Categoria: Cuidados

  • É preciso limpar os olhos dos cães? Como fazer isso?

    É preciso limpar os olhos dos cães? Como fazer isso?

    Qualquer que seja a raça, os cães têm uma sensibilidade particular nos olhos, e esse órgão requer atenção diária. Portanto, é importante limpar os olhos do cão regularmente.Em raças pequenas, os canais lacrimais dos olhos do cão frequentemente ficam bloqueados, resultando em lágrimas escorrendo pelo canto do olho, o que acaba por manchar os pelos, algo visível pela alteração de sua coloração original.

     

    Cuidados externos

    Os cuidados que você pode oferecer aos olhos do cão serão externos e, portanto, afetarão apenas as seguintes estruturas: córnea, conjuntiva, ângulos dos olhos.

     

    Limpando os olhos do cachorro

    Os produtos a serem usados para lavar os olhos do cão são apenas loções para os olhos de limpeza específicas para cães ou soro fisiológico (em uma única cápsula, isso pode ser transportado e armazenado com muita facilidade).

    Para evitar estrias desagradáveis, limpe o olho todos os dias com uma compressa embebida em um antisséptico ocular e não um algodão que deixe filamentos nos cílios.

    O modo correto de limpar um olho é ir do ângulo interno (aquele mais próximo dofocinho) ao ângulo externo (o mais próximoda têmpora) para evitar trazer sujeira de volta ao olho.

     

    Conjuntivite

    Em caso de infecção por conjuntivite, a limpeza é necessária antes da aplicação do produto de tratamento. A ação do princípio ativo da droga será acentuada pela limpeza prévia. Incutir o tratamento de colírio em um olho sujo diminui bastante a eficácia do tratamento.

     

    Higiene regular

    Para a higiene regular dos olhos do seu animal, use um produto específico recomendado para ele, pois, assim fazendo, não haverá risco de irritação.

    Regras básicas para o cuidado com os olhos de um cão:

    1. Use uma compressão, não algodão.
    2. Segure o animal com cuidado para não o machucar.
    3. Nunca trate um olho vermelho ou sujo – limpe-o antes ou procure auxílio de um veterinário para saber a forma certa de atuar.

    Os produtos mais indicados para as limpeza dos olhos do cão (sempre a partir de indicação de um médico veterinário):

    1. Soro fisiológico
    2. Compressa
    3. Colírio antibiótico
    4. Colírio antisséptico

    Os diferentes tipos de colírio (de acordo com o tipo de problema e com a orientação de um veterinário especializado)

    1. Anestésico
    2. Antibiótico
    3. Anti-inflamatório

    Como aplicar o colírio

    1. Instile a quantidade de gotas determinada no canto interno do olho.
    2. Não faça use de colírios por mais de 15 dias, a não ser produtos especiais recomendados em casos específicos de problemas recorrentes que requeiram auso contínuo do colírio e sob orientação de um veterinário.
    3. Não aplique colírio sem um diagnóstico preciso da condição do animal, pois isso pode ser mais prejudicial a ele do que benéfico.

     

    Os sinais alarmantes em oftalmologia

    1. Olho fechado.
    2. Secreção purulenta.
    3. Dor repentino.

    Primeiras medidas em casos de sinais alarmantes

    1. Limpar os olhos com solução salina.
    2. Cobrir os olhos com uma compressa.

    Apenas isso. Em seguida, o mais rápido possível, levar o animal a um veterinário especializado.

     

    Produtos disponíveis no mercado

                Além do manuseio correto ao aplicar os produtos, é necessário conhecer aquilo que é adequado e que está disponível. A razão é simples: assim como nos humanos, os olhos do cão são frágeis!

    Existem muitos itens disponíveis, mesmo na Internet, a preços excelentes e perfeitamente adequados à higiene ocular do seu amigo de quatro patas. Procure laboratórios confiáveis e marcas de prestígio. Os produtos disponíveis mais comuns e sem praticamente contraindicações são as loções para os olhos, os soros de limpeza e as gotas hidratantes com ácido hialurônico para a limpeza dos olhos dos cães.

     

    O conselho veterinário para limpar adequadamente os olhos de seu cão

    A doutora NoémieTommasini, diretora e instrutora da Escola Superior de AIDS Veterinária – Institut Bonaparte, em Paris, explica a seguir como limpar os olhos de seu cão.

    1) Você precisará de:

    – um limpador para olhos,de uso veterinário;

    – compressa;

    – um deleite para recompensar o seu cão no final da limpeza.

    Você tem tudo isso? Então, vamos à obra: coloque seu cão confortavelmente em uma mesa, no chão ou no colo, dependendo do tamanho dele.

    2) Com a mão menos habilidosa (se destro, com a esquerda; se canhoto, com a direita), abra as pálpebras. Com a outra mão, despeje o limpador sobre os olhos sem tocar neles. Com os dedos, feche e abra as pálpebras para distribuir bem o limpador. Não há risco de overdose, portanto, não se preocupe se houver derramamento a mais do que o estritamente recomendado.

    3) Feche as pálpebras e limpe o produto que transbordar com uma compressa. Para esta etapa, evite o algodão, que pode deixar pequenos filamentos no olho.

    Você conseguiu? Faça o mesmo com o segundo olho, lembrando de recompensar o seu amiguinho no final.

    Concluindo: use um limpador de olhos próprio para a limpeza de olhos de cães, abra as pálpebras, aplique o produto, abra e feche as pálpebras, limpe os excessos e recompense  animal.

  • Como limpar a orelha do seu cachorro ou gato?

    Como limpar a orelha do seu cachorro ou gato?

    Vocês costumam verificar sempre a orelha dos seus bichinhos? Aposto que você já viu eles coçando a orelha várias vezes por dia, mesmo sem ter nenhum problema aparente.

    Quando nós humanos estamos com excesso de cera no ouvido, não escutamos direito, não é mesmo? Sabia que o mesmo acontece com os animais? 

    O caso deles precisa de mais atenção por ter uma cavidade maior que a da nossa orelha, podendo juntar mais sujeira, cera e até alguns parasitas como o carrapato.

    Existem produtos que podem te ajudar nessa hora tão importante da higienização das orelhas do seu bichinho. 

    E a nossa sugestão é o Sonotix! Uma solução auricular de limpeza profunda para cães e gatos, que tem como diferença para outros produtos a tripla ação:

    • Remove o cerúmen de modo rápido e eficaz;
    • Mantém os ouvidos saudáveis;
    • Neutraliza o odor, deixando uma agradável fragrância de limão nas orelhas dos bichinhos.

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    Componentes e indicações

    Os componentes deste produto são:Calêndula, Glicina Capriloil, Glicerina, Álcool isopropílico, Labrasol, Fragrância de limão, Polissorbato 80, Transcutol V, TRIS, Glicina undecilenoil e Água. Ele é indicado para limpar e ajudar a remover a cera dos ouvidos de gatos e cães, como parte de um programa de higiene de rotina ou antes da utilização de produtos para o tratamento de otites externas em cães e gatos. Como possui um pH neutro e é livre de parabenos, é um excelente auxiliar para que seu animalzinho tenha sempre as orelhas saudáveis.

