que eles, cães, estão com problemas auditivos, cabe aos humanos perceberem os sinais, como coceiras ou queixas ao simples toque (estas, sinais de dores causadas por algum problema mais sério).

    Os dois procedimentos absolutamente necessários são a limpeza com determinada frequência das orelhas (o que inclui uma limpeza mais profunda que chegue às partes internas dos ouvidos que sejam acessíveis) e eventualmente a aplicação de algum produto farmacológico (remédio), se o problema já tiver alguma dimensão maior ou for bem recorrente (em algumas raças, otites são mais comuns, como veremos).

    Exemplo de produto disponível

    O mercado de produtos veterinários já é bem grande no Brasil e dispõe de vários produtos, inclusive para a limpeza e higiene dos ouvidos de animais domésticos. Daremos o exemplo de um deles, que traz já na embalagem instruções bem fáceis de serem seguidas para o procedimento.

    Trata-se do Sonotix®, marca registrada de um produto do laboratório francês Vetoquinol.

         Veja como é fácil fazer a limpeza das orelhas dos animais domésticos

    Não há necessidade de ter medo de limpar as orelhas de seus bichinhos, porque hoje produtos como o Sonotix® facilitam essa rotina. O produto é exclusivamente para uso veterinário e já traz na própria embalagem os procedimentos necessários.

    O efeito do produto

    O produto que usamos como exemplo apresenta-se como sendo uma solução auricular de limpeza profunda e é indicado para cães e gatos, tendo uma tripla ação: remover o cerume de forma rápida e eficaz; manter saudáveis os ouvidos do animal; e neutralizar o odor que exala de canais auditivos de animais, especialmente os que têm orelhinhas que os abafam, como é o caso de animais com orelhas rebaixadas. O cocker spaniel é exemplo de uma raça com essas características, não por acaso uma das que mais sofre com otites e que até é a capa do estudo da própria Vetoquinol publicado sobre o produto (disponível emhttps://www.vetsmart.com.br/cg/estudo/13921/sonotix-uma-nova-dimensao-na-otologia), sob o título “Chegou Sonotix”.

    Sequência de procedimentos para a limpeza:

    1. Despeje com cuidado duas gotas do produto no canal auditivo com o uso da cânula aplicadora que acompanha o produto. Em animais com orelhas grandes, elas precisam ser obviamente afastadas para que se consiga ver o canal auditivo do animal. A ponta da cânula deve ser colocada na entrada da orelha e deve-se, em seguida, apertar o frasco até que se possa sentir que dele saíram jatos. Não se preocupe com excessos.
    2. Faça massagem por um minuto pressionando a orelha contra o corpo do animal, delicadamente, de baixo para cima, o que ajuda a soltar e remover os resíduos internos.
    3. Deixe o animal chacoalhar a cabeça – ele o fará inevitavelmente.
    4. Limpe eventuais excessos do produto com algodão ou um lenço de papel.

     

    Evitar machucar o animal

    Especialmente em animais que se queixam ao simples toque, mas também observando cuidados mínimos em todos os animais, procure evitar machucar o animal, respeitando as fases acima, efetuadas com o cuidado necessário na pressão, na colocação da cânula, no massageamento e na limpeza do excesso.

    Evite pressões excessivas (o grito do animal é o sinal importante de que está havendo alguma força a mais), movimentos bruscos e pressa. No caso da colocação do algodão ou papel para retirar o excesso, não há necessidade de forçar seu dedo no interior do canal auditivo do animal, apenas se deve colocar o algodão e fazer um movimento circular delicado para promover a limpeza – é mais o algodão que seu dedo que entra no ouvido do animal. Não piore a condição do animal, portanto! Saiba que limpezas bruscas podem até provocar a perfuração do tímpano do animal, o que inevitavelmente o levará à surdez.

    Como o pH do produto é neutro, não há nenhum perigo de que a limpeza agrida a pele das orelhas dos ‘pets’.

    Agentes para diminuir ou amolecer o cerume dos ouvidos (ceruminolíticos)

    Os ingredientes do produto são suaves. Eles foram tratados e tornados acessíveis ao público para ajudar na limpeza do ouvido dos ‘pets’ sem causar neles qualquer alergia tampouco irritar a pele ou o pelo dos animais.

    O produto citado contém três agentes ceruminolíticos, ou agentes que ajudam a diminuir ou amolecer o cerume dos ouvidos, que é a cera dos ouvidos, aquela substância meio líquida, meio pastosa, grosso, gordurosa e amarelada que se forma no conduto auditivo externo. São eles: o transcutol V, a glicina capriloil e o álcool isopropílico.

