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  • A caixinha de areia do gato: onde colocar?

    A caixinha de areia do gato: onde colocar?

    Ao contrário dos humanos, os gatos podem, sim, mudar o banheiro de lugar. Eles podem não conseguir adaptar as necessidades deles se você não souber observar alguns hábitos dos felinos domésticos ao não colocar as caixinhas de areia nos lugares mais adequados, que, sim, existem. Longe da comida e num lugar reservado, fora do caminho dele Assim como nenhum ser humano decente gosta de fazer as suas necessidades ao lado de sua geladeira ou até mesmo ao lado de sua mesa de jantar com o seu prato favorito lá, também o seu gato preferirá distância entre a área de sua comida e a área de suas necessidades, ou seja, o banheiro e a cozinha do gato nunca ficam no mesmo lugar.  Também a caixa não pode estar obstruída nem ficar justamente no caminho em que ele frequenta nas andanças pela casa, porque gatos amam um lugar privado para suas necessidades, embora, indiscretos, adoram ficar espiando os seus humanos nas suas privadas – não gostam de palco para si, mas para seus humanos, tudo bem.

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    Uma caixinha em cada andar

    Se você mora em uma casa com mais de um andar, facilite a vida do seu gato: faça com que a corrida ao banheiro seja menor e dê-lhe alternativas, caso ele não queira usar uma delas ou se você, sem querer, bloquear o acesso a uma das caixinhas. Imagine você mesmo, apertado, querendo usar o banheiro, e a sua esposa ou o seu marido ou alguém da casa há mais de uma hora tomando banho, sem alternativas… O gato é um animal de hábitos de higiene bem rígidos, ou seja, ele é bem limpo. Sem uma caixinha, a situação é absolutamente dramática para ele, que não sabe o que fazer. Evite pânico no animal e incômodo para você: facilite o que puder para ele ter a caixinha de areia acessível.

     

    Caixas fechadas? Barulho e calor? Não, sossego e limpeza, por favor!

     

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    O meu gato me avisou que não quer ficar preso no banheiro, que agonia! Existem, sim, caixas fechadas, mas o seu gato pode se sentir incomodado ao não conseguir encontrar uma saída de lá. Imagine o seu incômodo ao ter que, a toda ida dele ao banheiro, ter que socorrê-lo para retirá-lo de uma caixa fechada! Você vai nos agradecer pela dica, e seu gato, muito mais. Tampouco coloque a caixa perto de aparelhos que façam muito barulho ou que transmitam calor, como máquinas de lavar ou de secar, só para citarmos dois exemplos. O barulho pode assustar o seu gato, e o calor pode intensificar o cheiro das fezes do animal, o que não é lá muito agradável para o seu gatinho, tampouco para você. Sossego e limpeza é o que todos querem, não é, mesmo?

  • Como limpar a orelha do seu cachorro ou gato?

    Como limpar a orelha do seu cachorro ou gato?

    Vocês costumam verificar sempre a orelha dos seus bichinhos? Aposto que você já viu eles coçando a orelha várias vezes por dia, mesmo sem ter nenhum problema aparente.

    Quando nós humanos estamos com excesso de cera no ouvido, não escutamos direito, não é mesmo? Sabia que o mesmo acontece com os animais? 

    O caso deles precisa de mais atenção por ter uma cavidade maior que a da nossa orelha, podendo juntar mais sujeira, cera e até alguns parasitas como o carrapato.

    Existem produtos que podem te ajudar nessa hora tão importante da higienização das orelhas do seu bichinho. 

    E a nossa sugestão é o Sonotix! Uma solução auricular de limpeza profunda para cães e gatos, que tem como diferença para outros produtos a tripla ação:

    • Remove o cerúmen de modo rápido e eficaz;
    • Mantém os ouvidos saudáveis;
    • Neutraliza o odor, deixando uma agradável fragrância de limão nas orelhas dos bichinhos.

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    Componentes e indicações

    Os componentes deste produto são:Calêndula, Glicina Capriloil, Glicerina, Álcool isopropílico, Labrasol, Fragrância de limão, Polissorbato 80, Transcutol V, TRIS, Glicina undecilenoil e Água. Ele é indicado para limpar e ajudar a remover a cera dos ouvidos de gatos e cães, como parte de um programa de higiene de rotina ou antes da utilização de produtos para o tratamento de otites externas em cães e gatos. Como possui um pH neutro e é livre de parabenos, é um excelente auxiliar para que seu animalzinho tenha sempre as orelhas saudáveis.