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    Modo de usar e precauções

    É simples aplicar o produto – inclusive a embalagem traz as instruções passo a passo, ilustradas. Primeiro, deve-se colocar o produto no canal auditivo, massageando gentilmente de baixo para cima as orelhas do animal, para ajudar a soltar e remover os resíduos e deixando que o animal chacoalhe a cabeça. O final do procedimento consiste em limpar o excesso do produto com um lenço de papel ou um chumaço de algodão e, se necessário, repetir o procedimento (ver figura 1 abaixo). A indicação é para limpeza uma vez por semana ou a critério do veterinário.

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    Figura 1: Reprodução da embalagem, na parte que contém as instruções.

     

    Na aplicação do produto, use apenas os dedos, jamais hastes flexíveis de algodão. Caso haja algum problema, interrompa o tratamento e consulte um veterinário. O produto é para uso externo e apenas em animais, sendo que o contato com os olhos deve ser evitado – caso ocorra, enxágue bem a região. Ele não deve ser ingerido e deve ser mantido longe das crianças e dos próprios animais. A cânula de aplicação deve ser lavada tão somente com água após o uso. E as mãos do aplicador também devem ser lavadas após o contato com o produto.  Finalmente, o produto deve ser mantido a uma temperatura abaixo de 30°C. O frasco contém 120 ml e é encontrado em grandes redes de produtos para animais, também em fornecedores pela internet.

    (Confira no site da Vetoquinol: https://www.vetoquinol.com.br/content/sonotix®).

     

     

  • Como manter saudável o cão que vive no campo

    Como manter saudável o cão que vive no campo

    Mesmo, em geral, podendo ser o cão do campo mais saudável do que o da cidade, viver no campo pode causar perigos para a saúde do seu cão. 

    Viver no campo com o próprio cão e não ter à disposição muitos centros veterinários é uma situação que apresenta muitas desvantagens para a saúde, pois é um contexto em que uma doença ou um incidente podem se transformar em eventos bastante graves para o nosso pequeno amigo.

     Embora pareça um panorama delicado, o segredo para evitar que as coisas piorem é tomar algumas simples precauções. Deste modo tanto o tutor quanto o animal doméstico podem levar uma vida agradável e sem inconvenientes. 

     

    Seguem alguns conselhos úteis para quem não sabe manter o animal saudável no campo.

     

    Medicamentos e acessórios sempre necessários

    Alguns remédios, no entanto, deveriam sempre estar presentes com você. Seguem uma lista básica:

    • Clorexidina;
    • Peróxido de hidrogênio, mais conhecido como água oxigenada;
    • Tintura de iodo;
    • Diferentes tipos de antibióticos;
    • Comprimidos de carvão ativado;
    • Analgésicos;
    • Bandagem;
    • Suplementos alimentares;
    • Diferentes tipos de anti-inflamatórios;
    • Gaze;
    • Medicamentos antidiarreicos.

    Mesmo que você possua este kit para tratar seu animal de estimação em caso de acidente, você ainda deve conversar com o veterinário para lhe dizer a melhor maneira de tratá-lo, caso você não saiba o que fazer. A orientação para o uso de cada produto da lista acima e de outros que o veterinário indicar deve sempre partir do seu veterinário de confiança. Esteja sempre bastante consciente do cuidado que está prestando ao seu animal.

     

    Cuidado com a Leishmaniose

    Como você deve saber ou imaginar, um dos maiores riscos que seu animal de estimação pode correr vivendo em uma área rural é causado pela presença de pulgas, carrapatos e mosquitos. Esses insetos não são apenas irritantes, mas também perigosos, pois podem transmitir a leishmaniose, uma doença potencialmente letal.  

     

    Proteger os Alimentos

    Se você estiver no campo, cuide da comida, para que ela não seja alvo de concorrentes perigosos como ratos e outros roedores do campo que podem trazer doenças ao ambiente do seu animal.

    Em poucas palavras, nesse tipo de contexto, é muito importante que seu amiguinho siga uma dieta adequada, pois isso o manterá saudável.

     

    Condição física e Emocional associadas

    Preste atenção ao estado físico e emocional do seu bichinho.

    Sempre se deve prestar atenção ao humor de seus amiguinhos, bem como verificar a pele e os pelos deles, uma ou duas vezes por semana, para evitar eventuais problemas, como lesões ou infecções, que, se descobertas a tempo, têm mais chances de tratamento e cura. 

     

    Vacinas e vermífugos

    Nunca é demais cuidar da aplicação de vacinas e vermífugos e sempre pedir orientação ao veterinário sobre problemas específicos da raça que for escolhida para a sua companhia em sua morada no campo, a fim de que não haja nenhuma surpresa. E tomar todos os cuidados recomendados quanto à higiene do animal, porque nenhum ambiente rural torna imune o animal a problemas que teria em qualquer ambiente. 

     

  • Live Canal Rural – Como manter a saúde do seu cachorro no campo?

    Live Canal Rural – Como manter a saúde do seu cachorro no campo?

    Você já se perguntou sobre as dificuldades de se criar um cachorro de campo? Quais cuidados necessários?  E até mesmo, quais diferenças de comportamento ele pode ter em relação aos pets criados na cidade?

    Bom, seja para trabalhar no campo ou não, seu cão do campo precisa de diversos cuidados pois possui  algumas peculiaridades.

    Assim como nós humanos, que sempre tomamos vacinas e remédios para nos prevenir de doenças, com os cachorros também não seria diferente, são necessários cuidados específicos. Além disso, dependendo de como você cria seu cachorro, o comportamento dele também pode ser otimizado, para trazer mais bem estar a ele e a todos em volta.

    Para discutir esse assuntos de saúde e comportamento animal, convidamos a nossa parceira, a Vetoquinol (uma empresa francesa especializada em produtos veterinários), para participar de um bate papo sobre como melhorar e, principalmente, manter a qualidade de vida do seu cachorro de campo.

    O bate-papo será em uma live,  neste sábado, dia 16/05/2020, às 18:00 horas, nas redes sociais do Canal Rural (Instagram, Facebook e Youtube). Você não pode perder!

    Então, anote esse compromisso na sua agenda para tirar  todas as suas dúvidas e ainda receber diversas dicas para você e para o seu pet! Nós esperamos você lá!

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  • Cães no campo – Para que serve um cão pastor?

    Cães no campo – Para que serve um cão pastor?

    Em tempos de ordenha robotizada e quadriciclo para pastoreio, o cão pastor continua sendo um companheiro de equipe disponível em todas as horas e um companheiro eficaz

    O criador de animais de pastoreio é chamado a trabalhar cada vez mais sozinho, e o cão prova ser um seu aliado indispensável. Eficaz em todos os tipos de rebanhos (vacas leiteiras, bovinos em aleitamento, ovinos, caprinos, suínos ou aves), este parceiro pode prestar múltiplos serviços: busca, contenção, triagem, montaria no gado, trabalhos em construção etc. Ele facilita e simplifica os deslocamentos dos animais e garante o cuidado e o manuseio. Resumindo, permite que o criador conduza o seu rebanho com toda a tranquilidade.