    O transcutol V interfere na integridade do cerume, ou seja, promove o processo de liberação das aderências do cerume da superfície onde está instalado, que é o ouvido do animal.

    A glicina capriloil agiliza o processo de limpeza através do processo de emulsão (que provoca a dispersão de um líquido em outro não imiscível – que não se mistura – com ele) dosdebris celulares, que são fragmentos de células que ocorrem por alguns motivos, entre os quais a necrose de células – no cerume, isso é bastante comum. O cerume normal é necessário para proteger o ouvido de poeira e micro-organismos que podem causar infecções no ouvido. O problema é o excesso, que é comum em ‘orelhas abafadas’, como as dos ‘cockers’, por exemplo. A retirada de cera deve ser adequada, não havendo retirada contínua, porque, quanto mais cera se retira, mais as glândulas sebáceas a produzem, como forma de compensação. A retirada sem critério pode provocar o que o excesso de cera também provoca: otites e até surdez. O uso do produto uma vez por semana visa a dar a adequada limpeza, sem excesso, do cerume.

    O álcool isopropílico, também auxiliar na emulsão dos debris celulares, tem função adstringente, ou seja, de compressão dos tecidos e diminuição das secreções do ouvido.

    Na composição do produto, entram também: calêndula, glicerina, labrasol, fragrância de limão, polisorbato 80, TRIS, glicina undecilenoil e água.

    A calêndula e a glicerina têm duas funções: são umectantes (provocam umedecimento da pele) e emolientes (provocam amolecimento da delicada pele para o efeito desejado de favorecer a dissolução do excesso de cera e seu escorrimento).

    O labrasol é um agente que favorece a emulsão e a solubilidade da glicina capriloil e do álcool isopropílico.

    A fragrância de limão colabora para o controle do odor da superfície do ouvido.

    O polisorbato 80 é um conhecidíssimo estabilizante e emulsificante.

    O TRIS – abreviação de tris(hidroximetil)aminometano, é um produto muito usado em géis para manter o pH estável, ou seja, para evitar alterações bruscas do pH natural de uma superfície.

    A glicina undecilenoil é um lipoá4cido, que facilita a manutenção do pH normal da orelha, que é ácido. É mais eficiente do que produtos à base de ácidos láticos, tendo havido já estudos em pessoas, com resultados mais favoráveis aos lipoácidos.

    A água, o solvente universal, usada na formulação do produto, possibilita, no caso de produtos para tratamento de otites, a higiene da orelhaantes da utilização desses produtos.

    Frequência da limpeza

    A recomendação normal é de uso uma vez por semana para limpeza, mas esse período pode ser reduzido segundo orientação veterinária. Não contrarie a orientação do veterinário nem aplique o produto, se não tiver a devida orientação, em períodos mais frequentes do que uma vez por semana, para evitar justamente o efeito de retirada indiscriminada do cerume, o que provocará também efeitos nocivos à audição do seu animal.

    Conservação do produto

    Deve-se conservar sempre o produto em sua embalagem original, fechada e em local seco, ao abrigo da luz e umidade. Ele não deve ser armazenado junto a produtos tóxicos.

    Contraindicações e precauções

         Não se deve utilizar nenhum tipo de produto de limpeza nos casos onde houver suspeita de ruptura da membrana timpânica ou presença de erosão da bigorna, um dos três ossículos responsáveis pela comunicação dos sons no ouvido, fenômeno comum em otites médias. A erosão é uma ruptura na superfície de um osso de revestimento (cortical). O veterinário deve ser imediatamente consultado.

    Excelente avaliação do produto

         Um procedimento avançado para diagnóstico de problemas de ouvido usado por veterinários é a videotoscopia. Com ela, avalia-se o ouvido externo e a membrana timpânica com imagens bem mais detalhadas que o otoscópio tradicional. Infecções, inflamações, tumores, ruptura da membrana timpânica e otite média são os possíveis diagnósticos encontrados neste exame.