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    Modo de usar e precauções

    É simples aplicar o produto – inclusive a embalagem traz as instruções passo a passo, ilustradas. Primeiro, deve-se colocar o produto no canal auditivo, massageando gentilmente de baixo para cima as orelhas do animal, para ajudar a soltar e remover os resíduos e deixando que o animal chacoalhe a cabeça. O final do procedimento consiste em limpar o excesso do produto com um lenço de papel ou um chumaço de algodão e, se necessário, repetir o procedimento (ver figura 1 abaixo). A indicação é para limpeza uma vez por semana ou a critério do veterinário.

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    Figura 1: Reprodução da embalagem, na parte que contém as instruções.

     

    Na aplicação do produto, use apenas os dedos, jamais hastes flexíveis de algodão. Caso haja algum problema, interrompa o tratamento e consulte um veterinário. O produto é para uso externo e apenas em animais, sendo que o contato com os olhos deve ser evitado – caso ocorra, enxágue bem a região. Ele não deve ser ingerido e deve ser mantido longe das crianças e dos próprios animais. A cânula de aplicação deve ser lavada tão somente com água após o uso. E as mãos do aplicador também devem ser lavadas após o contato com o produto.  Finalmente, o produto deve ser mantido a uma temperatura abaixo de 30°C. O frasco contém 120 ml e é encontrado em grandes redes de produtos para animais, também em fornecedores pela internet.

    (Confira no site da Vetoquinol: https://www.vetoquinol.com.br/content/sonotix®).

     

     

  • Como cuidar de seus pets no isolamento imposto devido ao corona vírus

    Como cuidar de seus pets no isolamento imposto devido ao corona vírus

    Não abandone o seu pet!

    Como cuidar de seus pets no isolamento imposto devido ao corona vírus

    Pessoas estão abandonando cachorros na rua devido ao desespero que envolve a falta de dinheiro nestes tempos de quarentena. Isso está acontecendo inclusive no Brasil.

    Nos EUA, estão, ao contrário disso, adotando animais. Sim, há alternativas para tudo. E, para cuidar de animais com redução nos gastos, sem prejudicar a saúde deles nem a de seu bolso, é possível. Mais que dinheiro, falta imaginação, trabalho, solidariedade e conhecimento.

     

    Coronavírus em cães e gatos

    É importante afirmar que as evidências de animais de estimação contraindo covid-19 de seus donos permanecem extremamente raras, com apenas dois casos (em gatos) relatados globalmente. O risco de infecção humano-animal é muito pequeno. No entanto, o vírus pode ser transmitido de pessoa para pessoa através de superfícies como os pelos, a coleira e a guia de um cachorro.

    As informações são as mais atualizadas, até o momento, o que significa que pode haver mudanças, algo que demandaria também nossos esforços para que todos fiquem informados, e é o que pretendemos fazer.

    Temos plena consciência de que, diante das circunstâncias atuais, muitos donos de animais podem estar lutando para cuidar do animal. Mesmo que você não esteja nesta situação difícil, procure estar atento e acompanhar e ajudar a quem precisa de ajuda, ainda que seja apenas compartilhando informações.

     

    O que fazer com seu animal de estimação durante a quarentena

    Se você não testou positivo para coronavírus e não foi solicitado a ficar em auto isolamento, continue interagindo com seu cão ou gato normalmente e siga as orientações sérias oficiais sobre como se comportar durante a quarentena.

    De acordo com os conselhos da Public Health England, do Reino Unido,amparadas na Organização Mundial da Saúde, você deve adotar boas práticas de higiene, que incluem lavar bem as mãos com água e sabão antes e depois de tocar em seu cachorro ou gato, ou em alimentos, brinquedos, caminhas, ou nas roupas de cama de todos da casa. Você também deve evitar beijar seu cão ou gato, ou ser lambido por eles ou compartilhar comida com eles.

    Mesmo que não haja evidências de que o coronavírus possa ser transmitido por animais de estimação, lavar as mãos dessa maneira pode ajudar a protegê-lo contra infecções comuns que podem passar entre animais e humanos.

     

    Saídas com o pet

    Você pode sair de casa para se exercitar uma vez por dia e combinar isso com passear com o cachorro. Ao fazer isso, é importante minimizar o tempo gasto fora de casa e ficar a dois metros de distância de qualquer pessoa fora de sua casa.

    Você também pode deixar sua casa para cuidar ou ajudar uma pessoa vulnerável. Isso inclui passear com um cachorro para alguém que não consegue sair de casa porque prefere se isolar ou está em algum grupo de risco. Lembre-se de lavar as mãos antes e depois de manusear o cachorro e mantenha-o a 2 metros de outras pessoas e animais, inclusive ao entregá-lo ao proprietário.