     

    As razões que levam um criador a adquirir um cão pastor

    Entre as motivações que podem levar um criador a adquirir um cão, estão:

    • Dificuldades e/ou incidentes repetidos durante o manejo de animais;
    • Necessidade de mão de obra;
    • A condição física do criador, que pode ter diminuído e não permite mais deslocamentos tão rápidos a cavalo ou mesmo guiando um quadriciclo;
    • O prazer de trabalhar com um cachorro.
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    Pontos a serem considerados

    • Você deve ter sempre algum tipo um método para treinar um cachorro;
    • O cachorro pode entrar em pânico com os animais, se não vier de um canil correto;
    • O quadriciclo pode substituir o cachorro;
    • Pode não bastar um cachorro, devem-se ter vários, dependendo da situação;
    • É complicado treinar um cachorro se não tiver experiência e, além disso, o tempo para o treinamento é grande.

    Escolhendo bem o seu cachorrinho

    Uma vez decidido que se fará a aquisição de um cão pastor, o criador de animais de pastoreio deve escolher um filhote de cão mais adequado.

     O principal critério de seleção deve ser a origem genética do filhote, que deve ter boas habilidades naturais de lidar com o rebanho e flexibilidade de caráter. É importante ver pelo menos um dos pais do animal trabalhando com o rebanho.

     O criador de animais de pastoreio deve investir na educação e no treinamento do cão. É preciso saber como ganhar tempo: deve-se administrar o tempo de treinamento e o tempo no trabalho diário.

     

    As vantagens de se ter um cão no pastoreio

    Entre as vantagens do cachorro na condução e no trabalho junto ao rebanho, estão:

    • O cão, na criação de animais de pastoreio, complementa a visão (o campo visual) do homem;
    • Ele normalmente está disponível quando necessário;
    • Ele é rápido, antecipa movimentos dos animais e assume riscos;
    • O casamento entre homem e cachorro é consistente e compreensível para o rebanho, sendo que o cachorro sempre conduz o rebanho tendo como referência o homem;
    • O cão fortalece a coesão do rebanho.

     

    Dicas para o sucesso

    Treinadores de cães pastores, criadores de animais de pastoreio que possuem cães pastores treinados e criadores de cães pastores são unânimes em descrever as seguintes dicas para o sucesso com esses animais:

    • Escolha seu cachorro entre cães que tenham origem para o trabalho com rebanho, ou seja, não improvise – por mais que seja óbvio, é sempre bom dizer: para pastoreio, tem que ser um cão pastor;
    • Entenda como o cão pastor trabalha, e isso significa que não é o proprietário de uma fazenda quem vai determinar como o cão deve trabalhar, mas ele deve entender o modo de trabalhar do cão e não impor algo que o cão não compreenda;
    • Reserve 30 minutos por dia com seu cão para treiná-lo e respeite o progresso do trabalho feito, quer dizer, não acelere, não queira obter imediatamente produtividade, porque o animal não é uma máquina  pronta para obedecer a um humano; seja sempre afetuoso e interaja com seu cão amigavelmente;
    • Exercite seu cão regularmente, não só no trabalho de campo, mas também brinque com ele e dê a ele a sensação de que vocês são amigos que se divertem juntos.
    • Saiba como pedir ajuda e faça cursos de iniciação e aprimoramento, que existem em vários períodos do dia e são oferecidos por associações de usuários de cães pastores; todos os que concluíram esses cursos e realizaram estágios recomendam-nos com louvor e garantem que são essenciais para o sucesso com os cães pastores.

    Impactos para a sustentabilidade

    Vivemos em um momento histórico em que a preocupação com o meio ambiente é importantíssima, aliada à condição de gerar renda a partir das atividades econômicas, o que gera o conceito de sustentabilidade, e a adoção de um cão pastor gera impactos para a sustentabilidade, sim.   Alguns deles são a seguir elencados: o produtor de animais de pastoreio economizará tempo nos deslocamentos dos animais;

    • As intervenções para com os animais (tratamento, deslocamentos, etc.) serão feitas na hora certa, dada a grande concentração de cães pastores treinados em seu trabalho de pastoreio;
    • Não haverá consumo de energia ou de combustível e de manutenção de um quadriciclo, além de a segurança ser maior (evitar acidentes, por exemplo);
    • O cão facilita a domesticação do rebanho, tornando-se mais agradável de manusear, já que tanto os exemplares do rebanho quanto o cão são animais de quatro patas e não se estranham tanto quanto os animais estranhariam, por exemplo, um quadriciclo;
    • O trabalho é gratificante, já que feito em equipe com seu cachorro, e há efetivamente o prazer de trabalhar com um animal dócil e que o auxilia nas tarefas de pastoreio, diminuindo também o isolamento; enfim, o cão é um excelente companheiro;
    • Há uma imagem altamente favorável do público em geral para com os cães pastores.

    Ter, portanto, um cão pastor, dependendo do lugar onde um criador de animais de pastoreio viva, pode ser mais complicado do que simplesmente conhecer bem o animal. No Brasil, a situação não é tão difícil assim. Temos os nossos animais selvagens, é claro, mas não estamos vivendo esse tipo de polêmica – ainda!

    Você, criador de animais de pastoreio, se você se identificou com os nobres cães pastores, pode escolher um que possa fazê-lo mais feliz, dê mais eficiência a seu trabalho, garanta sustentabilidade e prazer ao seu dia a dia.

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  • Cães da cidade e cães do campo

    Cães da cidade e cães do campo

    Quando se fala de cães, é necessário mencionar o mundo em que vivem e crescem, porque o ambiente influencia o seu comportamento. Além disso, é necessário levar em consideração as atitudes das pessoas que os circundam. Como são os cães da cidade e os do campo?

    Temos que nos lembrar que, exatamente como sucede com os outros seres vivos, inclusive os humanos, o contexto influencia a adaptação e a existência. As diferenças entre cães da cidade e do campo são definidas pelo espaço em que vivem cotidianamente.

    Como com os humanos, os cães adquirem características com base no lugar em que vivem, cidade ou campo. Não é o mesmo viver em uma grande metrópole, onde o ritmo da vida é muito mais intenso, em comparação a uma zona rural, onde não existe estresse e a natureza está muito mais presente.

    Também os horários são notoriamente diferentes. Nas zonas rurais e agrícolas, as pessoas se levantam e vão dormir muito cedo, um fator que se torna crucial na vida de todos os dias, independentemente de serem pessoas ou animais de estimação.

    Os cães da cidade e do campo se adaptam a estes elementos, desenvolvendo existências diferentes, quase opostas. Um cão que é treinado e adotado em uma área metropolitana sofre de níveis de estresse e ansiedade que um outro semelhante camponês não conhecerá nunca.

     

    Os passeios

    Os cães foram observados com relação à rotina diária de passeios, produzindo-se conclusões que mostram resultados diversos. As raças caninas que vivem no campo, por uma questão de espaço, podem se movimentar livremente e sem coleira. Mas mantêm sempre o contato visual com os seus proprietários e não se distanciam muito deles.

    Ao contrário deles, os cães que vivem na cidade são habitualmente ansiosos. Não têm o hábito de manter o contato visual com a pessoa que o guia e, portanto são mais propensos a tentar fugir na hora do passeio.

    Tudo isso, é claro, depende do treinamento dado a cada caso. São mais freqüentes fugas de animais da cidade, mas não significa que cães do campo também não possam se aventurar além dos limites e desapareçam ou tenham consequências ruins de suas aventuras como serem atropelados, por exemplo, em estradas.