         Quando verificada com videotoscopia, os escores citológicos (que marcam a redução de debris celulares) foram melhores com o Sonotix® na comparação com um produto concorrente. O estudo mostrou, por exemplo, a aplicação numa fêmea da raça cocker inglês, de 5 anos, apresentando a redução após 30 minutos da aplicação do produto, do escore citológico de 7 para 4; o resultado após uma semana reduziu o índice para 1. Já, num labrador retriever macho de 3 anos e meio, menos sujeito ao problema do que cockers, o produto concorrente chegou aos respectivos escores: 6 (no momento da aplicação), 5 (após 30 minutos) e 3 (após uma semana). Os índices de redução, comparativamente foram:

    Tempo

    Sonotix®

    Concorrente

    Após 30 minutos

    42,85% de redução

    16,66% de redução

    Após uma semana

    85,71% de redução cumulativa

    33,33% de redução cumulativa

     A vantagem sobre o concorrente é de 2,5 vezes mais eficiência do Sonotix®.

     Fale com seu veterinário. Se ele não conhecer o produto, indique o estudo acima apontado (“Chegou Sonotix”). O seu animal bem como os tratados por ele podem se beneficiar muito com o uso deste produto inovador.

     

  • Como limpar a orelha do seu cachorro ou gato?

    Como limpar a orelha do seu cachorro ou gato?

    Vocês costumam verificar sempre a orelha dos seus bichinhos? Aposto que você já viu eles coçando a orelha várias vezes por dia, mesmo sem ter nenhum problema aparente.

    Quando nós humanos estamos com excesso de cera no ouvido, não escutamos direito, não é mesmo? Sabia que o mesmo acontece com os animais? 

    O caso deles precisa de mais atenção por ter uma cavidade maior que a da nossa orelha, podendo juntar mais sujeira, cera e até alguns parasitas como o carrapato.

    Existem produtos que podem te ajudar nessa hora tão importante da higienização das orelhas do seu bichinho. 

    E a nossa sugestão é o Sonotix! Uma solução auricular de limpeza profunda para cães e gatos, que tem como diferença para outros produtos a tripla ação:

    • Remove o cerúmen de modo rápido e eficaz;
    • Mantém os ouvidos saudáveis;
    • Neutraliza o odor, deixando uma agradável fragrância de limão nas orelhas dos bichinhos.

    5d00a953235c07ee0921fde5f134e974 | Manual Pet 

    Componentes e indicações

    Os componentes deste produto são:Calêndula, Glicina Capriloil, Glicerina, Álcool isopropílico, Labrasol, Fragrância de limão, Polissorbato 80, Transcutol V, TRIS, Glicina undecilenoil e Água. Ele é indicado para limpar e ajudar a remover a cera dos ouvidos de gatos e cães, como parte de um programa de higiene de rotina ou antes da utilização de produtos para o tratamento de otites externas em cães e gatos. Como possui um pH neutro e é livre de parabenos, é um excelente auxiliar para que seu animalzinho tenha sempre as orelhas saudáveis.

    d96168da7a0c5304b3863640b3ff728b | Manual Pet

    Modo de usar e precauções

    É simples aplicar o produto – inclusive a embalagem traz as instruções passo a passo, ilustradas. Primeiro, deve-se colocar o produto no canal auditivo, massageando gentilmente de baixo para cima as orelhas do animal, para ajudar a soltar e remover os resíduos e deixando que o animal chacoalhe a cabeça. O final do procedimento consiste em limpar o excesso do produto com um lenço de papel ou um chumaço de algodão e, se necessário, repetir o procedimento (ver figura 1 abaixo). A indicação é para limpeza uma vez por semana ou a critério do veterinário.

    fe958cc18f43d117e12b25e3563d4c7b | Manual Petfe958cc18f43d117e12b25e3563d4c7b | Manual Pet

    Figura 1: Reprodução da embalagem, na parte que contém as instruções.

     

    Na aplicação do produto, use apenas os dedos, jamais hastes flexíveis de algodão. Caso haja algum problema, interrompa o tratamento e consulte um veterinário. O produto é para uso externo e apenas em animais, sendo que o contato com os olhos deve ser evitado – caso ocorra, enxágue bem a região. Ele não deve ser ingerido e deve ser mantido longe das crianças e dos próprios animais. A cânula de aplicação deve ser lavada tão somente com água após o uso. E as mãos do aplicador também devem ser lavadas após o contato com o produto.  Finalmente, o produto deve ser mantido a uma temperatura abaixo de 30°C. O frasco contém 120 ml e é encontrado em grandes redes de produtos para animais, também em fornecedores pela internet.

    (Confira no site da Vetoquinol: https://www.vetoquinol.com.br/content/sonotix®).

     

     

  • Uvas e passas, meu pet pode comer?