     

    Para as necessidades específicas do seu pet

    Lembre-se de que seu cão ou gato ainda precisará sair para usar o banheiro, porque alguns têm já o hábito estabelecido de fazer suas necessidades em um lugar específico fora da casa ou numa área especial, como um cantinho em algum aposento adaptado para isso; portanto, mantenha sempre higienizada e em condições de uso a área externa da casa ou o ‘banheirinho’ do animal no apartamento.

    Todas as viagens não essenciais aos veterinários devem ser evitadas. Se o seu cão ou gato precisar de tratamento urgente, você pode providenciá-los por sua conta, mas lembre-se de lavar as mãos e permanecer a 2 metros de qualquer pessoa fora de sua casa. Você deve ligar para o veterinário antes de ir vê-lo.

    Fale com seu veterinário ou médico por telefone ou por outra comunicação à distância viável se precisar de mais conselhos ou consulte as páginas de conselhos dos serviços públicos dedicados a isso  (como o Centro de Controle de Zoonoses, por exemplo) para obter as informações mais atualizadas.

    Finalmente, no caso de uma recomendação mais ampla de auto isolamento entrar em vigor, ou de que você ou um membro de sua família seja especificamente solicitado a se auto isolar, verifique se você tem um bom suprimento da comida de seu cão ou gato e / ou de qualquer medicamento imprescindível.

     

    Passear com o cachorro de outra pessoa

    Você só deve passear com o cachorro de outra pessoa se, devido às circunstâncias individuais, a pessoa não puderfazer isso por conta dela.São os casos de pessoas que são trabalhadores essenciais (funcionários da área da saúde ou de serviços públicos de segurança, só para citar dois exemplos), em grupos de risco ou com confirmação ou suspeita de ter contraído o coronavírus. Solidariedade e cuidados são importantes, um sempre ao lado do outro, não sendo negado nem ao outro nem a si mesmo nenhum desses dois importantes aliados no combate ao terrível mal que está, de fato, acometendo a humanidade. Não negue solidariedade, mas não negligencie os cuidados!

    De modo geral, deve ser considerada cada situação individual e como deve ser feita a proteção tanto a você quanto à pessoa que você está ajudando. 

    Combine, com antecedência, com a pessoa como será a atividade, inclusive a duração da caminhada. Assegure-se de medidas de higiene antes e depois do passeio, mas também durante ele.

    Procure assear com o cachorro na área circundante da casa do proprietário e, idealmente, em uma pista. Você não deve dirigir para um local para depois passear.

    Encontre uma maneira de pegar e devolver o cão com segurança, de maneira a manter uma distância de dois metros entre você e outras pessoas e minimizar o tempo gasto na casa do proprietário.

    Nunca ande com cães de famílias diferentes ao mesmo tempo.

    Lave as mãos por 20 segundos usando água e sabão antes de sair de casa.

    Use luvas pela duração de qualquer contato e descarte-as após o uso.

    Use uma guia diferente da que estiver eventualmente sendo fornecida pelo proprietário, a qual você, obviamente, deve dispensar.

    Peça a alguém da casa para abrir e fechar as portas para você.

    Não lide com mais nada, como seu telefone, durante qualquer momento do contato.

    Sempre que possível, minimize o contato com o cachorro.

    Mantenha sua distância social enquanto caminha, mantenha-se em áreas tranquilas e não permita que outras pessoas ou animais de estimação entrem em contato com o cão.

    Lave a guia com água e sabão depois que o cão for devolvido.

    Lave as mãos por 20 segundos usando água e sabão tão logo seja possível. 

    Ao passear com o cachorro de uma pessoa contaminada ou com suspeita de contaminação, é especialmente importante proteger sua saúde: evite contato com pessoas da casa, mantendo pelo menos 2 metros de distância de outras pessoas.

    Mantenha o cão no trajeto a ser feito, evitando que ele entre em contato com alguém ou outros animais.

    Limpe o cão com um lenço descartável para animais ou um pano limpo e úmido antes de devolvê-lo à casa dos donos, para reduzir o risco de levar problemas aos ocupantes da casa.

    Ao passear com um cachorro em uma casa onde as pessoas têm ou são suspeitas de ter coronavírus, é especialmente importante proteger a si e aos outros: também o contato com outras pessoas é a primeira providência, sempre nos 2 metros de distância se houver necessidade de uma interação, como a óbvia retirada do animal para o passeio.

    Limpe o cão com um lenço descartável para animais de estimação ou um pano limpo e úmido antes da caminhada.

    Mantenha o cão no trajeto a ser feito, evitando que ele entre em contato com alguém ou outros animais.

    Tome cuidado ao se limpar depois de limpar o cão;carregue sempre um frasco de álcool em gel para sua higienização rápida, enquanto não conseguir lavar bem as mãos com água e sabão.

     

    E se você precisar de isolamento?