     

    O olfato

    Os cães têm o sentido do olfato muito desenvolvido, como já se demonstrou. Entretanto, no caso dos cães do campo e da cidade, há algumas diferenças fundamentais. Isso não se deve a uma questão de treinamento, objetivamente maior nos animais que vivem em ambientes rurais, mas também à paciência e concentração em fazê-lo. 

    O cão que cresce no campo desenvolve muito mais paciência e dedica muito mais tempo a farejar o mundo e os objetos que o circundam.  Às vezes, ele até é empregado em atividades que exploram seu faro privilegiado, como no caso da caça.

    O cão que nasce e cresce na cidade, sendo mais irrequieto, senão igualmente treinado, é muito menos paciente, fareja rapidamente tudo porque tem pressa. Sabe que tem poucos minutos à disposição para encontrar e seguir possíveis vestígios de coisas.

     

    A saúde

    Se formos tratar do bem-estar desses fidelíssimos animais domésticos, é normal considerar os cães do campo como mais saudáveis e com menos problemas de saúde em comparação com os primos que vivem na cidade. Isso diz respeito, evidentemente, tanto à esfera física quanto à mental.

    Resumidamente, diz-se que os cães do campo levam uma vida melhor, e nisso não é dificilmente de acreditar. Certamente, também existem casos extremos relativos à maneira de ter e cuidar dos animais, pois pode haver tutores “civilizados” que são mais respeitosos e preocupados do que aqueles que, talvez acostumados à vida no campo, geralmente consideram os cães como ferramentas de trabalho.

    De qualquer modo, existem dois elementos-chave que permitem aos cães do campo ter, uma melhor qualidade de vida: o habitat e o contato com as pessoas e animais.

     

    O  habitat

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    A vida de um cão treinado no campo, em um ambiente natural, é a de um animal que aproveita uma maior liberdade de movimento. Não conhece o estresse de permanecer fechado por horas em casa e, todo dia, tem a possibilidade de treinar e desenvolver os seus sentidos. 

    Obviamente, os cães que vivem em um pequeno apartamento ou em uma casa na cidade, não se encontra no seu ambiente natural. Além disso, o seu ambiente de convívio, frequentemente, é repetitivo e fechado. Quando ele é levado para passear, não é raro que ande pela mesma rota, sem nenhuma novidade. E isso pode ser agravado para um cão com uma alta capacidade de energia que precisa ser descarregada. 

    Por estes motivos, é geralmente aconselhável que os cães da cidade façam sempre atividades diversas e estimulantes, começando pela variação do trajeto dos passeios, a sua duração e os lugares em que ele possa brincar junto com outros animais. De tal modo, será reduzida a quantidade de ansiedade e estresse acumulada. 

     

    Contato com as pessoas e animais

    Também o constante contato com outras pessoas e animais presenteia os cães do campo com uma maior qualidade de vida. Encontrando-se a ter que interagir, todo dia, com diversos seres vivos, estes animais melhoram o seu temperamento e o nível de socialização. Desde sempre, o cão ajuda o ser humano a desenvolver diversas tarefas. É visco como um animal doméstico e também como uma companhia. É por este motivo que ele se sente à vontade cercado de pessoas.

    Sobre as diferenças entre cães da cidade e cães do campo,  há ainda muito a investigar e aprender. A sua companhia foi sempre fundamental para os seres humanos, mas é necessário sempre fazer todo o possível para criar um habitat adaptado a eles, porque o ambiente, como vimos, influi muito sobre a felicidade e o bem-estar do nosso amigo de quatro patas. 

     

    Como manter saudável o cão que vive no campo

    Mesmo, em geral, podendo ser o cão do campo mais saudável do que o da cidade, viver no campo pode causar perigos para a saúde do seu cão. 

    Viver no campo com o próprio cão e não ter à disposição muitos centros veterinários é uma situação que apresenta muitas desvantagens para a saúde, pois é um contexto em que uma doença ou um incidente podem se transformar em eventos bastante graves para o nosso pequeno amigo.

     Embora pareça um panorama delicado, o segredo para evitar que as coisas piorem é tomar algumas simples precauções. Deste modo tanto o tutor quanto o animal doméstico podem levar uma vida agradável e sem inconvenientes. 

    Seguem alguns conselhos úteis para quem não sabe manter o animal saudável no campo.

     

    Primeiros socorros

    Tenha sempre à mão um kit veterinário de primeiros socorros para cães e gatos.

    Pode parecer óbvio, mas frequentemente muitos não dão atenção e não tem um desses à mão quando acontece um acidente que requeira remédios ou outros procedimentos médicos. É importantíssimo ter sempre um à disposição para resolver qualquer problema de saúde.

    Como este kit será para o seu animal doméstico, você deve consultar um veterinário e dizer-lhe todo que diga respeito, não só ao seu amigo, mas também ao ambiente em que ele viverá. Como base nisso, será ele a aconselhá-lo os remédios adequados aos riscos que corre o seu cão, além das doses a serem administradas a ele.

     

    Medicamentos e acessórios sempre necessários

    Alguns remédios, no entanto, deveriam sempre estar presentes com você. Seguem uma lista básica:

    • clorexidina;
    • peróxido de hidrogênio, mais conhecido como água oxigenada;
    • tintura de iodo;
    • diferentes tipos de antibióticos;
    • comprimidos de carvão ativado;
    • analgésicos;
    • bandagem;
    • suplementos alimentares;
    • diferentes tipos de anti-inflamatórios;
    • gaze;
    • medicamentos antidiarreicos.

    Mesmo que você possua este kit para tratar seu animal de estimação em caso de acidente, você ainda deve conversar com o veterinário para lhe dizer a melhor maneira de tratá-lo, caso você não saiba o que fazer. A orientação para o uso de cada produto da lista acima e de outros que o veterinário indicar deve sempre partir do seu veterinário de confiança. Esteja sempre bastante consciente do cuidado que está prestando ao seu animal.

     

    Cuidado com a Leishmaniose

    Como você deve saber ou imaginar, um dos maiores riscos que seu animal de estimação pode correr vivendo em uma área rural é causado pela presença de pulgas, carrapatos e mosquitos. Esses insetos não são apenas irritantes, mas também perigosos, pois podem transmitir a leishmaniose, uma doença potencialmente letal. Para evitar isso, damos-lhe algumas dicas que serão muito úteis.

    Você precisará instalar redes mosquiteiras impregnadas com inseticida nas portas e janelas.

    Não deixe seu animal de estimação sair à noite: o mosquito que transmite esta doença geralmente age no escuro.

    Se você tem um cachorro, pode vaciná-lo contra a leishmaniose.

    Coloque o pesticida ou coleira de pulgas. Já existe no mercado uma coleira que protege contra os insetos que transmitem a leishmaniose e que tem durabilidade de 8 meses, que também não precisa ser removida durante o banho.

     

    Proteger os alimentos

    Se você estiver em no campo, cuide da comida, para que ela não seja alvo de concorrentes perigosos como ratos e outros roedores do campo que podem trazer doenças ao ambiente do seu animal.

    Se você mora em um local onde não há centros veterinários, é essencial que você feche bem os alimentos, mantendo-os em local fresco. Você evitará a contaminação de fungos e bactérias e a chegada de insetos que desejam comê-los.