    Uvas e passas, meu pet pode comer?

    Este é um caso de alimentos perigosos que podem facilmente enganar você, pois seu cão provavelmente comeu algumas uvas ou passas sem problemas. Mas é um hábito arriscado. Uvas “in natura” e passas são conhecidas por causar insuficiência renal em cães. Os rins do seu cão podem começar a apresentar insuficiência, o que lhe provocará vômitos e letargia e, eventualmente, pode levá-lo à morte. É melhor manter as uvas “in natura” e as passas fora do alcance do seu cão.

  • Alimentação para o seu pet!

    Alimentação para o seu pet!

    Será que cachorro pode comer a comida de gente? Para evitar qualquer problema, o melhor é sempre fazer algo especialmente para eles, e foi o que foi demonstrado no episódio 6 do Manual Pet (clique aqui), quando  fizemos uma receita de um biscoito para cachorro.

    É algo simples, barato e pode ajudar nestes tempos de quarentena – também em tempos mais normais. Obviamente, não é só o biscoito especial feito para os cães que pode ser dado como alimento, já que, com moderação e sabendo o que se está dando ao animal, alguns alimentos in natura e algumas receitas de alimentos humanos podem ser compartilhadas, na devida medida, com os cães.

     

    Você sabe o que pode e o que não pode dar como alimento a seu cão ou gato?

    Não é nada incomum humanos darem algo de seu alimento a seus animais de estimação.

    Como devemos sempre buscar a melhor orientação, cabe sempre procurar conhecer quais alimentos são adequados e quais não devem ser nunca dados aos pets, porque há alimentos que podem até matar o animal.

    Sim, e isso tem o significado exato do termo ‘matar’, sem nenhum exagero. Certas substâncias não são digeridas pelos animais, são verdadeiros venenos para eles.

     

    Além da ração

    Os donos podem achar monótono demais um ser que eles amam ficar sempre comendo a mesma coisa, ou seja, a mesma ração. Só que normalmente a ração já fornece todos os ingredientes necessários para que o animal tenha uma vida saudável.

    De vez em quando, algum alimento humano pode até ser introduzido à dieta do animal, mas, para isso, deve-se ter a adequada orientação.

    O importante é saber que a ração é insubstituível. Isso significa que outros alimentos são apenas complementos, algo como petiscos, para o pet, nunca uma refeição balanceada e completa, como é a ração.

    Se o animal apresentar algum tipo de alergia a um componente de uma determinada ração, o melhor é procurar um veterinário que possa orientar quanto à melhor ração, com componentes nutricionais que atendam às necessidades do animal, sem o incomodarem com o problema da alergia. Há, inclusive, veterinários que conhecem muito bem determinadas raças, alguns até são criadores e sabem muito especificamente o que pode servir melhor ao bichinho.

     

    Alimentos simples, sem tempero

    Uma das frutas mais apreciadas pelos pets é a banana. Cortada em pequenos pedaços, vai bem como petisco (aliás, vai muito bem). Não se preocupe, que eles não comem as cascas, no caso de roubarem da fruteira alguma banana (experiência com o Ian, o cocker branco e laranja que aparece em alguns episódios do Manual Pet: ele roubou duas da fruteira e conseguiu comê-las sem tocar nas cascas! E o mais engraçado: ele já é um senhor de 13 anos, mas continua aprontando!).

    Uma segunda fruta, saborosa e que também vai bem, se cortada em pedacinhos, como petisco, é a manga. Notem: pequenas quantidades, sempre, mas jamais manga verde. A preocupação com o caroço existe, principalmente para animais que gostam de ficar roendo tudo. Sempre é bom alertar: os humanos não devem permitir o acesso dos pets aos caroços das mangas – assim como as cascas de banana, nunca se sabe o que eles aprontarão.

    A terceira fruta permitida é a melancia – SEM SEMENTES. E deixamos claro para quem tem preguiça de limpar a melancia de suas sementes: se os humanos não as comem, por que deveriam achar que seus pets as ingeriram?

    Uma folha que pode ser ministrada e que é ótima para cães com problemas digestivos é a alface, que pode ser ministrada junto com a ração, picada e sem absolutamente nenhum tempero. Um apaixonado por cães e que às vezes faz uns biscoitinhos para eles sempre adverte que a quantidade de sal  para uma salada humana não se coaduna jamais com um animal que tenha uns 5 a 15 quilos apenas. O mal que um tempero pode fazer a seu pet  pode ser enorme. Então, nada de temperos quando der qualquer alimento humano a seu cão.