    Em primeiro lugar, há muitas coisas que você pode fazer para garantir que seu cão ou gato seja o mais seguro possível, por isso, a primeira medida é: não entrar em pânico – aliás, pânico, de maneira geral, na vida, praticamente nunca ajuda em nada.

    Se possível, combine com outra pessoa para cuidar do seu cão ou gato, até que você possa voltar ao normal.

    Sempre adote boas práticas de higiene , que incluem lavar bem as mãos com água e sabão antes e depois de tocar em seu cachorro ou gato, ou em alimentos, brinquedos, caminhas ou nas roupas de cama de todos da casa.

     

    Cuidados específicos com gatos neste período de quarentena

    Os gatos ainda precisarão ter acesso ao ar livre ou a uma bandeja de areia limpa, e os gatos que foram acostumados a sair por aí e voltar, requerem observação especial, ou seja, as regras de higiene devem ser seguidas. Limpar patas é um procedimento mínimo, porque eles têm contato com o chão e vários espaços públicos potencialmente perigosos. 

    No caso de atividades, são recomendáveis as informações da matéria COMO ENRIQUECER O AMBIENTE DE SEU GATO do nosso portal.

    Apenas sugerimos uma atividade que é uma espécie de simulação de caça, que á principal atividade do gato na natureza.

    Para um gato doméstico, você pode simular essa ocupação usando iscas. A ideia é apresentar a ele algo que pareça ser um obstáculo ao objeto a ser caçado a partir de um ataque a ele ou ao obstáculo a fim de se chegar ao objeto do desejo.

    Objetos móveis que refletem a luz, esferas brilhantes que se movem até as patas do gato, varas de pesca em miniatura que movimentam um jogo de pelúcia: as soluções para permitir que o gato tenha a simulação de obstáculo e ataque são realmente numerosas.

     

    Cuidados específicos com cães neste período de quarentena

    Talvez você não consiga passear com o cachorro como fazia habitualmente, mas há muitas maneiras de mantê-lo feliz e saudável sem passear, substituindo o exercício por outras atividades, como brincar com ele ou ensinar-lhe um novo truque. Ou por que não experimentar alguns jogos como aqueles conhecidos como jogos cerebrais com seu cão para mantê-los envolvidos?

    Recomendamos a leitura completa da matéria COMO TORNAR MAIS RICO O AMBIENTE DE SEU CÃO no nosso portal.

    A título de ilustração, sugerimos um jogo que faz o cachorro trabalhar para receber uma recompensa, como alimentos ou guloseimas, apresentados sob várias formas: brinquedo rígido para mastigar no qual se podem esconder comida ou guloseimas, dispensador de guloseimas interativo em forma de um brinquedo ou de uma bola. Em canis e com profissionais especializados também é possível obter sugestões.

     

    Banho em casa

    Além de econômica, pode ser uma atividade divertida e que aproxime ainda mais você de seu animal, permitindo-lhe até a observação de como ele se comporta (ou não) nesse momento.

    Recomendamos o segmento que trata desse tema contido no episódio 5 do Manual Pet (que foi ao ar em 31 de março de 2020 no Canal Rural e que foi disponibilizado no Youtube a partir de 1o. de abril de 2020, acessível por https://www.youtube.com/watch?v=JDkWtEy2Uis).

    Aqui apresentaremos dicas sumárias para essa atividade.

    Como está complicado levar o animal para um banho em uma loja, devemos tentar uma saída, porque, do mesmo modo que temos que cuidar de nossa pele, nossos pets também precisam de cuidados com os pelos e a pele deles. A frequência do banho dependerá de alguns fatores relacionados justamente a pelos e pele dos animais. Vejamos a seguir.

    Se o animal estiver com problemas de pele, é melhor comunicar-se com o veterinário para que ele oriente sobre a frequência.

    Para animais com subpelo, como os cães da raça Husky, Malamute do Alasca, Chow-chow, Samoieda, Collie e outros que, como estes, têm pelagem mais densa,  o banho deve ser dado uma vez por mês.

    Os demais, com pelo simples, normalmente devem ser levados à Petshop uma vez por semana. Em casa, o indicado é dar um banho a cada 15 dias, no mínimo.

     

    E as dicas para os banhos domésticos?

    A primeira é usar água morna, mesmo nos dias mais quentes, nunca água gelada nem quente.

    O segundo conselho é evitar correntes de vento no momento do banho, para que o animal não corra o risco de pegar gripe.

    A terceira recomendação é que o animal receba um tratamento de secagem bem demorado, primeiro com a toalha, depois com o secador, de modo que ele não fique com os pelos úmidos, o que favorece a proliferação de micro-organismos que podem causar problemas ao animal.