    Por esse motivo, é de grande importância que você não deixe seus alimentos expostos ao ar por mais de 45 minutos, principalmente em altas temperaturas, uma vez que, nesses tipos de climas os alimentos, se decompõem rapidamente, favorecendo o aparecimento de micro-organismos patogênicos que seriam muito prejudiciais à saúde do seu animal de estimação.

    Em poucas palavras, nesse tipo de contexto, é muito importante que seu amiguinho siga uma dieta adequada, pois isso o manterá saudável.

     

    Condição física e emocional associadas

    IMG 20190208 071149 521 | Manual Pet

    Preste atenção ao estado físico e emocional do seu bichinho.

    Sempre se deve prestar atenção ao humor de seus amiguinhos, bem como verificar a pele e os pelos deles, uma ou duas vezes por semana, para evitar eventuais problemas, como lesões ou infecções, que, se descobertas a tempo, têm mais chances de tratamento e cura. 

    A importância de seu estado emocional baseia-se no fato de que, se seu animal estiver triste ou pouco ativo, pode ser o sinal de uma doença, por isso é importante que você se aperceba da situação o mais rápido possível, para levá-lo ao veterinário.

    Como você viu, cuidar da saúde do seu animal de estimação mesmo quando mora em uma cidade pequena ou no campo, onde a cobertura veterinária é limitada, não é tão difícil quanto parece.

     

    Algumas outras dicas

    Pela comparação entre o ambiente da cidade e o do campo, vimos que ser pai de um animal de estimação em áreas rurais pode significar muito ar fresco, terrenos para correr e se exercitar para seus animais de estimação. Embora existam muitos benefícios na vida rural, também existem alguns desafios exclusivos para os pais de animais de estimação. Veja mais dicas sobre como ser o melhor pai de estimação em um ambiente rural.

     

    Mantenha as raças em mente

    Embora muitas raças sejam adequadas para ambientes rurais, os cães maiores tendem a gostar de morar em um lugar onde haja mais espaço aberto para correr e brincar. Se você tem ou está pensando em adquirir um cão maior, certifique-se de ficar de olho nele enquanto ele está explorando o mundo enorme que ele vê, para que ele não se afaste demais. Se você mora em uma fazenda, cães maiores, como BorderCollies, Pastores Alemães, Pastores Ingleses Antigos ou Pastores Australianos, são grandes raças para ajudar no pastoreio ou em outras tarefas agrícolas.

     

    Deixe seu filhote vagar livremente – com alguns limites!

    FOTO BORDER CANIL | Manual Pet

    Viver em uma cidade menor ou ambiente rural significa que você pode ter um quintal grande. Aproveite esse espaço aberto e deixe seu animal de estimação se divertir correndo. Um quintal fechado ou grandes acres de terra são ótimos lugares para o seu filhote brincar em um ambiente seguro, longe do tráfego, que também já existe em áreas rurais, sim.

     

    Socialize seu animal de estimação

    Enquanto vive em uma comunidade menor, pode ser difícil para seu amigo fazer amigos ou socializar-se com outros animais de estimação. Se a sua comunidade possui um parque para cães, faça da parada no parque uma parte de sua caminhada diária – seu filhote adorará passear com outros amigos peludos com os quais ele normalmente não conseguem interagir. Se você não mora perto de um parque para cães, não se preocupe! Muitas comunidades oferecem creches para cães, onde seu bebê peludo pode se encontrar e brincar com outros cães da comunidade. Antes de visitar uma creche para cães, certifique-se de proteger seus animais de estimação contra a gripe canina com uma vacinação anual .

     

    Mantenha seus animais de estimação seguros

    Viver em uma comunidade rural pode ser uma experiência maravilhosa para você e sua família, especialmente se vocês tiverem animais de estimação – claro, a experiência para eles tende a ser ótima! Mas estar cercado por terrenos abertos pode facilitar a fuga dos animais de estimação se eles encontrarem um portão aberto ou uma saída da sua propriedade. Certifique-se de providenciar a colocação cirúrgica de um microchip associada ao  registro do seus animal de estimação, um procedimento que hoje já está sendo cada vez mais divulgado e que é muito simples e pouquíssimo e manter seus dados de cadastro sempre atualizados, para que você tenha salvaguardas, caso seu amigo peludo fuja.

     

    Vacinas e vermífugos

    Nunca é demais cuidar da aplicação de vacinas e vermífugos e sempre pedir orientação ao veterinário sobre problemas específicos da raça que for escolhida para a sua companhia em sua morada no campo, a fim de que não haja nenhuma surpresa. E tomar todos os cuidados recomendados quanto à higiene do animal, porque nenhum ambiente rural torna imune o animal a problemas que teria em qualquer ambiente.

    Cada vez mais o conhecimento se torna necessário. Então, o melhor pai de estimação procurará sempre conhecer tudo o que diz respeito ao seu animal, para tratá-lo cada vez melhor, seja na cidade, seja no campo.

  • O enriquecimento ambiental para o cão

    O enriquecimento ambiental para o cão

    O enriquecimento ambiental para o cão é definido como as interações sociais ou as mudanças no ambiente do cão, a fim de estimular sua atividade mental e física. O enriquecimento é projetado para reduzir o estresse e o tédio e manter a forma física e a acuidade mental do animal. Existem cinco tipos de enriquecimento: sensorial, alimentar, físico, social e mental. Normalmente, todo cão requer cada um desses tipos de enriquecimento diariamente. Em alguns casos, porém, durante o repouso pós-operatório, por exemplo, o exercício não é viável para o cão. Neste caso específico, é importante dar como compensação outros tipos de enriquecimento. Além disso, várias atividades podem incluir mais de um tipo de enriquecimento. A título de exemplos: brincar sozinho com um brinquedo no qual o alimento está escondido permite o enriquecimento alimentar e o mental; brincar com outro cão permite o enriquecimento físico, o mental e o social.

  • Os Corgis

    Os Corgis

    Utilizamos o título no plural, porque trataremos de duas raças de cães muito parecidas, porque têm origens recentes no País de Gales, mas que têm trajetórias diferentes. 

    As duas raças são: a Cardigan Welsh Corgi e a Pembroke Welsh Corgi. Tentando decifrar os nomes, comecemos pelo termo ‘corgi’: ele significa literalmente ‘cão anão’ no idioma céltico do País de Gales, o galês – na realidade, são duas raízes antigas do galês: cor: anão; e gi: cão. Em galês atual, anão seria ‘corrach’ e  ‘cão’ seria ci. 

    As duas raças, de fato, têm em comum o fato de terem patas curtas, o que obviamente os torna anões na comparação com outros cães. A pronúncia de ‘corgi’ é algo como: Kwórgui.

    E Cardigan e Pembroke o que são? Cardigan refere-se ao Condado (região que engloba alguns municípios) de Ceredigion,  que fica no País de Gales, que era o antigo Condado de Cardiganshire (‘shire’, em galês, significa ‘condado’), a principal área do País de Gales.  E Pembroke é uma cidade do Condado de Pembrokeshire, ou Sir Benfro em galês, que fica no sudoeste do País de Gales. E Welsh significa galês, em inglês.  