    A maçã, sem as sementes, também é ótima fruta.

    Os tomates, apenas os vermelhos, bem maduros, e sem sementes. Os verdes jamais, porque contêm uma toxina presente nas partes verdes da fruta, chamada glicoalcalóide, absolutamente danosa, em qualquer quantidade, aos pets. Também jamais dar tomates com temperos. Cozidos são o ideal, servindo como petisco, sendo que mesmo quantidades razoáveis não fazem mal ao seu pet, mas evite substituir uma refeição balanceada por apenas tomates.

    Uvas jamais: uma quantidade muito pequena, como somente 6 uvas (sic) podem causar insuficiência renal aguda no seu pet.

    Cebola é extremamente indigesta para os pets: o tiossulfato presente nas cebolas é tóxico para os animais, que podem desenvolver  anemia.

    Finalmente, a fruta talvez mais letal é o abacate. Em quantidades razoáveis, pode levar a um desarranjo intestinal grave e até à morte do animal.

     

    Os alimentos processados

    Ah, mas não pode chocolate?

    Não, não e não.

    Se humanos podem ser chocólatras, cães jamais podem chegar perto de chocolate. A teobromina, principal componente desse alimento processado, não é digerida pelos pets. A dose daninha é a de 100 a 150 miligramas por quilo de seu peso corporal, mas não se deve nem começar a gerar o hábito.

    O leite, outro alimento processado que curiosamente alguns ministram a animais, especialmente a filhotes, não é aconselhável, porque os pets não conseguem digerir a lactose, que é praticamente a alma do leite e de seus derivados, a qual pode causar-lhes, entre outros problemas digestivos, diarreia.

    E aquele pedaço de pizza? Da última vez, ele passou bem, não aconteceu nada! Só que é bom saber que isso nem sempre pode acabar bem. Prevenir é sempre melhor do que remediar, porque nem sempre é possível remediar. Alimentos processados, especialmente os comprados já para imediato consumo, contêm temperos, que não são bem assimilados pelo organismo dos pets.

    Na dúvida sobre alimentação, a consulta ao veterinário é sempre o melhor caminho. Seja um dono responsável, procure a orientação devida, sempre!

  • Microchipagem

    Microchipagem

    Um importante método de identificação de animais, a microchipagem

    Há muita gente que pergunta sobre a necessidade da identificação de um animal de estimação. Antes mesmo de se pensar em um método específico, podemos já responder que é importante identificar seu animal porque, se ele se perder, é muito mais provável ele ser encontrado se estiver com algum tipo de identificação. A aplicação do microchip veterinário ou microchipagem é atualmente o melhor método de identificação permanente de um animal.

     

    E o que é, afinal, a microchipagem e como funciona?

    Um microchip é um método permanente de identificação eletrônica. O chip em si é muito pequeno – do tamanho de um grão de arroz – e é implantado por via subcutânea (logo abaixo da pele) entre as omoplatas na parte de trás do pescoço do animal. A coleira não é um método de identificação infalível, por isso, ela deve ser utilizada em conjunto com o microchip.

    A aplicação do microchip é praticamente indolor, sendo ele inserido por uma injeção com uma agulha hipodérmica que causa o mesmo desconforto de uma injeção qualquer, e sempre devem ser utilizados materiais descartáveis e esterilizados, de acordo com os melhores protocolos veterinários, podendo ser aplicado em cães, gatos, cavalos, aves e até répteis. Ele é obrigatório para cães e gatos que vão viajar, participar de exposições, também para animais comercializados nascidos no município de São Paulo.

    Cada chip possui um número exclusivo, que é detectado usando um scanner de microchip. O número do microchip é registrado em um banco de dados de microchips com detalhes sobre o animal e o proprietário. Os donos de animais precisam garantir que seus detalhes de contato sejam registrados no banco de dados com relação ao número do microchip do animal. Se o seu animal de estimação sumir ou se perder, veterinários, abrigos de animais, como o da União Internacional Protetora dos Animais, centros de resgates, como o Centro de Controle de Zoonoses, e até postos policiaissubmeterão o animal a um aparelho digitalizador para verificar a presença de algum microchip, o que tornará possível a identificação através do banco de dados e o contato com o tutor do animal. Nas melhores localidades onde é aplicado o microchip, o tutor recebe um certificado de propriedade e uma tarjeta com código de barras.