    Um procedimento de defesa é a colocação de algodão na orelha do animal antes do banho, para evitar que entre água no conduto auditivo, o que pode causar algum tipo de problema decorrente da umidade, como proliferação de fungos, por exemplo. Se você, sem querer, acaba encharcando o algodão, substitua-o, para não deixar que nada úmido incomode o ouvido do animal.

    Outra defesa é evitar que produtos usados no banho, como sabonete, xampu e condicionador, entrem em contato com os olhos, as narinas e a boca do cão, que podem provocar problemas desde irritação até a náuseas no animal.

    Caso seja impossível dar banho em casa, ou você ainda insista na petshop, veja antes como a sua favorita ou aquela em que for possível utilizar tal serviço está trabalhando, para evitar problemas inclusive para você.

    Agora, com os gatos, é mais simples, porque eles precisam de banhos muito menos do que os cães, já que normalmente mantêm hábitos de higiene mais rigorosos por si mesmos. Os banhos têm uma outra frequência: depende também da reação da pele do animal. O menor período aconselhado é de 5 em 5 semanas; o maior costuma ser de 6 em 6 meses. Conhecer seu felino é a melhor dica, junto com as apresentadas acima sobre os banhos domésticos para pets.

     

    Rações

    No mercado, há muitas rações disponíveis. Na internet, acham-se matérias sobre as melhores rações, com preços indicativos de acordo com a quantidade. Há, por exemplo, ração para filhotes, em pacotes de 900 g, com custo inferior a R$ 60,00; ração em pacotes de 7 kg custando R$ 97,90.

    Uma boa pesquisa, inclusive considerando a qualidade da ração, pode determinar a melhor relação entre custo e benefício ao seu animal e ao seu bolso.

    Quanto à ração a granel, é preciso tomar cuidado para verificar o acondicionamento, que, se não for adequado, pode propiciar a proliferação de fungos ou até permitir o aparecimento de algum rato para servir-se da iguaria. Nem sempre o baixo preço compensa. Então, a confiabilidade em quem vende o serviço ainda é o melhor indicador. Saiba economizar.

    O principal é que haja equilíbrio em todos os aspectos, para que medidas drásticas não sejam implantadas, como desfazer-se do animal ou economizar em coisas básicas e imprescindíveis.

     

  • Passeando e brincando com cães na quarentena

    Passeando e brincando com cães na quarentena

    Para os donos de gatos, cuja maioria não sai para passear, a situação não será particularmente difícil no que diz respeito a sair na rua com ele – tudo o que você precisa fazer é fornecer ao seu gato alimentos e acesso à caixa de areia, além de um enriquecimento ambiental (veja nossa matéria a respeito – clique aqui). Mas o que fazer com o cachorro em época de quarentena?

    Se você tiver a oportunidade, caso não queira você mesmo fazer o passeio, peça a alguém conhecido ou a um passeador profissional para passear com o cachorro ou deixe-o aos cuidados de alguém da família ou amigos até que você possa fazer caminhadas novamente. Sempre com os devidos cuidados principalmente para com você e as demais pessoas envolvidas, pois, como veremos, os cães não são afetados pela doença nem a transmitem.

     

    A solidariedade segundo o exemplo da Polônia

    Na Polônia, por exemplo, se um tutor não tiver ninguém por perto para quem possa confiar os cuidados do cão ou pedir ajuda para passear com ele, foram criados grupos em redes sociais, um deles com o curioso nome de “Cachorro na época do corona”, cujos membros oferecem ajuda para passear com o cachorro; em algumas cidades daquele país, há também grupos de apoio, como o “mão visível”, para esses casos.

    Aqui estão algumas regras que os membros do grupo “Cachorro na época do corona” nos lembram. Lembre-se deles quando deixar o cachorro aos cuidados de outra pessoa que o conduzir no passeio.

    1.       Evitar contato com o ser humano

    Evite o contato com a pessoa para quem você passa o cão, de preferência coloque seu animal de estimação do lado de fora da porta com a guia e a coleira, de preferência higienizadas.

    1.       Confie a alguém com proteção

    A pessoa que passear com o cachorro deve usar luvas e evitar tocá-lo.

    Uma boa solução é colocar uma fita vermelha no cachorro, que é um sinal de que o tutor, por várias razões, não deseja que ele seja abordado ( você pode ler mais sobre as fitas de identificação, clique aqui).

    1.       Distância

    Mantenha uma distância mínima de um metro de outras pessoas.

    1.       Horário mais adequado

    Tente sair de madrugada quando houver poucas pessoas nas ruas – de manhã cedo e tarde da noite.

    1.       Sacos

    Colete excrementos de cães nos saquinhos adequados.

    1.       Higiene

    Lave bem as mãos depois de voltar – esfregue-as por, pelo menos, 20 segundos.