    A mais popular das duas raças é a Pembroke.

    O que as caracteriza, no primeiro olhar para ambas, é que seus indivíduos têm um aspecto de raposa.

    Para facilitar, vamos tratar as raças separadamente: Cardigan e Pembroke.

     

    História recente do Cardigan

    O Cardigan é uma das duas raças de Corgi que se originaram no País de Gales. É uma das raças mais antigas das ilhas da Grã-Bretanha. O cardigan é conhecido por ser um cão extremamente leal. Seus exemplares são extremamente versáteis e podem viver em vários ambientes. São  muito beneficiados por exercícios físicos e estímulos mentais. 

    Em dezembro de 1925, foi fundado no País de Gales, na cidade de Carmarthen, a mais antiga cidade daquele país, o Corgi Club. Ocorre que os membros do clube favoreciam a raça Pembroke, então um clube de entusiastas do Cardigan fundaram um clube próprio um ano depois (1926). 

    Ambos os grupos trabalharam duro para garantir que a aparência e o tipo de raça sejam padronizados através de cuidadosa seleção seletiva. O reconhecimento das duas raças pelo Kennel Club britânico ocorreu em 1928, agrupadas sob o título de Welsh Corgis (corgis galeses). Em 1934, as duas raças foram reconhecidas individualmente e exibidas separadamente.

     

    Origens do Cardigan

    Há uma teoria de que ambas as raças dos corgis descendem de uma linha de cães do tipo spitz do norte (como o husky siberiano). Outra é que eles descenderam da família de cães Teckel, que também produziu os Dachshunds. 

     

    A Raça moderna do Cardigan

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    Originalmente usados apenas como guardiões da fazenda, eles acabaram assumindo as características de um boiadeiro, pastor e muito mais. Eles ainda são altamente valorizados por suas habilidades de pastoreio, trabalho e guarda, bem como como cães de companhia.

     

    Descrição do Cardigan

    O Cardigan é um cão longo e baixo, com orelhas na vertical e cauda de raposa. O antigo padrão do American Kennel Club o chamou de “alsaciano com pernas curtas”.  A cauda do Cardigan é longa (ao contrário da do Pembroke Welsh Corgi, cuja cauda pode ser longa, naturalmente inexistente ou curta). 

    Os Cardigans, que têm pelagem dupla, apresentam uma variedade de cores, incluindo qualquer tonalidade de vermelho, castanho-escuro ou cor tigrada, além de preto, com ou sem tan, tigrado ou merle azul, com ou sem pontos castanhos ou tigrados. Outras cores não oficiais podem ocorrer, como merle vermelho, mas essas cores não são consideradas aceitáveis pelo padrão Cardigan. Eles geralmente apresentam uma marca de cor branca no pescoço, no peito, nas pernas, no focinho, por baixo do corpo, na ponta da cauda e uma espécie de flama brança na cabeça, conhecida como “padrão irlandês”. Outras marcas incluem sinais nas pernas e no focinho, focinhos enegrecidos e topetes parecendo capuzes de monge, especialmente nos de pelagem castanho-escuro (um padrão de pelos mais escuros sobre uma cor básica de pelo vermelho.) Um cardigan médio mede de 25 a 33 cm de altura da ponta da pata até a cernelha e pesa de 14 a 17 kg para o macho 11 a 15 kg para a fêmea. 

    A expectativa de vida é de 12 a 16 anos. O tamanho da ninhada pode variar —geralmente, de quatro a seis filhotes.

     

    Saúde do Cardigan

    As causas de morte mais comuns verificadas para a raça até hoje foram câncer (28,3%), velhice (24,6%) e distúrbios neurológicos (15,2%).

    Sabe-se que a doença do disco intervertebral canino (IVDD) ocorre no Cardigan Welsh Corgi. Isso provavelmente ocorre porque o Cardigan é uma raça anã (condrodisplásica), e essas raças frequentemente sofrem de doença de disco tipo I. Essa doença é comumente encontrada na raça Dachshund. 

     

    Temperamento do Cardigan

    Originalmente, o Cardigan foi criado para trabalhos agrícolas, incluindo pastoreio de ovelhas e gado. Os cardigans foram desenvolvidos para serem longos e baixos para garantir que qualquer passada do gado acontecesse em segurança sobre a cabeça dos cães sem tocá-los.

    Os cardigans são cães altamente inteligentes, ativos e atléticos.

    Eles provaram ser excelentes animais de companhia. Os cardigans são carinhosos, companheiros dedicados que também podem ser responsáveis e alertas. Se socializados em tenra idade, eles podem ser bons com outros cães e como animais domésticos.

    Competitivo corridas de cães pastores, provas de agilidade para cães e de obediência.

    Eles também são ótimos cães de guarda, mas nessa função não será dos melhores se comparado a outros cães especializados nela.

    O Cardigan Welsh Corgi compete em provas de agilidade canina, obediência, exibição, flyball e eventos de rastreamento. Seus instintos de pastoreio e treinabilidade podem ser medidos em testes de pastoreio não competitivos. Os cardigans que exibem instintos básicos de pastoreio podem ser treinados para competir em provas de pastoreio.

     

    História recente do Pembroke

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     O Pembroke Welsh Corgi originou-se em Pembrokeshire, País de Gales, como vimos acima, sendo a mais nova das duas raças de corgis e um dos menores cães de pastoreio que existem. A raça é famosa como a preferida da rainha Elizabeth II, que chegou a possuir mais de 30 durante seu longo reinado de já mais de 70 anos, embora hoje em dia não sejam tão populares na Grã-Bretanha – continuam, por sua vez, muito populares nos Estados Unidos, onde cidades como Nova York, Boston e Los Angeles realizam encontros anuais em q eu centenas de pembrokes e seus donos se encontram em algum local público para passar o dia.  

     

    Origens do Pembroke

      Além da teoria que afirma que ele, assim como o cardigan, descende da linha de cães do tipo spitz do norte, há outra teoria de que os pembrokes são descendentes dos Vallhunds suecos, que teriam sido cruzados com os cães de pastagem galeses locais. A linhagem Pembroke Welsh Corgi foi rastreada até 1107.

    Há várias lendas que cercam a raça. Uma suposta teoria prega que tecelões vindos de Flandres, no norte da Bélgica, teriam trazido esses cães enquanto viajavam com o objetivo de residir no País de Gales, no século XII.

    A mais célebre das lendas é a que gira em torno de fadas. Já desde o século XII corre na cultura oral de Gales que duas crianças corriam por uma floresta quando deram com um funeral de uma fada. As fadas de luto presentearam as crianças com dois filhotes de pembrokes, e as crianças levaram-nos para casa, dando popularidade à raça. Quanto às fadas, as lendas ainda reforçam que esses cães anões teriam servido durante um tempo como cavalos de guerra  das fadas antes de se tornarem cães de pastoreio para os seres humanos. Na base dos quadris dos pembrokes, há uma linha na pelagem um pouco mais áspera do que a pelagem normal, que a tradição galesa antiga afirma ser a linha de sela dos guerreiros das fadas. 