    As vantagens de aplicação do microchip são:

    – Você só paga uma vez, que é no momento da aplicação;

    – O microchip não precisa de recarga, pois ele só será ativado pelo leitor;

    – É impossível que o animal perca o microchip;

    – Ele funciona por toda a vida do animal;

    – Não é necessário realizar nenhum tipo de manutenção.

     

    É muito importante manter os dados de contato dos tutores atualizados no banco de dados para que, se houver mudança de residência ou do número de telefone, ainda assim o tutor possa ser contatado no caso de o animal se perder ou sumir. Embora não tenha a função de GPS (Global Positioning System, ou Sistema de Localização Global), o microchip funciona como um rastreador que é útil no caso de furto do animal, por causa da leitura digital do número de identificação único, que garante que o animal é, sem dúvida, aquele que foi registrado no banco de dados. Também se um animal de estimação passar a ser cuidado por um novo tutor, este novo tutor deve garantir que seus detalhes de contato sejam registrados no banco de dados.

     

    Como alterar os dados de contato?

    A maneira mais fácil de alterar seus dados de contato é pesquisar no website do local em que você instalou o produto. Quando o aplicar, certifique-se de ter o endereço virtual do local de armazenamento dos dados, para eventuais alterações. Alguns websites já dispõem de formulário de alteração de dados no próprio portal.Se houver dificuldade em localizar o número de registro do animal, deve-se entrar em contato com o implantador do microchip.

     

    Obrigatoriedade legal

    Na cidade de São Paulo, a lei 13.131, de 18 de maio de 2001, obriga a que todos os proprietários de cães e gatos tenham que registrá-los no Centro de Controle de Zoonoses, onde os animais, cumpridos vários requisitos, principalmente quanto às vacinas, receberão uma plaquinha de identificação, assim como os tutores receberão uma carteira com um número do Registro Geral do Animal (RGA).

    Canis e gatis da cidade de São Paulo, a partir de uma lei de 2007, só podem comercializar ou fazer doação de animais se estes forem previamente microchipados e esterilizados.

    Já foi aprovado no final de 2018 projeto de lei que prevê a obrigatoriedade da microchipagem de cães e gatos na cidade de São Paulo, para evitar o grande número de animais abandonados. No entanto, o projeto ainda não foi sancionado pelo prefeito, ou seja, ainda não se transformou em lei. Em outros Estados do Brasil, há várias iniciativas nesse sentido.

    Também em Portugal, por exemplo, uma lei determina que até o final de 2021, todos os animais domésticos devam ter implantado um microchip. Na cidade de São Paulo, um dos dados que constará obrigatoriamente do banco de dados será o número do RGA. As autoridades podem, por meio dessas identificações obrigatórias, promover uma pesquisa correta sobre a população de cães e gatos das cidades e promover campanhas de saúde pública, por exemplo, de prevenção contra zoonoses.

     

    Será que o animal vai sofrer durante a aplicação?

    c603d989afdd5c81faffb13748722147 | Manual Pet

    Há quem alegue que não se deve aplicar o microchip, porque é um procedimento invasivo, ou seja, que, entre outras coisas, causa dor. O microchip é um procedimento rápido (leva apenas alguns segundos), seguro e simples, e praticamente só causa um mínimo desconforto. Alguns filhotes de cães e gatos podem recuar ou gritar quando o chip é implantado, no entanto, a dor é mínima e de curtíssima duração, e a maioria dos animais a esquece muito rapidamente. Os benefícios do microchip na identificação do animal, em caso de sumiço ou perda, superam qualquer desconforto mínimo e momentâneo. É bem pior, até para o animal, perder o convívio de seus tutores, do que uma dor de alguns segundos.

     

    A melhor época para o implante

    Idealmente, o gato ou cachorro deve ser microchipado antes da compra ou adoção. Essa é a melhor maneira de rastrear efetivamente a origem do animal. No entanto, se o seu animal de estimação ainda não tiver um microchip, recomendamos que você marque uma consulta com seu veterinário para que ele seja microchipado (mesmo nas cidades onde o microchip ainda não é obrigatório). Algumas organizações de bem-estar animal também podem microchipar animais de estimação.

     

    Onde posso microchipar meu animal de estimação?

    4dd577dad12ac1ad7bae722e768d28f4 | Manual Pet

    Somente implantadores de microchip autorizados têm permissão para microchipar animais. Veterinários e organizações de bem-estar animal são alguns desses locais onde se podem microchipar animais.