    1.       Se enfermo ou idoso com dificuldades, não saia

    Se você estiver doente, fique em casa! Peça ajuda à sua família, amigos ou vizinhos para passear com o cachorro. Você, doente ou idoso com problemas, é mais suscetível a algo que, com imunidade baixa, pode atacá-lo, como esse terrível vírus.

    1.       Máscaras

    Não use uma máscara para cães. Eles não representam perigo para as pessoas. 

    Resumindo: não entre em pânico! Se você precisar passar por quarentena, aproveite a oportunidade para seu cão ou gato ficar com você ou com outras pessoas até que este pesadelo diminua.

     

    Gasto de energia entre quatro paredes

     Se a caminhada for possível apenas de forma limitada devido a quarentena ou a toques de recolher (não devemos nos esquecer de que em alguns lugares as coisas são mais radicais), tente manter seu cão ocupado com as brincadeiras que desafiam os sentidos e a capacidade de resposta de seu cão. Por exemplo, faça os seguintes truques que você pode treinar com seu cão (dicas da treinadora de cães Anja Petrick, da Alemanha, testadas por ela neste duro período de quarentena naquele país e que funcionaram).

    Truque 1: Girar

    O objetivo do truque é que o cão responde ao comando “Girar!” uma vez.

    Processo:

    • Tenha guloseimas em sua mão em uma quantidade generosa – seu cão deve apreciá-las; do contrário, a brincadeira iniciará mal.
    • Guie o cão numa trajetória em círculo atraindo-o com a insinuação de que vai lhe dar a guloseima.
    • Verifique se a trajetória em círculo é grande o suficiente, especialmente para raças maiores e que ainda não têm um treinamento sobre isso.
    • Se o truque funcionar bem com guloseimas, retire-as aos poucos e continue trabalhando com sinais manuais apenas.
    • Gradualmente, deixe o sinal manual “diminuir” até que seja suficiente apenaso comando com apenas um dedo associado ao comando verbal “girar”.

    Esse truque também é bom para cães mais velhos, os quais costumam ser menos ativos. Para cães com movimentos mais rígidos, certifique-se de que o círculo esteja num tamanho adequado a eles (a medida é o cansaço deles: se cansarem demais, reduza o diâmetro do círculo imaginário) e que os cães girem lentamente para que não se machuquem.

    Truque 2: Desafio do focinho

    O objetivo do truque é que o cão coloque o focinho em um círculo que é formado com os dedos do tutor.

     Processo:

    • Forme um “L” com o polegar e o indicador.
    • Atraia o cão com guloseimas para este “L” para que o focinho dele acabe repousando sobre os dedos.
    • Agrade o cão exatamente nessa posição.
    • Atraia o animal reduzindo as guloseimas a cada nova vez.
    • Aumente a distância até o cachorro e corra apenas um passo; depois, cada vez mais longe, dê o comando para ele colocar o focinho no ‘L’ formado por seus dedos.


    Truque 3: Desenrolar o tapete

    O objetivo do truque é que o cão abra um tapete enrolado e se sente nele.

    Processo:

    • Enrole o tapete e coloque nas voltas enroladas algumas guloseimas.
    • Mostre ao cão a primeiro camada enrolada e incentive-o a cutucar o tapete para que ele possa ser estendido (desenrolado).
    • Se isso der certo, vá reduzindo as guloseimas até que exista apenas uma escondida no tapete no final.

    Se você quiser que o cachorro se sente ou se deite no tapete, no fim, crie esse truque de cabeça para baixo:

    • Coloque o tapete no chão e deixe o cachorro sentar-seou deitar-se nele.
    • Se o cachorro fizer isso sozinho, assim que vir o tapete, enrole o tapete por apenas duas voltas, para que o cão apenas dê uma cutucada uma vez para que o tapete seja desenrolado, então dê o comando “Sentar!” ou “Deitar!” (ou qualquer forma de imperativo a que você tenha acostumado seu cão: “Senta”, “Sente”, etc.
    • Continue a sequência de enrolar, desenrolar, sentar-se, deitar-se quantas vezes conseguir e quantas seu animal conseguir reproduzir.
  • Páscoa

    Páscoa

    A Páscoa está chegando, e os chocolates estão em todas as prateleiras de lojas e supermercados. E perdoem-me os publicitários e fabricantes: todos os seus apelos de vendas nunca podem ser direcionados para animais domésticos.

     

    Chocolate não é diversão para animais

    Se o chocolate da Páscoa é divertido para crianças e pais, é muito perigoso para a maioria dos animais, principalmente cães e gatos . Apesar dos avisos, todos os anos o centro de controle de envenenamentos na França, por exemplo,onde se iniciou a tradição moderna de distribuir ovos de chocolate, recebe uma série de telefonemas de donos de cães e gatos muito aflitos porque os seus amigos peludos enfiaram o focinho em algo que tinha os dizeres ‘chocolate’ na embalagem.