     

    A Raça moderna do Pembroke

    O Pembroke Welsh Corgi foi classificado em 11 º lugar na famosa classificação “A Inteligência dos Cães” do pesquisador Stanley Corey, que afirma que a raça é considerada um cão de trabalho excelente. De acordo com o American Kennel Club, o Pembroke Welsh Corgi foi classificado como a 15ª raça de cães mais popular em 2017. 

     

    Descrição do Pembroke

    O Pembroke Welsh Corgi troca sua pelagem duas vezes por ano. Ele possui orelhas eretas que são proporcionais ao triângulo equilátero da cabeça. As orelhas também devem ser firmes, de tamanho médio e afiladas levemente até um ponto arredondado. A cabeça deve ser com a forma e aparência de uma raposa. O Pembroke Welsh Corgis difere do Cardigan Welsh Corgi por ser mais curto em comprimento, ter orelhas menores e ter as patas um pouco mais retas. O Pembroke Welsh Corgi tem a famosa “sela de fadas” nos quadris e marcações um pouco mais claras em cada lado da cernelha, causadas por alterações na espessura, comprimento e direção do crescimento do pelo. O Pembroke Welsh Corgi troca de pelagem principalmente na primavera e no outono e pode trocar apenas anualmente, com as fêmeas ficando intactas ou perdendo pelo apenas durante o calor.

    Existem falhas quanto a alguns aspectos de indivíduos da raça: alguns podem apresentar condições genéticas que façam com que sejam os chamados “fofos”, que são corgis com pelagem muito longa, ou os “azulados”, que têm uma cor diluída (pelos vermelhos presentes com um tom azulado). 

    Enquanto alguns Pembroke Welsh Corgis nascem com o rabo naturalmente curto ou ausente, a maioria geralmente tem suas caudas cortadas entre 2 e 5 dias devido à tradição histórica ou para estarem em conformidade com o Padrão da Raça. O corte artificial era necessário para que o cão fizesse seu trabalho como um cão de pastoreio no Reino Unido. Um cão “de companhia”, que não era pastor, era considerado um luxo pela lei tributária e gerava um imposto, de modo que, para demonstrar que seus cães estavam pastoreando, os proprietários tinham que garantir que os cães estivessem com o rabo inteira ou parcialmente cortado. O Kennel Club, o United Kennel Club, e o Federação Cinófila Internacional permitem caudas intactas nas apresentações de Conformação. O Padrão AKC declara que as caudas devem ser cortadas para não mais do que 5 cm. Em muitos países, o corte foi considerado ilegal. 

     

    Saúde do Pembroke

    Os pembrokes têm uma expectativa de vida média de 12 a 15 anos. Os Pembroke Welsh Corgis são acondroplásticos , o que significa que são uma raça de “anões verdadeiros”. Como tal, sua estatura e construção podem levar a certas condições de saúde não herdadas, mas também devem ser consideradas questões genéticas. Geralmente, os pembrokes podem sofrer de monorquidismo, de doença de Von Willebrand, da displasia dos quadris, de mielopatia degenerativa (DM) e de problemas oculares herdados, como a atrofia progressiva da retina. O teste genético está disponível para Pembroke Welsh Corgis para evitar esses problemas e melhorar a base genética de saúde. Os pembrokes também são propensos à obesidade devido ao apetite robusto, característico das raças de grupos de pastoreio. 

     

    Temperamento do Pembroke

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    O Pembroke Welsh Corgi é muito carinhoso, gosta de se envolver com a família e costuma seguir os seus donos onde quer que vão. Eles têm um grande desejo de agradar seus proprietários, tornando-se ansiosos para aprender e treinar. Esses cães são fáceis de treinar. Além de pastorear, também atuam como cães de guarda devido à sua atenção e tendência a latir apenas quando necessário. A maioria dos pembrokes procurará a atenção de todos que encontrarem e se comportará bem com crianças e outros animais de estimação. É importante socializar esta raça com outros animais, com adultos e crianças quando seus representantes sejam ainda bem jovens, para evitar qualquer comportamento ou agressão antissocial mais tarde. Devido ao seu instinto de pastoreio, eles adoram perseguir tudo o que se move, por isso é melhor mantê-los em áreas cercadas. O instinto de pastoreio também fará com que alguns pembrokes mais jovens mordam os tornozelos de seus donos. 

    O Pembroke Welsh Corgi está-se tornando mais popular nos Estados Unidos e ocupava o 20º lugar nos registros do American Kennel Club em 2015. No entanto, os corgis agora são listados como uma raça “vulnerável” no Reino Unido: diz-se que o declínio se deve a uma proibição em 2007 de cortar-lhes a cauda, bem como à falta de criadores. Em 2009, o corgi foi adicionado à lista “em observação” do The Kennel Club de raças britânicas quando os registros anuais variavam entre 300 e 450. Em 2014, a raça foi colocada na lista “Raças nativas vulneráveis” do clube quando os registros caíram para menos de 300. Em 2018, a raça saiu da lista “Em risco”, com 456 filhotes registrados em dezembro de 2017. O Kennel Club creditou o interesse renovado pela raça à popular série de televisão Netflix , “The Crown”, que fala da vida e do reinado de Elizabeth II, grande entusiasta da raça. O Pembroke Welsh Corgi também apareceu na televisão americana, na série Brooklyn Nine-Nine, como o cão de estimação do capitão Raymond Holt e de Kevin M. Cozner e mostra-se extremamente leal. Um Corgi, de nome Ein, com inteligência no nível humano, é um dos 5 personagens principais da série de ficção científica em desenho animado para a TV Cowboy Bebop, produzida pelo estúdio japonês Sunrise.

    O Pembroke Welsh Corgis pode competir em provas de agilidade de cães , obediência, carisma, flyball , rastreamento e pastoreio. Seus instintos de pastoreio e treinabilidade podem ser medidos em testes de pastoreio não competitivos.  Os corgis, apesar de seu nanismo dar a ilusão de pequenas pernas lentas, podem atingir até 40 km/h, se estiverem saudáveis e em forma. Isso ocorre porque os corgis tendem a usar mais força na parte superior do corpo para correr do que a maioria dos cães, dando a eles habilidades aprimoradas em atividades como agilidade, pastoreio e corrida.

    Em tenra idade, a paixão da rainha Elizabeth II por esta raça começou quando seu pai, o rei George VI, trouxe para casa seu primeiro corgi real, que mais tarde foi chamado de “Dookie”.  A rainha deixou de produzir corgis por volta de 2012 para não ter que abandoná-los depois de ela ter morrido; seu último corgi, Willow, morreu em 18 de abril de 2018. Em 3 de abril de 2019, foi lançada a animação “O Corgi da Rainha”, produção belga da nWave Pictures, trazendo aos corgis um pouco mais de popularidade. 

  • Como tratar a obesidade do seu cão

    Como tratar a obesidade do seu cão

    Se alguém disser que obesidade é uma doença, não estará ofendendo pessoas ou animais gordinhos. E que tipo de doença é? Uma doença nutricional. E cães também podem ser acometidos por essa doença.

    O que define a obesidade é o excesso de gordura corporal. Ela é um problema predominante em animais de estimação criados em casa, não nos encontrados nas ruas. Nos EUA, por exemplo, segundo uma pesquisa de 2018, de uma associação para a prevenção de obesidade em animais de estimação, revelou que 56% deles tinham excesso de peso. Quais as consequências da obesidade para os cães?

     

    Efeitos adversos

    Os efeitos adversos à saúde dos cães podem ser sérios e até reduzir a vida útil do animal, mesmo que ele só esteja moderadamente acima do peso. Ela pode estar associada a vários problemas de saúde importantes, como diabetes, doenças cardíacas e artrite. O melhor, então, é manter um peso corporal saudável para seu animal de estimação, para melhorar a qualidade vida geral dele.

                

    Há raças com maiores riscos de se tornarem obesas?

    Não há uma raça específica que apresente predominantemente o problema, mas cães que são superalimentados, os que não conseguem se exercitar ou que acabem retendo, por tendência, gordura corporal, estes têm maior risco de se tornarem obesos.

    Quanto à questão da idade ou de outra condição, podemos indicar que a faixa etária em que é mais comum a obesidade é entre 5 e 10 anos, sendo que a castração e a condição de viverem muito tempo em ambientes fechados favorecem também a obesidade. 

     

    Os sintomas

    Um cão acima do peso apresente os seguintes sinais básicos ou sintomas:  ou sinais básicos:

    • A diferença numérica (para mais) manifesta na balança quanto aos quilos;
    • A gordura corporal excessiva, por exemplo, com a ocorrência de nódulos de gordura;
    • Falta de vontade ou até incapacidade de se exercitar;
    • Medição de índice de condição corporal alto.

     

    As causas

    Várias são as causas da obesidade nos cães, sendo a mais comum o desequilíbrio entre a ingestão e o uso de energia, ou, em outras palavras, o cão consome mais calorias do que consegue gastar. 

    1. Desequilíbrio na velhice

    Na velhice, observa-se também uma diminuição normal na capacidade de um cão se exercitar, devido a problemas articulatórios e/ou a outras condições, o que colabora para esse desequilíbrio energético.

    2. Guloseimas ministradas por humanos

    Os tutores e pessoas que oferecem alimentos aos cães podem agravar a condição ao oferecerem alimentos com alto teor calórico, guloseimas frequentes e sobras de mesa. 

    3. Hipotireoidismo

    Entretanto, há outras causas comuns, que são hipotireoidismo, insulinoma, hiperadrenocorticismo (a chamada  Síndrome de Cushing) e a castração. 

    O hipotireoidismo é o funcionamento deficiente da glândula tireoide, que se localiza no pescoço do animal. Há um desregulamento na produção de hormônios, ou seja a tireoide baixa a produção de hormônios que regulam a energia do pet. Além do ganho de peso, o animal pode apresentar letargia, fraqueza, feridas, queda de pelos e depressão. Para melhorar a condição do cão com hipotireoidismo, é necessário que haja a reposição de hormônios, algo que costuma durar a vida toda do animal. É um problema que acomete geralmente cães adultos, que o desenvolvem a partir de componentes genéticos, havendo predominância do problema nas raças labrador, goldenretriever, beagle e cocker. Dietas especiais para cães com hipotireoidismo são também geralmente prescritas.

    4. Insulinoma

    Insulinoma é um tumor maligno, que normalmente se encaminha para metástase. É uma doença gravíssima, mas rara. A tendência é de se manifestar em raças de médio e grande porte, de meia idade ou idosos, com maior risco para as raças pastor alemão, boxer, poodle, setterirlândes, collie e fox terrier.

    5. Síndrome de Cushing

    O hiperadrenocorticismo, conhecido também como Síndrome de Cushing, tem relação direta com as glândulas endócrinas (excesso de produção de cortisol) e é também doença mais comum em cães de meia idade e idosos, acometendo com maior incidência animais pequenos. Como a doença provoca apetite exacerbado e prostração, com atrofia muscular, o cão fica muito tempo sem exercício e acaba se tornando obeso.

    6. Castração

    Nem todo cão castrado acaba ficando obeso, mas a castração pode ocasionar, sim, obesidade, devido a mudanças hormonais que podem tornar o cão mais calmo, sem muita energia para exercício, algo que, se acompanhado de alimentação não muito vigiada, pode levar à obesidade.

     

    Diagnóstico

    Como verificar se o cão é obeso? Antes, é preciso esclarecer que estar um pouco acima do peso, ou um pouco gordo, não significa estar obeso.

    A obesidade é diagnosticada medindo-se o peso corporal do cão, medição cujo resultado deve levar a um escore de condição corporal (ECC), que envolve a avaliação da quantidade de gordura no corpo.

    Normalmente, o veterinário examinará o cão sentindo as costelas, a região lombar, a cauda e a cabeça. Ele fará medições e comparará os dados com o padrão da raça.

     

    O que é ser um cão obeso

    Ser obeso para um cão significa ter um excesso de peso corporal de aproximadamente 10 a 15%. Existe um sistema de pontuação para a obesidade que tem até 9 pontos, no qual os cães obesos são os que apresentarem condição corporal acima dos 7 pontos.

     

    Tratamento da obesidade em cães

    A perda de peso deve ser gradual e sustentável a longo prazo. Só há dois métodos universalmente conhecidos e óbvios: reduzir a ingestão de alimentos e aumentar a atividade física para o animal.

     

    Dieta

    O veterinário que cuida do animal pode ajudar a criar um plano de dieta, com horário de alimentação e ingestão diária recomendada de calorias.

     Alimentos para perda de peso para cães ricos em proteínas e fibras alimentares, mas com baixo teor de gordura, são normalmente recomendados, uma vez que as proteínas estimulam o metabolismo e o gasto de energia.

    A proteína também ajuda a proporcionar uma sensação de saciedade, para que seu cão não sinta fome novamente logo após comer. A fibra alimentar também ajuda os cães a se sentirem saciados depois de comer, mas, diferentemente das proteínas, contém pouca energia.

     

    Exercício

    Aumentar o nível de atividade física do seu cão é vital para a perda de peso bem-sucedida. Tente passar com ele com a coleira por pelo menos 15 a 30 minutos, duas vezes por dia e brincando com ele para estimulá-lo a se movimentar, com jogos de pegar objetos, por exemplo.

    IMPORTANTE: condição para o exercício!

    Antes de iniciar um regime de exercícios , verifique com seu veterinário se o seu cão está livre de condições relacionadas à obesidade que podem dificultar o exercício, como artrite ou doenças cardíacas.

     

    Vida e Gestão

    O tratamento de acompanhamento da obesidade inclui a comunicação regular com o veterinário, o monitoramento mensal do peso do seu cão e o estabelecimento de um programa de manutenção de peso a longo prazo, uma vez atingido o índice ideal de condição corporal do seu cão.

    Com um firme compromisso com o peso saudável do seu cão, você pode se sentir confiante de que ele está se sentindo melhor.

     

  • Bacon ou carne gordurosa, posso dar?

    Bacon ou carne gordurosa, posso dar?

    Por que seu cachorro não pode comer ‘bacon’? Bem, alimentos ricos em gordura, como ‘bacon’, presunto ou restos de carne com gordura, podem causar pancreatite em cães. E como essas carnes também costumam conter alto teor de sal, elas podem causar dores de estômago e, em casos extremos, fazer com que os cães bebam muita água, provocando inchaço em seu estômago, o que pode ser fatal a eles. Guarde as carnes gordurosas para si e fique com as opções mais magras para o seu cão.