     

    Por que o chocolate é tóxico para alguns animais?

    O chocolate é feito a partir de grãos de cacau, os quais contém teobromina e cafeína, substâncias encontradas em sobremesas à base de chocolate. Se para nós esses ingredientes não são prejudiciais (a menos que você tenha um ataque hepático por comer muito chocolate!), eles o são para animais de estimação. O chocolate pode ser mortal para cães, gatos, ratos, papagaios ou cavalos. A teobromina estimula seu sistema nervoso, e o metabolismo desses animais não pode eliminá-lo.

    Quais os riscos envolvidos na ingestão indevida de chocolate?

    Se o animal ingerir muito chocolate, as consequências para sua saúde podem ser catastróficas. Ele causa vômitos, diarréia, convulsões, uma aceleração séria da frequência cardíaca, podendo levar a um ataque cardíaco e, na pior das hipóteses, à morte do animal.

    Se acontecer uma ingestão (não de um tiquinho, mas de algo como metade de uma casca de ovo de Páscoa de 150 g, você deve ligar imediatamente para um centro de controle de zoonoses ou para o seu veterinário, a fim de obter instruções. Observe, no entanto, que a maioria desses locais está fechada nos finais de semana e feriados. Restam os plantões de hospitais veterinários, normalmente encontrados apenas em grandes centros urbanos.

     

    Tratamento de emergência

    Se o seu animal ingeriu chocolate nas últimas 2 horas, você ainda pode induzi-lo ao vômito, porque a digestão não terá ainda iniciado. Para fazer isso, faça-o engolir uma colher de sopa de sal e despeje água em sua boca.

     

    Quanto chocolate é perigoso para um cão ou um gato?

    Quanto mais teobromina no chocolate, mais tóxico é para os animais. O mais perigoso é, portanto, o chocolate preto, que é mais concentrado, em seguida, o chocolate ao leite e, finalmente, o chocolate branco; todavia, nenhum está isento de teobromina, todos são perigosos.

    Não há, na realidade, uma precisão absoluta, porque tudo depende de vários fatores (idade, raça, porte, quantidade ingerida, se houve possibilidade de indução ao vômito, tempo decorrido desde a ingestão, associação com outras substâncias, como no chocolate com licor, só para ficarmos em alguns itens).

    Agora, a dose letal é de normalmente de 63 gramas de chocolate amargo sem açúcar para um cão de 10 kg ou 670 gramas de chocolate ao leite. Preste atenção especial ao chocolate preto.

    Observe também que raças de cães braquicefálicos, ou seja, com focinho achatado (como o Pug, o Boxer, o Buldogue,o Bullmastiffe assemelhados), são mais sensíveis do que as outras a problemas respiratórios e cardíacos, portanto, mais sensíveis à intoxicação por chocolate.

     

    Sintomas da toxicidade

    Os sintomas de toxicidade do chocolate incluem batimentos cardíacos rápidos ou irregulares, tremores, convulsões ou hiperatividade extrema. Se você estiver vendo algum ou alguns deles, entre em contato com seu veterinário imediatamente.

     

    Cuide do seu bichinho e EVITE chocolate

    Lembre-se sempre de que a saúde do seu animal de estimação deve ser a prioridade para você e para ele. Se você realmente o estima deve levar isso muito a sério. Com letras maiúsculas (gritando, portanto): DEFINITIVAMENTE, PARA ANIMAIS, CHOCOLATE NÃO!

     

  • Como deixar o passeio mais divertido para o seu cão

    Como deixar o passeio mais divertido para o seu cão

    Bem-estar e cuidado são essenciais durante o passeio com o seu pet. Por isso, nós, do Manual Pet em conjunto com a Vetoquinol, separamos os melhores acessórios para tornar o passeio ainda mais agradável.

    Quem tem animal de estimação em casa, sabe bem o prazer que é estar com eles e a preocupação e cuidados que os animais demandam. Além disso, os passeios diários colaboram para o bem-estar, felicidade e tranquilidade do seu cãozinho. Para proporcionar uma vida mais longa e confortável para eles, a Vetoquinol – empresa francesa com mais de 8 décadas dedicadas a saúde animal – separou cinco dicas de acessórios para tornar os passeios ainda melhores. Porque proteger e cuidar, deve acontecer sempre. Veja abaixo:

     

    1 – Comedouro e Bebedouro portátil:

    Que a hora de comer é a predileta dos cães todo mundo já sabe! O que muitas pessoas não sabem é da importância da utilização dos acessórios certos para passeios curtos ou longos. O comedouro e o bebedouro para cães proporcionam uma alimentação mais saudável, tornando aquela ‘voltinha’ no parque mais agradável. Os acessórios podem ser encontrados em diversos modelos e tamanhos, é importante estudar qual modelo se adapta melhor ao seu companheiro e aos passeios também. Não deixe de levar água e petiscos para ele!

     

    2 – Brinquedos inteligentes:

    E qual é o pet que recusa uma bolinha? Se você conhecer algum, me apresenta! As famosas bolas estão no topo da lista de favoritas dos cães, isso porque deixam o passeio mais dinâmico e prazeroso. A dica boa é: existem diversas versões em que é possível colocar ração ou petiscos em seu interior. Não é o máximo? Elas proporcionam bem-estar animal, por ser antiestresse e motivar os pequenos a brincar por mais tempo e se divertirem.

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    3 – Tapete gelado:

    Essa é, sem dúvida, a dica mais refrescante que você vai receber hoje! Os tapetes gelados para animais de estimação são indicados para os dias quentes e, o melhor, são leves, fáceis de carregar e não precisam de refrigeração. Isso porque existe um gel interno, que é ativado com o peso do seu pet, levando o produto a uma temperatura refrescante de 5 a 10 graus abaixo da temperatura do ambiente. O tapete gelado deve ser utilizado na sombra e, após 3 horas de uso, deve descansar.

     

    4 – Saquinho higiênico biodegradável:

    Indispensável para qualquer passeio, os saquinhos coletores de dejetos servem para manter o espaço de convivência sempre limpo e deixar o seu cãozinho confortável para correr, brincar e explorar o ambiente. Existem diversos tamanhos e versões no mercado!

     

     5 – Frontmax Coleira:

    Para tornar o passeio ao ar livre ainda melhor, sem se preocupar com parasitas, a Vetoquinol lançou uma coleira que protege o seu melhor amigo! É uma coleira que combina três princípios ativos: Fipronil, Piriproxifeno e Permetrina cuja ação protege até oito meses contra pulgas, carrapatos e o mosquito transmissor da leishmaniose. A prevenção é uma das armas mais importantes contra a doença. A Frontmax combina inovação e proteção em um único produto. A coleira é resistente à água, não sofre interferência a banhos, oferece conforto e segurança para os cães. Cuide do seu melhor amigo com Vetoquinol! Juntos protegemos mais!

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    Sobre a Vetoquinol

    Há mais de 80 anos no mercado, a Vetoquinol é um dos dez maiores laboratórios veterinários do mundo dedicados à saúde animal, com foco em quatro espécies principais: cães, gatos, bovinos e suínos. A companhia inova, desenvolve, fabrica e comercializa medicamentos veterinários e produtos não farmacêuticos, sempre com ênfase na proteção e no bem-estar dos animais. www.vetoquinol.com.br

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  • A profissão de ‘Dog Walker’

    A profissão de ‘Dog Walker’

    Mesmo não regulamentada, a exigência de especialização para se trabalhar com a profissão é real: existem cursos que formam passeadores de cães. Tudo é feito para que o cão fique satisfeito e feliz, assim como a expectativa de seus tutores seja realizada.

    De maneira geral, podem-se enumerar vários conselhos úteis para que o passeio se torne bastante bom para todas as partes envolvidas.

    Não se pode saber da saúde de outros animais e até de outras pessoas na rua; por isso, o passeador deve procurar obter a informação de vacinas com os tutores dos animais. Não se deve passear com nenhum animal não devidamente vacinado nem antes da idade recomendada pelos veterinários (normalmente entre 45 e 60 dias para o primeiro passeio). Também é importante que os animais estejam vermifugados e protegidos contra pulgas e carrapatos. 

    As ruas nem sempre são calmas, daí é absolutamente necessário escolher bem o trajeto, evitando locais de tráfego intenso, para evitar atropelamentos ou estresse desnecessário aos animais.

    Os cães podem ou não se dar bem em grupos, e o passeador de cães deve verificar se animais de diferentes donos interagem bem entre si, para evitar conflitos. 

    Um dos grandes desafios de ser passeador de cães é fazer com que um ou mais cães obedeçam às ordens do passeador. Os ensinamentos dados nos cursos especializados na atividade ensinam também técnicas básicas de adestramento, para que os cães não se tornem perigosos para pessoas ou outros animais. O passeador deve ter certeza de que os animais que ele conduz sempre obedecerão às suas ordens. 

    Se alguém quiser ser um ‘Dog Walker’, deve atentar para o fato de que, mesmo não sendo a profissão regulamentada, ela não deve ser encarada como um ‘bico’, mas ser levada muito a sério, porque envolve muita responsabilidade.